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15 de set. de 2023

As Forças de Defesa de Israel fecharão as fronteiras durante o feriado de Rosh Hashaná (Ano Novo Judaico) - créditos Revista Bras.il

As Forças de Defesa de Israel fecharão as fronteiras na Samaria e Judeia e na Faixa de Gaza durante o feriado de Rosh Hashaná (Ano Novo Judaico), de acordo com a Unidade do Porta-Voz das FDI - créditos Revista Bras.il





Fechamento nas fronteiras durante Rosh Hashaná 



As FDI fecharão as fronteiras na Samaria e Judeia e na Faixa de Gaza durante o feriado de Rosh Hashaná (Ano Novo Judaico), de acordo com a Unidade do Porta-Voz das FDI. 

Créditos Revista Bras.il


Leia mais: https://capitaofernandodefesaeseguranca.blogspot.com/search/label/Israel 


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30 de dez. de 2021

DEFESA & SEGURANÇA - 15ª BRIGADA DE INFANTARIA MECANIZADA REALIZA OPERAÇÃO ÁGATA

defesa & segurança - 15ª BRIGADA DE INFANTARIA MECANIZADA REALIZA OPERAÇÃO ÁGATA


Crédito: 34º BI MEC

Cascavel (PR) – A 15ª Brigada de Infantaria Mecanizada realizou a quinta fase da Operação Ágata na região de Guaíra, fronteira oeste do estado do Paraná, no período de 13 a 17 de dezembro. A Operação Ágata é uma operação interagências em que o Exército, os órgãos de segurança pública e os órgãos de fiscalização trabalham de maneira integrada. Cerca de 150 militares foram empregados nessa operação. Créditos Exército Brasileiro, leia matéria: https://capitaofernandodefesaeseguranca.blogspot.com/2021/12/15-brigada-de-infantaria-mecanizada.html 

10 de out. de 2021

SEGURANÇA - Duas brasileiras são executadas na fronteira entre Brasil e Paraguai

SEGURANÇA - 

Duas brasileiras são executadas na fronteira entre Brasil e Paraguai.

As duas jovens estudavam medicina no país vizinho e foram emboscadas na saída de uma festa com amigos paraguaios. A filha do governador de um estado daquele país também morreu. 

Leia matéria completa: https://capitaofernandodefesaeseguranca.blogspot.com/2021/10/duas-brasileiras-sao-executadas-na.html

28 de set. de 2015

Comandante do Exército critica cortes no orçamento da pasta

A execução de projetos estratégicos do Exército brasileiro está ameaçada por causa dos cortes orçamentários, alerta o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas. Segundo ele, o que mais preocupa é o Sistema Integrado de Monitoramento das Fronteiras (Sisfron). Planejado para ser implantado ao longo de dez anos, os investimentos começaram há dois anos, mas dos R$ 10 bilhões previstos, apenas 7,2% foram aplicados até agora.

Villas Bôas, do Exército:
Antonio Cruz/Agência Brasil - 8.9.15
Villas Bôas, do Exército: "se tirarmos mais um real, as empresas vão ter de descontinuar projetos"

O Sisfron vai monitorar quase 17 mil quilômetros (Km) de fronteiras, 27% do território nacional e quando estiver em pleno funcionamento não ficará restrito às Forças Armadas. A ferramenta, desenvolvida para coibir especialmente o tráfico de drogas e armas por meio de um sistema de inteligência de comando e controle e integração de operações, também estará à disposição da Polícia Federal, secretarias de Segurança Pública dos estados, Força Nacional de Segurança Pública, além de órgãos ambientais, de vigilância sanitária e de defesa indígena.
"Temos 17 mil quilômetros de fronteiras com países produtores de cocaína e maconha. A Polícia Federal estima que 80% da criminalidade urbana está ligada direta ou indiretamente à droga. Aqueles arrastões que nós vimos no Rio de Janeiro, no último fim de semana, aqueles meninos que estão ali furtando um celular ou alguma outra coisa, com certeza é para trocar por droga. Temos que pensar seriamente nessa questão do narcotráfico. É um problema seríssimo, que está sem visibilidade. Estão descoordenados os órgãos federais que têm responsabilidade sobre isso", disse o general Villas Bôas, ao participar de uma audiência na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) do Senado na quinta-feira (24).


Além do Sisfron, outros projetos estão atrasados. O de defesa cibernética deveria ter ficado pronto no ano passado, mas agora tem previsão para 2017.
“Para vocês terem uma ideia, na Copa do Mundo foram neutralizados 756 ataques cibernéticos contra os sistemas que estavam sendo utilizados diretamente. No Brasil, ocorre, mais ou menos, 1,6 milhão de ataques a sistema cibernético por ano; 51% são contra sites do governo. Temos aí 25 empresas envolvidas, vamos proporcionar segurança de rede, visando proporcionar a capacitação para setores cibernéticos e visando, principalmente, a segurança das infraestruturas críticas. O setor elétrico, por exemplo: vocês imaginam um blecaute no País provocado por um ataque ao sistema elétrico?”, disse o militar.
Os projetos que fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Defesa também foram afetados. O Sistema Proteger, com um déficit de R$ 200 milhões, é um deles, disse o general. Ele é uma espécie de Sisfron para todo o território nacional, de proteção de infraestruturas estratégicas.

"Estamos no limite"
Cortes ameaçam projetos estratégicos do Exército, afirma comandante. Apesar das dificuldades, o comandante do Exército destacou que ministro da Defesa, Jaques Wagner, tem se esforçado para reduzir o impacto desses cortes sobre a pasta e que tem demostrado muita sensibilidade às questões que envolvem a área.

Sistema de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron) é um dos projetos ameaçados
Marcello Casal Jr/Agência Brasil - 26.5.15
Sistema de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron) é um dos projetos ameaçados
“A solução para isso foge à esfera do Ministério da Defesa, está acima disso. Se me perguntarem qual seria a solução, diria que estamos no limite. Se tirarmos um real desses projetos as empresas vão ter que descontinuar os projetos. Então, a solução me parece que foge, extrapola, a questão financeiro-orçamentária. Há que se buscar [uma alternativa]. Não foi dado calote porque os contratos vêm sendo renegociados. E acho que temos que partir para novas renegociações”, admitiu o general Villas Bôas.
Ele acrescentou que as renegociações, para que haja novos créditos, novos financiamentos, precisam envolver outras esferas, além do governo, como as empresas e federações, como a da Indústria de São Paulo (Fiesp).
“Talvez na área fiscal se possa renegociar isso, fazer algumas renegociações para que as empresas não percam essa capacidade [de execução dos projetos], mas acho que estamos vivendo uma ameaça, sim, de nós perdermos todo esse capital que conseguimos”, afirmou. IG / Blog do Capitão Fernando

16 de set. de 2015

Operação Curare VI inicia-se na Região de Fronteira Norte do País

Foto EB

Boa Vista – No dia 8 de setembro, a 1ª Brigada de Infantaria de Selva (1ª Bda Inf Sl) deu início à Operação Curare VI, que tem a finalidade de reprimir crimes transfronteiriços e ambientais, como o narcotráfico, o contrabando e o descaminho, o tráfico de drogas, os crimes ambientais, a imigração ilegal e o garimpo ilegal, além de intensificar a presença do Estado Brasileiro junto à faixa de fronteira.

Na Operação Curare VI, a Brigada cumprirá ações amparadas pela Constituição Federal e pelas Leis Complementares 97/1999, 117/2004 e 136/2010. Para isso, contará com o apoio de agências parceiras, como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais (IBAMA), a Receita Federal do Brasil, a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal e o Departamento Nacional de Produção Mineral.

Além da parte de combate a ilícitos, também serão realizadas ações cívico-sociais, a fim de levar o atendimento médico, odontológico e social a locais em que estão sendo realizadas as operações, levando um pouco mais a presença do Estado à população necessitada.

A Operação Curare VI, que ainda tem como objetivo reforçar, junto à sociedade, o sentimento de nacionalismo e de defesa da Pátria, ocorrerá em todo arco fronteiriço e interior do Estado de Roraima. As áreas de atuação específicas serão mantidas em sigilo para possibilitar o efeito surpresa, garantindo, assim, maior eficácia. Um exemplo das operações realizadas no primeiro dia foi a que levou à destruição de uma pista de pouso não cadastrada que apoiava o garimpo ilegal. A pista, denominada Noronha, estava localizada no noroeste do Estado, em Terras Indígenas Yanomami.

A Curare VI conta com a participação inédita de militares que estão realizando o Curso de Operações na Selva, oriundos do Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS) em Manaus e que se encontram em Roraima para colocar em prática os ensinamentos transmitidos no decorrer das instruções.
Créditos EB / Blog do Capitão Fernando

27 de jul. de 2015

Posto de Bloqueio e Controle de Estradas do Exército em Bela Vista/MS impede o prosseguimento de um sequestro




Militares do 10º Regimento de Cavalaria Mecanizado, Bela Vista/MS, durante o treinamento para a instalação de Postos de Bloqueio e Controle de Estradas, impediram o prosseguimento de um sequestro. A ação foi realizada em conjunto com a Polícia Militar do Mato Grosso do Sul.

22 de jul. de 2015

Fronteiras vigiadas - Começa hoje a 9ª edição da Operação Ágata

Foto: Felipe Barra/ Arquivo MD

Os 4.045 quilômetros de fronteira do Brasil, entre Vista Alegre do Abunã (RO) a Foz do Iguaçu (PR), estão no centro de atenção das Forças Armadas Brasileiras. Cerca de 4 mil militares, com apoio de agentes governamentais, começam hoje a 9ª edição da Operação Ágata. Saiba mais: http://goo.gl/4BQCfc

10 de jul. de 2015

SISFRON - Presidente em Exercício, Michel Temer (PMDB-SP) visita Centro de Comando em Dourados/MS



À distância do VP Temer o Comandante do Exército o Gen Ex Villas Boas Foto Exclusiva DefesaNet- Ademir Almeida

Nelson Düring
Editor-chefe DefesaNet

O presidente da República em exercício, Michel Temer (PMDB), visitou Dourados (MS), na manhã de quinta-feira, para conhecer o Projeto Estratégico do Exército Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (SISFRON).

Temer desembarcou no município de Dourados  por volta das 9h30 e do aeroporto Francisco de Matos Pereira seguiu até a 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada – Brigada Guaicurus – onde assistiu a palestras sobre o funcionamento do sistema. Na 4ª Bda C Mec foi recepcionado pelo comandante, General-de-Brigada Rui Matsuda.

A comitiva do presidente da República em exercício, Michel Temer (PMDB), estava boa parte do Alto-Comando do Exército Brasileiro:Gen Ex Villas Boas, Comandante, Gen Ex Etchegoyen, Chefe do EME, Gen Ex Paulo Humberto César de Oliveira Comandante Militar do Oeste e ouros comandantes.

Cabe ao Vice-Presidente a coordenação do Plano Estratégico de Fronteiras (PEF), criado em junho de 2011, quando o governo federal passou a integrar as ações dos diversos ministérios e os poderes públicos locais nas áreas de fronteira.

O Gen Bda Matsuda fez uma apresentação do SISFRON ao VP Michel Temer e comitiva.

“O sistema é uma coisa extraordinária. Acho que a tecnologia aqui implantada está sendo usada para cada vez mais aumentar a segurança nas fronteiras. Recentemente várias operações foram realizadas, mas operações episódicas, como Ágata e Sentinela. Agora ela é permanente, preserva a soberania nacional e combate a criminalidade”, comentou Temer.

Após a entrevista coletiva, Michel Temer conheceu equipamentos utilizados no monitoramento e combate a ações ilícitas e sobrevoou parte da região de fronteira com o Paraguai. Logo em seguida, retornou para São Paulo, onde cumpre agenda, segundo a sua assessoria de imprensa.

O SISFRON

O SISFRON foi inaugurado no seu primeiro módulo em novembro de 2014, em Dourados, como piloto do projeto que visa monitorar toda a área de fronteira terrestre do país, num investimento total previsto de R$ 12 bilhões, em várias etapas de implantação.

No Mato Grosso do Sul, os recursos investidos foram de aproximadamente R$ 900 milhões, implantando o sistema ao longo dos  600 quilômetros de fronteira do Estado.

O centro do sistema, uma central de comando e controle instalada na sede da Brigada Guaicurus, monitora todas as ações ou operações desenvolvidas pelos militares na faixa de fronteira e gerencia possíveis ordens do comando para deslocamento de tropas, entre outras atividades de segurança.

Dezenas de viaturas militares blindadas ou não estão equipados com modernos meios de comunicação de voz e vídeo conectados a um moderno centros de controle, com acesso a computadores que estão conectados não apenas à sala de monitoramento dentro da Brigada, como também a satélites que detalham posicionamento e produzem imagens mais amplas.

Os militares que trabalharão em ‘terra’, assim como aqueles que estarão em helicópteros, possuem equipamentos de câmera de última tecnologia e registram toda a ação. Esses dados são transmitidos ‘ao vivo’ para as centrais de monitoramento e comando que armazenam os dados para definir estratégias futuras ou para definir movimentações imediatas durante as operações, como perseguição a criminosos, por exemplo. São utilizados ainda radares e sensores que identificam movimentações suspeitas e também aeronaves não tripuladas.

Após a explanação sobre o SISFRON parte da comitiva e autoridades do Exército realizou um sobrevvo na área coberta pelo sistema.

Tensas Relações

Medidas de segurança surpreendentes foram impostas pela segurança da comitiva do Vice-presidente.  Além de manterem afastados os jornalistas e em dado momento tornando estes prisioneiros, o que causou uma revolta dos profissionais ali presentes.

O oficial-general que esteve maior tempo com o presidente foi o anfitrião, Gen Bda Rui Matsuda, Comandante da 4ª Bda C Mec.

2 de jun. de 2015

Marinhas de Brasil, Colômbia e Peru unem forças para combater o narcotráfico


Delegações da Força Naval Sul da Marinha da Colômbia, do Nono Distrito da Marinha do Brasil  e do Comando Geral de Operações da Amazônia e Quinta Zona Naval da Marinha de Guerra do Peru compareceram a um encontro de planejamento para a Operação Bracolper Naval 2015, em 27 de abril, no Comando de Guarda Costeira do Amazonas em Leticia, na Colômbia. [Foto: Marinha Nacional Colombiana]
Delegações da Força Naval Sul da Marinha da Colômbia, do Nono Distrito da Marinha do Brasil e do Comando Geral de Operações da Amazônia e Quinta Zona Naval da Marinha de Guerra do Peru compareceram a um encontro de planejamento para a Operação Bracolper Naval 2015, em 27 de abril, no Comando de Guarda Costeira do Amazonas em Leticia, na Colômbia. [Foto: Marinha Nacional Colombiana]

As Marinhas do Brasil, da Colômbia e do Peru unirão esforços na Bracolper Naval 2015, uma operação militar para combater crimes transnacionais que estão ocorrendo na região amazônica comum entre os três países.
“A operação naval busca desenvolver a interoperabilidade através de exercícios táticos conjuntos e aumentar as capacidades das Marinhas do Brasil, da Colômbia e do Peru na luta contra organizações criminosas na região amazônica”, diz o Contra-Almirante (r) da Marinha Peruana Juan Rodríguez Kelley.
Grupos de narcotráfico internacional operam na zona da Tríplice Fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru, também conhecida como Trapézio Amazônico.
“O Trapézio Amazônico é uma área muito procurada por narcotraficantes que trabalham com grupos criminosos ou com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC)”, diz Rodríguez Kelley.
Nas últimas décadas, os narcotraficantes intensificaram suas atividades na área da Tríplice Fronteira, geralmente transportando drogas entre países vizinhos.
Grupos do crime organizado participam de outras atividades criminosas na região, como mineração ilegal, contrabando de flora e fauna e desmatamento ilegal.
“Essas dinâmicas violam o marco constitucional de cada país e são uma ameaça geral, considerando-se a estreita relação entre as populações locais e as consequências desses crimes”, diz Rodríguez Kelley.
Bracolper incentiva a cooperação militar internacional
A Bracolper busca lutar contra essas atividades ilegais incentivando as Marinhas a cooperar no combate ao crime organizado na área da Tríplice Fronteira. A operação fortalecerá “os laços de amizade entre as instituições responsáveis pela proteção e a salvaguarda da rede de cursos d’água do Trapézio Amazônico”, disse a Marinha Colombiana em comunicado após o encontro de planejamento da Operação Naval 2015.
Autoridades das três Marinhas se reuniram para planejar a operação no Comando da Guarda Costeira do Amazonas na cidade portuária de Leticia, na Colômbia. Os chefes operacionais da Força Naval Sul da Marinha da Colômbia, do Nono Distrito da Marinha do Brasil e do Comando Geral de Operações da Amazônia e Quinta Zona Naval da Marinha de Guerra do Peru participaram do evento.
Os exercícios Bracolper estão previstos para começar em 24 de julho em Leticia, após uma série de atos protocolares para ajudar as tripulações dos navios a conhecer mais sobre as culturas e os costumes de cada país participante.
“A Bracolper é uma operação única porque ocorre no ambiente amazônico; os maiores benefícios obtidos pelas três Marinhas são a cooperação e o alto grau de confiança mútua que alcançam”, diz Rodríguez Kelley.
“O incremento anual na complexidade dessas operações mostra claramente o alto nível de profissionalismo e o compromisso que cada Marinha tem na execução desse exercício naval.”
A iniciativa nasceu em 1974 como resultado de um senso de irmandade e fraternidade entre Brasil, Colômbia e Peru. O marco inicial foi a visita protocolar de embarcações fluviais brasileiras à cidade de Iquitos, no Peru, e depois a Leticia.
Bracolper terá três etapas
Após as atividades protocolares, a Bracolper será realizada em três fases, incluindo exercícios com a participação de canhoneiras fluviais, barcas, lanchas de interdição, helicópteros e batalhões de infantaria da marinha, diz Rodríguez Kelley.
A primeira fase será realizada de 24 a 27 de julho na Área da Tríplice Fronteira, subindo o Amazonas até Iquitos.
A segunda fase ocorrerá entre 31 de julho e 5 de agosto com a saída da cidade de Iquitos seguindo rio abaixo até chegar ao ponto da Tríplice Fronteira, onde os marinheiros participarão de um exercício de controle fluvial trinacional.
Já a terceira etapa se dividirá em dois estágios. No primeiro, de 26 de agosto a 5 de setembro, as forças navais se encontrarão na Tríplice Fronteira e percorrerão o Amazonas até atingir o rio Negro, culminando com a chegada à Estação Naval do Rio Negro na cidade de Manaus.
De 9 a 15 de setembro, a Operação Naval Bracolper deixará Manaus e viajará pelos rios Negro e Amazonas até chegar ao ponto da Tríplice Fronteira.
Durante as jornadas, os barcos realizarão exercícios práticos em comuncação, formação, semáfora (envio de sinais usando bandeiras em certas posições), transferência de cargas leves e reação rápida, entre outros exercícios que ajudarão a potencializar as capacidades operacionais das embarcações.
“A Bracolper é elaborada para ser uma operação naval importante a fim de fortalecer os laços de irmandade entre países vizinhos trabalhando em suas área de responsabilidade fluvial. O objetivo comum é não deixar espaço para o narcotráfico”, de acordo com um vídeo da Marinha Colombiana de julho de 2014.
Narcotráfico complica a situação fronteiriça
Organizações internacionais de tráfico de drogas operam no Trapézio Amazônico para tentar aproveitar dois grandes rios, o Putumayo e o Marañón, que correm dos vales de produção de coca na Colômbia em direção ao Oceano Atlântico. Organizações de narcotraficantes usam barcos de pesca e outras embarcações para transportar drogas nesses rios.
Lutar contra o narcotráfico e outras atividades ilegais ajuda a proteger o meio ambiente da área da Tríplice Fronteira Amazônica, que abrange a maior bacia hidrográfica do mundo, ocupa mais de um terço da superfície do hemisfério Sul e abriga os ecossistemas, as espécies e os recursos genéticos de maior diversidade da Terra. A região é também um repositório de importantes recursos hidrelétricos, minerais e de petróleo.
Nesse sentido, as operações Bracolper “adquirem significado, não apenas em termos de cooperação em segurança, mas também na troca e no compartilhamento de esquemas que contribuem para o desenvolvimento sustentável da região”, diz Rodríguez Kelley.
Fora do âmbito da Bracolper, operações bilaterais entre Peru e Brasil no Rio Yavarí, bem como operações bilaterais entre Peru e Colômbia no rio Putumayo, “contribuem de forma eficaz e permanente para a luta contra novas ameaças.” Essas operações incluem ajuda humanitária, brigadas médicas, trabalhos de manutenção e melhorias na infraestrutura pública.

21 de abr. de 2015

Até 2031, Exército Brasileiro pretende instalar mais uma Brigada de Infantaria de Selva no estado do Amapá, fechando com Brigadas todas as regiões de fronteira do Brasil.

Houve cerimônia de lançamento da Pedra Fundamental da Brigada da Foz (Foto: Cassio Albuquerque/G1)
Pedra Fundamental da Brigada da Foz (Cassio A.)
Com a criação do Comando Militar do Norte, em 2013, o Exército Brasileiro passa a trabalhar, dentre outros projetos, com a criação da 22a Brigada de Infantaria de Selva, com enfase no emprego da Força ao combate a delitos transfronteiriços como narcotráfico, contrabando e crimes ambientais,às operações de GLO, exploração ilegal de recursos naturais, dentre outros. 
Leia mais na nossa página REAPARELHAMENTO DAS FORÇAS ARMADAS.

Exército Brasileiro, na pessoa do Coronel Alexandre Mendonça, comenta sobre Operação Orange na TV Globo.



Basicamente operações militares transfronteiriças, mineração ilegal, combate a drogas, ao longo do Rio Oiapoque, no Amapá. 
Pela primeira vez o Exército Brasileiro opera em conjunto com o exército da Guiana Francesa (Legião Estrangeira)

Polícia Militar - IBAMA - Polícia Federal - Polícia Civil, uma Operação Inter -Agências.

Assista, vídeo, disponível aqui

30 de jan. de 2014

Dilma investe pesado nas FFAA - Chegaram mais 2 lanchas de patrulamento adquiridas da Colòmbia. Outras 2 já operam na Amazônia.

  

A fiscalização na área de fronteira na região Norte do país passa a contar com mais duas embarcações colombianas. Como parte de acordo comercial formalizado pelo ministro da Defesa, Celso Amorim, a Marinha do Brasil terá duas novas lanchas de patrulha de rios (LPR) para o emprego em missões de vigilância, fiscalização e deslocamento de tropas naquela região. Outras duas já haviam sido entregues ao Comando Militar da Amazônia (CMA), no final do ano passado. Leia mais

27 de nov. de 2013

INTEGRAÇÃO LATINOAMERICANA TAMBÉM ATRAVÉS DA AVIAÇÃO DO EXÉRCITO - EXÉRCITO BRASILEIRO CONTRIBUI PARA A ATIVAÇÃO DA AVIAÇÃO DO EXÉRCITO BOLIVIANO

Especialistas brasileiros da Av Ex passam experiência à Bolívia

O Exercito da Bolívia está em processo de ativação da sua aviação de asa rotativa. Uma comitiva de 04 oficiais do Exército Brasileiro esteve naquele país amigo, com a finalidade passar experiências sobre a recriação da Aviação do EB e a sua evolução até os dias atuais, bem como dimensionar uma possível missão naquele país composta por especialistas brasileiros. Leia mais

29 de out. de 2013

Exército Brasileiro e Polícia Civil debatem o SISFRON

Gen Elias. Foto Campo Grande News
O mais arrojado projeto de vigilância das fronteiras brasileiras, desenvolvido pelo Exército Brasileiro, esteve em debate na Academia de Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, na sexta-feira (25), durante a palestra proferida pelo General de Brigada Elias Rodrigues Martins Filho. Trata-se do Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron).
O piloto do estratégico projeto do Exército brasileiro, que tem por objetivo aumentar a vigilância e a proteção das fronteiras brasileiras, já vem sendo desenvolvido em Dourados (MS) e está previsto para ser instalado em sua totalidade até 2025, na área de 16.886 quilômetros que se estende por dez Estados brasileiros e faz divisa com 11 países. Leia matéria completa

15 de out. de 2013

Exército apreende 3.600 Kg de dinamite em Mato Grosso

O Exército Brasileiro apreendeu um carga de 3.600 Kg de dinamite, no município de Marcelândia (710 km a Norte de Cuiabá). 
Segundo apuração inicial, o material seria usado na detonação de rochas em alguns trechos da rodovia onde são feitas obras de pavimentação, entretanto, segundo o capitão Silon Schaiblich, delegado da 12ª delegacia de Serviço Militar em Colíder-MT, "Não existia com a empresa autorização do Exército para fazer a detonação de explosivos naquela área.
Foi emitida nota fiscal para transporte dos explosivos de Aparecida de Goiania para Guapó (ambas em Goiás) e não havia nota de transporte para a região Norte de Mato Grosso. Também foi emitida guia de tráfego irregular até Guapó. Este caminhão simplesmente entrou em Mato Grosso de forma irregular", explicou. "Estávamos monitorando esta questão há alguns dias. No feriado, conseguimos fazer a apreensão", completou. "Se uma carga desta fosse parar em mãos erradas poderia ser usada na criminalidade", acrescentou o capitão, referindo-se aos caos de assaltos a caixas eletrônicos de bancos. Leia matéria.