Mostrando postagens com marcador MSIa Informa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador MSIa Informa. Mostrar todas as postagens

20 de abr. de 2022

Uma ponte entre duas épocas

 

Uma ponte entre duas épocas

A inércia e o pensamento linear dos arautos da declinante ordem mundial do eixo euroatlântico não lhes oferecem outros meios para explicar o presente quadro estratégico mundial, exceto recorrer aos moldes geopolíticos do século XX. Com a eclosão da guerra na Ucrânia, muitos deles têm se empenhado em sugerir uma nova Guerra Fria, desta vez, entre um imaginário “mundo livre” e os “regimes autocráticos” encabeçados pela Rússia e a China. Créditos MSIA
Continue Lendo

20 de mar. de 2022

Brasil precisa retomar o binômio Segurança e Desenvolvimento --- Créditos MSIA

 



 
Contribua com o MSIa Informa assinando o jornal Solidariedade Ibero-americana e seja um assinante.

Apenas R$25,00 / mês

Assine Aqui

Siga nossa nova página no instagram e compartilhe nosso conteúdo.

Instagram

Brasil precisa retomar o binômio Segurança e Desenvolvimento

A pandemia de Covid-19 já havia provocado sérias avarias na nau das ilusões econômicas brasileira, que se encontra virtualmente à deriva desde 2015. Agora, a guerra na Ucrânia se encarrega de deixá-la em condição crítica, com um autêntico disparo de míssil hipersônico contra a cadeia logística de alguns dos insumos mais fundamentais para o seu funcionamento, em especial, combustíveis e fertilizantes.
Continue Lendo

O surpreendente triângulo diplomático Roma-Moscou-Pequim

A incapacidade dos alentadores da geopolítica anglo-americana e seus aliados da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) em impedir a guerra entre a Rússia e a Ucrânia, acima de tudo, a passividade da França e da Alemanha para forçar Kiev a implementar os acordos de Minsk, deixou as potências euroatlânticas e as próprias Nações Unidas sem qualquer espaço de mediação ou negociação no conflito. Isto deslocou a diplomacia global para o eixo Roma-Moscou-Pequim, um caminho de esperança para restaurar a paz no coração da Europa.
Continue Lendo

Não gosta do CO2? Energia nuclear: dínamo da reconstrução econômica

Mais um oportuno trabalho do autor, apresentando de forma concisa e didática os avanços mais recentes das tecnologias nucleares.

Versão em Português

Europa diante da guerra: “farms here, forests there” – again

Em meio às ondas de choque da guerra na Ucrânia, a União Europeia (UE), entidade de origem de grande parte das pressões contra o Brasil em relação às questões ambientais e indígenas, mais uma evidência explícita do caráter político, oportunista e hipócrita de tais campanhas.
Continue Lendo

Os riscos crescentes das intermediações financeiras não bancárias

O Conselho de Estabilidade Financeira (Stability Financial Board – SFB) publicou recentemente o seu 11º relatório anual, sobre o monitoramento das intermediações financeiras não bancárias (NBFI, na sigla em inglês), segundo o qual, no final de 2020, os ativos financeiros globais somavam 468,7 trilhões de dólares. Trata-se de um aumento de 10,9% em um ano, ainda que prejudicado pela pandemia de Covid-19 e a consequente crise econômica. Hoje, as NBFI representam 48,3% dos ativos globais.
Continue Lendo

27 de out. de 2021

Repercutimos o MSIa Informa - edição 22/10/21

 

Rio de Janeiro, 22 de outubro de 2021

Contribua com o MSIa Informa assinando o jornal Solidariedade Ibero-americana e seja um assinante.

Apenas R$20,00 / mês

Assine Aqui

Dirigismo: a volta dos que foram – e recuaram da beira do abismo

Já se tornou lugar comum afirmar que a pandemia de Covid-19 escancarou as deficiências da globalização, com suas concentrações de certos setores produtivos em países com custos de produção menores (em especial, mão-de-obra), longas e complexas cadeias logísticas baseadas no conceito “just-in-time” e, acima de tudo, o aparente triunfo do neoliberalismo como doutrina orientadora da formulação de políticas econômicas. De fato, tem sido pedagógico observar a multiplicidade de manifestações de retomada do protagonismo econômico pelos governos, principalmente, nos países avançados, onde conceitos “antiquados”, como política industrial, protecionismo, produção nacional e até mesmo a detestada dirigismo, voltaram a frequentar os debates políticos.
Continue Lendo

A armadilha da dependência das matérias-primas

O relatório “Estado da dependência de commodities 2021” (State of Commodity Dependence 2021), publicado recentemente pela Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD), mostra que na última década aumentou o número de países dependentes de matérias-primas. De 93 países, em 2008-09, o número subiu para 101, em 2018-19. Cerca de dois terços dos países em desenvolvimento são dependentes da exportação de matérias-primas.
Continue Lendo

Não gosta do CO2? Energia nuclear: dínamo da reconstrução econômica

Mais um oportuno trabalho do autor, apresentando de forma concisa e didática os avanços mais recentes das tecnologias nucleares.

Versão em Português

Brasil: “reprimarização” se acelera

A manchete principal do jornal Valor Econômico de 13 de outubro sintetiza o drama do desastroso processo de desindustrialização acelerada que afeta o Brasil: “Commodities respondem por 70% das exportações.”
A reportagem apresenta os dados do Indicador de Comércio Exterior (Icomex), calculado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV-Ibre). Nos nove primeiros meses do ano, os produtos primários representaram 69,7% das exportações nacionais, contra 67,5% em 2020 e 60,6% em 2019 – ou seja, uma alta de nove pontos percentuais em dois anos, ainda que motivada por uma alta nos preços. Os números são os mais altos da série iniciada pelo FGV-Ibre em 1998.
Continue Lendo

Recrudesce campanha por “soberania limitada” na Amazônia

 “A Amazônia é do Brasil, em termos. Até a lei brasileira condena uma mãe ou um pai que trate mal o seu filho a perder a guarda sobre ele”.
– João Paulo Capobianco, 4 de junho de 2008.
A frase do ex-secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e ex-dirigente do Instituto Socioambiental (ISA), João Paulo Capobianco, proferida na cerimônia de transmissão do cargo ao substituto de sua ex-chefe Marina Silva, Carlos Minc, não representa um pensamento isolado. De fato, ele é compartilhado por um grande número de cidadãos brasileiros, principalmente, entre os engajados nas entidades integrantes do aparato ambientalista-indigenista internacional, que não se melindram em difundir a falaciosa ideia de que o Brasil não saberia cuidar adequadamente da Amazônia e, por conseguinte, deveria satisfações ao mundo, principalmente, às potências avançadas da América do Norte e Europa, e à opinião pública internacional, quanto às suas políticas para a região, em um virtual arranjo de “soberania limitada” sobre ela.
Continue Lendo
  

Créditos MSIA