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Marinha e PF fazem maior apreensão de droga no mar brasileiro; veja vídeo.
Ação resultou na localização de 3,62 toneladas de cocaína na costa de Pernambuco.
Créditos Veja, leia mais: https://veja.abril.com.br/coluna/maquiavel/marinha-e-pf-fazem-maior-apreensao-de-droga-no-mar-brasileiro-veja-video
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Polícia Federal do Brasil negocia abertura de cargo de representação na China
Créditos Sputnik
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Deputada federal Bolsonarista, Carla Zambelli (PL/SP), achou que ia enganar o povão e as autoridades, só entrega uma arma, e após Busca e Apreensão determinada pela Justiça, a Polícia Federal decobre outras 3 armas em sua posse.
É um verdadeiro escárnio ....
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Confira essa reportagem da CNN
Em dezembro, o ministro do STF Gilmar Mendes já havia determinado a entrega da pistola que Zambelli empunhou contra um apoiador de Lula na véspera do 2° turno
A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) foi alvo de um mandado de busca e apreensão da Polícia Federal (PF) em busca de armas nesta terça-feira (3), após autorização do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes.
De acordo com apuração da âncora da CNN Daniela Lima, três armas foram apreendidas na operação.
A decisão de Gilmar Mendes foi tomada a pedido da Polícia Federal e da Procuradoria-Geral da República (PGR).

Segundo informações da assessoria de imprensa de Zambelli, a polícia recolheu as armas que estavam na posse da deputada para “defesa pessoal”.
Em 29 de dezembro, a deputada entregou sua arma para a Polícia Federal em São Paulo, sete dias depois de uma determinação do ministro Gilmar Mendes. Entretanto, a PF identificou outras e informou isso no processo. Foram apreendidas uma pistola 9mm, uma pistola cal. 380 e um revólver 38.
O ministro abriu vista para a PGR, e Lindora Araujo opinou pela busca e apreensão de todas. O processo corre em sigilo.
A PF encontrou três armas. Uma com a deputada, em Brasília, no endereço dela. E duas num clube de tiro em SP, o que deixa em aberto, na opinião de quem acompanha a investigação, se ela tentou “esconder” as pistolas.
No dia 29 de outubro, a deputada federal foi abordada e se desentendeu com apoiadores de Lula. Ela sacou uma arma e apontou em direção ao homem, e o perseguiu até um estabelecimento comercial.
O policial militar que acompanhava a deputada chegou a efetuar um disparo que, segundo a perícia, foi constatado como acidental. Ninguém ficou ferido.
Na ocasião, a deputada disse que agiu de tal maneira em “defesa da honra”. Ela chegou a dizer que foi empurrada pelo homem, versão desmentida pelos vídeos feitos pelas pessoas que passavam na rua e registraram a confusão.
Em nota, Zambelli afirmou que chama a atenção que mesmo tendo cumprido integralmente a decisão anterior, de forma voluntária, o STF determinou uma medida ainda mais invasiva em seus endereços.
“É preciso informar que o recurso apresentado pela defesa da Deputada não foi sequer apreciado, mesmo tendo sido protocolado antes do novo pedido de busca e apreensão da PGR”, disse a nota.
Zambelli informou ainda que cooperou, “como sempre fará, com as autoridades policiais para o cumprimento da decisão. Caso qualquer atentado à vida da Deputada, agora desprotegida, aconteça, já sabemos o responsável”.
*Publicado por Fernanda Pinotti
Polícia Federal desmonta esquema de lavagem de dinheiro em sete estados.
PF cumpriu 18 mandados de busca e apreensão e realizou o bloqueio de mais de R$ 118 milhões dos investigados.
Créditos CNN, leia matéria: https://paginadesegurancapublica.blogspot.com/2022/10/policia-federal-desmonta-esquema-de.html
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Polícia Federal desarticula rede de tráfico internacional de mulheres - https://paginadesegurancapublica.blogspot.com/2022/08/policia-federal-desarticula-rede-de.html
Criminosos colombianos exportam prática de agiotagem para facções do narcotráfico no Brasil.
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Polícia mata sequestrador e liberta menino de 7 anos que era refém em Belo Horizonte/MG.
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(O Estado de S. Paulo, 18) --- Créditos Ex-Blog do César Maia.
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Polícia Federal do Brasil aponta que Bolsonaro cometeu incitação ao crime por associar vacina da COVID ao vírus da AIDS.
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FAB abate avião e PF apreende mais de 600 kg de pasta base de cocaína - créditos CNN.
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Mandado de prisão preventiva foi expedido na operação "Acesso Pago", que investiga a prática de tráfico de influência e corrupção para a liberação de recursos públicos do FNDE
Vianey BentesThais ArbexLéo Lopesda CNN
em Brasília e São Paulo
O ex-ministro da Educação Milton Ribeiro foi preso preventivamente, nesta quarta-feira (22), em Santos. O mandado foi expedido no âmbito de uma operação da Polícia Federal (PF) deflagrada nesta quarta.
De acordo com a PF, a operação “Acesso Pago” tem o objetivo de investigar a prática de tráfico de influência e corrupção para a liberação de recursos públicos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), vinculado ao Ministério da Educação (MEC).
O mandado de prisão preventiva expedido contra Milton Ribeiro cita os crimes de corrupção passiva, prevaricação, advocacia administrativa e tráfico de influência.
O juiz federal Renato Borelli determinou que o ex-ministro seja levado para a Superintendência da Polícia Federal em Brasília, e que a audiência de custódia seja realizada ainda nesta quarta (22) durante a tarde.
Além do mandado contra o ministro, estão sendo cumpridos 13 mandados de busca e apreensão e outros quatro mandados de prisão, distribuídos pelos estados de Goiás, São Paulo, Pará e Distrito Federal. Além disso, há medidas cautelares, como a proibição de contatos entre investigados e envolvidos.
“O crime de tráfico de influência está previsto no artigo 332 do Código Penal, com pena prevista de 2 a 5 anos de reclusão. São investigados também fatos tipificados como crime de corrupção passiva (2 a 12 anos de reclusão), prevaricação (3 meses a 1 ano de detenção) e advocacia administrativa (1 a 3 meses), todos previstos no Código Penal”, informou a PF.
“A investigação iniciou-se com a autorização do STF em razão do foro privilegiado de um dos investigados”, informou a PF em nota.
Os policiais basearam a investigação em documentos, depoimentos e no “relatório final da investigação preliminar sumária” da Controladoria-Geral da União (CGU).
“Foram identificados possíveis indícios de prática criminosa para a liberação das verbas públicas”, afirma a PF.
A CNN tenta contato com a defesa do ex-ministro, mas ainda não houve retorno.
Em nota, o Ministério da Educação diz que colabora com todas as instâncias de investigação que envolvem a gestão anterior da pasta. “No sentido de esclarecer todas as questões, o MEC reforça que continua contribuindo com os órgãos de controle para que os fatos sejam esclarecidos com a maior brevidade possível. O MEC ressalta que o Governo Federal não compactua com qualquer ato irregular e o continuará a colaborar com as investigações”, diz o comunicado.
Em um áudio obtido pelo jornal “Folha de S.Paulo” e em reportagens do “O Estado de S. Paulo”, Ribeiro é envolvido no que seria um esquema de favorecimento a pastores na pasta.
Em uma conversa gravada, o ministro afirma que recebeu um pedido do presidente Jair Bolsonaro (PL) para que a liberação de verbas da pasta fosse direcionada para prefeituras específicas a partir da negociação feita por dois pastores evangélicos que não possuem cargos no governo federal.
Na gravação, Ribeiro diz que se trata de “um pedido especial do presidente da República”. “Foi um pedido especial que o presidente da República fez para mim sobre a questão do [pastor] Gilmar”, diz o ministro na conversa com prefeitos e outros dois pastores, segundo o jornal.
Ribeiro continua: “Porque a minha prioridade é atender primeiro os municípios que mais precisam e, em segundo, atender a todos os que são amigos do pastor Gilmar.”
Os pastores Gilmar Santos e Arilton Moura são os citados nos áudios. Segundo o jornal, os dois religiosos têm negociado com prefeituras a liberação de recursos federais para obras em creches, escolas e compra de equipamentos de tecnologia.
Na conversa vazada, o ministro de Bolsonaro indica que, com a liberação de recursos, pode haver uma contrapartida.
“O apoio que a gente pede não é segredo, isso pode ser [inaudível] é apoio sobre construção de igrejas”. Nos áudios, não fica claro a forma como esse apoio se daria.
No ano passado, para poupar as emendas parlamentares de um corte maior, o governo promoveu um bloqueio de R$ 9,2 bilhões de despesas de ministérios e estatais que atinge principalmente a Educação.
Ribeiro negou que tenha favorecido pastores. Em nota enviada à CNN, o ministro dizia ainda que o presidente “não pediu atendimento preferencial a ninguém, solicitou apenas que pudesse receber todos que nos procurassem”.
Ribeiro deixou o Ministério da Educação em 28 de março.
“Não me despedirei, direi até breve”, diz ministro da Educação na carta entregue a Bolsonaro. Ribeiro é alvo de um inquérito da Polícia Federal (PF) e do Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeitas de favorecimentos a pastores na distribuição de verbas do Ministério da Educação (MEC).
Na carta, Ribeiro diz que sua vida “sofreu uma grande transformação” desde a divulgação de reportagem que o implicavam em um esquema de favorecimento a pastores dentro do MEC.
Em entrevista exclusiva à analista de política da CNN Renata Agostini, o atual ministro da Educação, Victor Godoy, afirmou que mandou suspender todos os repasses da pasta que estão sendo investigados.
Créditos CNN
Brasil: Polícia Federal apreende mais de 10 toneladas de maconha e desarticula grupo que enviava cocaína à África. Créditos SouthCom, leia matéria: https://fwgsolutions.us6.list-manage.com/track/click?u=bf077b5204091e95ac823d373&id=f28c1f791c&e=fcaf147885
CASO MARIELLE - PF prende mulher de Ronnie Lessa por tráfico internacional de armas
Por Mariana Queiroz, Marcelo Gomes, Marcelo Bruzzi, GloboNews

PF prende mulher de Ronnie Lessa por tráfico internacional de armas
A Polícia Federal (PF) prendeu na manhã deste domingo (18) Elaine Lessa, mulher do policial reformado Ronnie Lessa, apontado pela Polícia Civil como o homem que executou a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes, em março de 2018.
Elaine e Ronnie tiveram uma nova prisão decretada pela Justiça Federal do Rio de Janeiro por tráfico internacional de armas. Elaine tinha deixado a cadeia na sexta-feira (16), acusada de outro crime.
Ronnie está no Presídio Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte, e vai a júri popular como o executor da morte da vereadora Marielle Franco.
A defesa de Ronnie e Elaine Lessa afirmou que não teve acesso ao processo.
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Quebra-chamas vindos de Hong Kong e endereçados para academia de Ronnie Lessa e a mulher — Foto: Reprodução/GloboNews
As investigações começaram após uma encomenda vinda de Hong Kong ter chamado a atenção da Receita Federal no Aeroporto do Galeão, no Rio, no dia 23 de fevereiro de 2017.
No pacote, a Receita Federal encontrou 16 quebra-chamas para fuzil AR-15. A peça serve para ocultar as chamas decorrentes de disparos de armas de fogo, de modo a não revelar a posição do atirador.
O destinatário era a Academia Supernova, que funcionava na comunidade de Rio das Pedras, na Zona Oeste da cidade, controlada pela milícia. Ronnie e Elaine eram sócios do estabelecimento.
O Grupo de Atuação de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público Federal (Gaeco/MPF) e a PF descobriram que Lessa e a mulher estavam por trás da importação das peças.
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Elaine Lessa, mulher de Ronnie Lessa, foi presa por tráfico internacional de armas — Foto: Globo
Além de terem sido alvo de mandados de prisão, Lessa a e Elaine também viraram réus pelo crime de tráfico internacional de armas de uso restrito.
No pedido de prisão feito à Justiça, o MPF destacou que “os quebra-chamas ilegalmente importados pelos denunciados são acessórios tipicamente utilizados em confrontos armados ou emboscadas”.
O pedido de prisão diz ainda que “se pode deduzir que tais acessórios seriam empregados em confrontos armados entre organizações criminosas que assolam o Rio de Janeiro, ou na eliminação sumária e velada de inimigos e desafetos”.
A investigação sobre a importação das peças de fuzil foi batizada de Operação Supernova, em referência à academia.
A investigação esbarrou em outros elementos revelados no Caso Marielle. Um deles é um prédio em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, onde Ronnie tinha um apartamento.
No caso Marielle, a investigação apontou que o mesmo apartamento era usado pelo PM reformado para a montagem de armas.
Um dia depois da prisão de Ronnie Lessa pela morte de Marielle, em março de 2019, dois comparsas dele foram lá retirar essas caixas.
Os investigadores do Caso Marielle afirmam que o objetivo dos dois homens foi sumir com o armamento. Uma testemunha contou, em depoimento, que as caixas com as armas foram jogadas no mar.
A polícia suspeita que, entre essas armas, pode estar a submetralhadora usada para matar Marielle e Anderson, que nunca foi encontrada.
No último dia 9 de julho, Ronnie Lessa, Elaine e outras três pessoas foram condenadas a quatro anos de prisão pelo crime de obstrução de justiça, por atrapalhar as investigações do Caso Marielle com o sumiço das armas.
Na sentença, o juiz manteve a prisão apenas de Ronnie Lessa. Elaine e os outros condenados conseguiram o direito de recorrer em liberdade.
Com isso, a mulher de Lessa deixou a prisão sexta-feira à noite. Mas a liberdade durou pouco. Agora, a Polícia Federal cumpriu o novo mandado de prisão contra ela, por tráfico internacional de armas.
Créditos G1