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2 de jan. de 2025

Força Aérea Brasileira investiga Acidente Aéreo no Cazaquistão

 


 




Força Aérea Brasileira investiga Acidente Aéreo no Cazaquistão

Vídeo: https://youtube.com/shorts/5qoyl_UgA70




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A Força Aérea Brasileira está investigando os gravadores de voo do acidente envolvendo uma aeronave Embraer 190 no Cazaquistão. A Caixa preta está sendo analisado em Brasília com a participação de três investigadores do Cazaquistão e técnicos do Azerbaijão e Rússia. #ForcaAereaBrasileira #investigacao #segurancaAerea #Cazaquistao #Embraer190 #fab #acidenteaéreo ---------------


4 de out. de 2024

Nota do Comandante da FAB sobre o incidente aéreo com o avião presidencial.

Nota do Comandante da FAB sobre o incidente aéreo com o avião presidencial.


⚠️ NOTA DE ESCLARECIMENTO ⚠️

Senhoras e senhores,

A respeito do incidente ocorrido com a aeronave presidencial VC-1 durante o voo que partiu da Cidade do México, venho, como Comandante da Aeronáutica, prestar os devidos esclarecimentos.

No último voo, como amplamente divulgado, a aeronave experimentou uma anomalia técnica após a decolagem, resultando em alta vibração em uma das turbinas. Conforme os procedimentos operacionais padrões previstos em Lista de Verificações, a tripulação imediatamente adotou todas as medidas de segurança recomendadas, mantendo o controle total da aeronave e da situação.

É fundamental destacar o mais elevado nível de preparo e treinamento das nossas tripulações. O efetivo do Grupo de Transporte Especial, Organização Militar com mais de 70 anos de história conduzindo os que conduzem a nação, passa por uma extensa e rigorosa seleção, que leva em conta, além do seu perfil psicossocial, sua experiência profissional e operacional. Além disso, possuem vasta experiência e são devidamente certificados pelos mais rigorosos critérios internacionais de segurança. Não obstante, são submetidos, ainda assim, a uma rígida rotina de treinamentos, incluindo simuladores de voo e reuniões constantes para troca de experiências. Por isso, após seguirem os protocolos de operação previstos e o necessário gerenciamento de combustível, mantiveram a aeronave em circuito de espera até que esta estivesse em condições de realizar o pouso em segurança.

A Força Aérea Brasileira atua em conformidade com os mais altos padrões, sendo regularmente avaliada por organismos internacionais, como a Organização da Aviação Civil Internacional (OACI). Destaco, a propósito, que, por meio do programa de auditoria de segurança universal realizado por aquele órgão, que monitora constantemente a segurança das atividades aéreas, a FAB recebeu 100% na avaliação global, sendo o Brasil eleito, novamente, para fazer parte do Conselho da OACI, composto pelos 11 países de maior importância no transporte aéreo mundial, dentre os 193 signatários.

Nosso compromisso com a segurança de voo é inegociável e seguimos diretrizes que garantem que qualquer eventual anomalia técnica seja tratada com agilidade e precisão. Dessa forma, uma equipe do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) já se encontra no México para extração e análise dos dados deste voo. Enfatizo, ainda, a excelência deste Centro e de seus profissionais, que receberam em 2024 o grau máximo de conformidade com os protocolos internacionais de investigação, em auditoria também realizada pela OACI. Apenas o Brasil e a França atingiram esse grau.

Importante ressaltar que, mesmo diante de uma situação adversa, o permanente preparo e a capacitação da tripulação, assim como o funcionamento dos sistemas da aeronave asseguraram que o pouso fosse realizado de maneira segura, sem riscos à integridade dos que estavam a bordo.

A Força Aérea Brasileira segue inabalável em sua missão constitucional, vigilante em apoio à sociedade brasileira, dentro e fora de nossas fronteiras. Para nós, o homem, a máquina e a missão são indissociáveis e, por isso, buscamos excelência nessa sinergia e repudiamos qualquer juízo de valor que enfraqueça essa tríade. Defendemos as nossas fronteiras, controlamos o nosso espaço aéreo e integramos o nosso território nacional. Garantimos, firmemente, que nossas aeronaves estão sempre em condições ideais de operação e que a segurança, a transparência e a eficiência serão sempre nossas maiores prioridades.

Tenente-Brigadeiro do Ar MARCELO KANITZ DAMASCENO
Comandante da Aeronáutica


10 de set. de 2024

FAB intercepta avião com 240 kg de drogas em ação com a Polícia Federal

FAB intercepta avião com 240 kg de drogas em ação com a Polícia Federal

Ação faz parte da Operação Ostium e reforça a segurança nas fronteiras do Brasil

Fonte: Agência Força Aérea, por Tenente Mônica Lopes
Edição: Agência Força Aérea

A Força Aérea Brasileira (FAB) interceptou, na tarde dessa segunda-feira (09/09), um helicóptero que entrou no espaço aéreo brasileiro sem autorização, vindo da Venezuela, transportando aproximadamente 240 kg de drogas. A ação ocorreu próximo a Manaus (AM) e foi coordenada pelo Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE). Participaram da missão duas aeronaves A-29 Super Tucano e um helicóptero H-60 Black Hawk, em uma operação integrada com a Polícia Federal (PF).

Assim que a aeronave ingressou no espaço aéreo brasileiro sem apresentar plano de voo, foi detectada e monitorada pelo COMAE. Conforme os protocolos das Medidas de Policiamento do Espaço Aéreo (MPEA), previstos no Decreto nº 5.144, de 16 de julho de 2004, a aeronave foi classificada como suspeita.

Seguindo os procedimentos de interceptação, o piloto de um dos A-29, enquanto realizava o acompanhamento discreto, observou que o helicóptero fez um pouso forçado em uma área verde próxima a Manaus, por volta das 16h40 (horário de Brasília). Agentes da PF a bordo do H-60 Black Hawk da FAB assumiram as Medidas de Controle no Solo (MCS) e apreenderam  a carga de skank. O piloto conseguiu fugir antes da chegada das autoridades.

O Chefe do Estado-Maior Conjunto do COMAE, Major-Brigadeiro do Ar João Campos Ferreira Filho, destacou o resultado da missão. “Essa operação bem-sucedida reflete a capacidade da Força Aérea Brasileira de integrar os próprios recursos aeroespaciais e de coordenar rapidamente com a Polícia Federal uma ação de combate ao narcotráfico”, afirmou.

A interceptação faz parte da Operação Ostium, que integra o Programa de Proteção Integrada de Fronteiras (PPIF), com o objetivo de combater ilícitos no espaço aéreo brasileiro por meio de ações coordenadas entre a FAB e órgãos de segurança pública.

"Nossa abordagem à soberania do espaço aéreo é completa, abrangendo desde a vigilância até as ações de apreensão no solo, especialmente na região de fronteira, sempre em cooperação com outros órgãos do Brasil e de países vizinhos. Essa é uma das principais competências que a FAB oferece ao Estado Brasileiro", completou o Major-Brigadeiro Campos.

Fotos: Operação Ostium



A NOSSA FORÇA ONDE O BRASIL PRECISAR


Créditos FAB

22 de mai. de 2024

Força Aérea Brasileira realiza Evacuação Aeromédica de tripulantes filipinos embarcados em navio distante 52 milhas náuticas de Natal/RN

LFS Defesa - Segurança - Geopolítica -

Força Aérea Brasileira realiza Evacuação Aeromédica de tripulantes filipinos embarcados em navio distante 52 milhas náuticas de Natal/RN.



*Vídeo Youtube: https://youtu.be/1iaxyqQruiU

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Na manhã desta quarta-feira (22/05), a FAB, foi acionada para realização de Evacuação Aeromédica de dois tripulantes filipinos embarcados em um navio de bandeira japonesa.



Um dos tripulantes apresentava sintomas de epigastralgia hematêmese e o outro de epistaxe e rebaixamento de nível de consciência, com sangramento nasal, perda de consciência e pressão alta.



Para a missão, o Comando de Operações Aeroespaciais disponibilizou uma aeronave H-36 Caracal, empregada pelo Primeiro Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (1º/8º GAV) - Esquadrão Falcão. Conhecido por sua adaptabilidade em diferentes cenários operacionais, o helicóptero possui sistemas avançados de navegação, comunicação e proteção, sendo capaz de operar em ambientes desafiadores.



O H-36 Caracal decolou de Natal com direção ao ponto de resgate em mar aberto, alcançando-a 52 milhas náuticas da costa do Rio Grande do Norte. Os pacientes, em condição estável, foram entregues na área operacional da Base Aérea de Natal (BANT), aos cuidados de uma equipe médica do SAMU, com apoio médico do Esquadrão de Saúde de Natal, sendo deslocados de ambulância para Hospital Memorial de São Francisco, na capital potiguar.



Créditos FAB

6 de mar. de 2024

Força Aérea Brasileira (COMAE, DCTA e CENIPA) realiza o primeiro Curso de Investigação de Ocorrências Espaciais - créditos FAB

LFS DEFESA - SEGURANÇA - GEOPOLÍTICA


Força Aérea Brasileira (COMAE, DCTA e CENIPA) realiza o primeiro Curso de Investigação de Ocorrências Espaciais.

Créditos FAB, leia mais: https://capitaofernandodefesaeseguranca.blogspot.com/2024/03/comae-dcta-e-cenipa-realizam-o-primeiro.html 


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FOTO CURSO CIOE 01

Em resposta às demandas do setor aeroespacial, o Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), o Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) e o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) realizaram, no período de 11 de setembro a 1° de dezembro de 2023, o primeiro Curso de Investigação de Ocorrências Espaciais (CIOE). 

O curso proporcionou conhecimentos específicos para a execução de investigação de ocorrências espaciais no Estado brasileiro e foi estruturado no modelo híbrido com aulas teóricas presencias e a distância, além de aulas práticas como o estágio de investigação monitorado e avaliado.

FOTO CURSO CIOE 02

Na fase teórica, o CIOE forneceu instruções sobre: Cenário Espacial, Tecnologia de Foguetes, Satélites e Técnicas de Investigação de Ocorrências. Já na fase prática, os alunos foram incentivados a aplicar os conhecimentos adquiridos ao desenvolver a investigação de uma ocorrência espacial simulada.

FOTO CURSO CIOE 03

O Chefe do CENIPA, Brigadeiro Marcelo Moreno, palestrou sobre a utilização da investigação para fins de prevenção de novas ocorrências, proporcionando aos alunos a compreensão aprofundada dos processos e diretrizes das investigações conduzidas pelo Centro.

Além do Brigadeiro Moreno, outros instrutores altamente experientes e reconhecidos, nacional e internacionalmente, participaram do curso como palestrantes, apresentando situações reais vivenciadas ao longo de suas experiências profissionais. Essa abordagem permitiu aos participantes aplicar os conceitos aprendidos de maneira eficaz, conforme destacado pelo Engenheiro Químico e de Segurança Sr. Mauro Melo Dolinsky, que abordou sobre "Ocorrências em Operações de Lançamento".

FOTO CURSO CIOE 04

“A iniciativa do curso foi excelente. Participei de dezenas de operações de lançamento, vivenciei e ajudei na investigação de muitas ocorrências. Acredito que a sistematização que o CENIPA estabelecerá, enriquecida por sua experiência em acidentes aéreos, facilitará muito o trabalho das comissões”, comentou Sr. Dolinsky.

FOTO CURSO CIOE 05

O Dr. Ariovaldo Félix Palmério, formado em Engineering Sciences and Mechanicse (Ciências da Engenharia e Mecânica) pelo Instituto Politécnico da Virgínia (EUA) e palestrante no curso com o tema “Desenvolvimento de Veículos Espaciais”, expressou sua satisfação ao participar deste evento, destacando a honra de contribuir para a expansão das atividades espaciais no Brasil.

FOTO CURSO CIOE 06

O Procurador Federal Ian Grosner, especialista em Direito Aeronáutico e Espacial, que explanou sobre “Direito Espacial”, concluiu que o Brasil “pode trazer boas práticas do campo aeronáutico para o setor espacial, já que o nosso país tem potencial para construir uma regulação forte e avançada, que consiga dar respostas adequadas quando for necessário”.

FOTO CURSO CIOE 07

Participaram dessa primeira edição do curso treze militares da Força Aérea Brasileira, um civil do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), um civil do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) e dois civis da Agência Espacial Brasileira (AEB), além de instrutores do CENIPA, IAE, Centro de Operações Espaciais (COPE) e Comissão de Coordenação e Implantação de Sistemas Espaciais (CCISE).

Por fim, o Brigadeiro Moreno ressaltou a importância do CENIPA na abordagem do vasto e complexo domínio do espaço. “Em função de nossa elevada expertise em prevenção e investigação de acidentes aéreos, o Estado-Maior da Aeronáutica, a fim de atender as necessidades de operação do Centro Espacial de Alcântara, designou o CENIPA para atuar na coordenação e condução das atividades de investigação de acidentes ocorridos em lançamentos espaciais a partir do território nacional. Além de nossas já conhecidas atribuições, empregamos 18 meses de intenso e abnegado trabalho na confecção das novas Normas e na montagem do primeiro Curso de Investigação de Ocorrências Espaciais, representando um avanço notável na formação de profissionais, evidenciando o compromisso sólido do CENIPA com a segurança e o aprimoramento contínuo na esfera aeroespacial”, pontuou o Brigadeiro.

 

Foto: SO Flávio / CENIPA

Texto:  2T  Luana Marinho e Sra. Adriana Mattos / CENIPA
Revisão: 2T Monique Queiroz e Pollyana Aranha / CENIPA

4 de jul. de 2022

GEOPOLÍTICA - DEFESA - SEGURANÇA: FAB abate avião e PF apreende mais de 600 kg de pasta base de cocaína - créditos CNN


Foto reprodução



LFS GEOPOLÍTICA - DEFESA - SEGURANÇA: 


FAB abate avião e PF apreende mais de 600 kg de pasta base de cocaína - créditos CNN.

Leia matéria: https://capitaofernandodefesaeseguranca.blogspot.com/2022/07/geopolitica-defesa-seguranca-fab.html 




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11 de out. de 2021

27 de mai. de 2021

DEFESA & SEGURANÇA - FAB pretende reduzir número de aviões KC-390 adquiridos da Embraer devido à crise

Foto:  CLAUDIO CAPUCHO Divulgação  Embraer
 



DEFESA & SEGURANÇA - 

FAB pretende reduzir número de aviões KC-390 adquiridos da Embraer devido à crise.  Créditos Sputnik.

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24 de jan. de 2021

16 de dez. de 2020

Força Aérea Brasileira instala estação radar para reforçar monitoramento da fronteira

Força Aérea Brasileira instala estação radar para reforçar monitoramento da fronteira

DEFESA & SEGURANÇA
Força Aérea Brasileira instala estação radar para reforçar monitoramento da fronteira.

26 de mar. de 2020

Pedido e desenvolvido com o Brasil, caça sueco Gripen F começa a tomar forma

Primeiro caça Gripen E brasileiro fará o seu voo inaugural ainda em 2019 na Suécia
© Foto / Divulgação / Força Aérea Brasileira
DEFESA & SEGURANÇA
Pedido e desenvolvido com o Brasil, caça sueco Gripen F começa a tomar forma. 
Desenvolvido praticamente do zero a pedido do Brasil, o caça Gripen  começou a tomar forma nesta semana, quando a companhia Saab realizou o primeiro corte de metal para a versão do caça em sua fábrica na Suécia. Saiba mais: https://capitaofernandodefesaeseguranca.blogspot.com/2020/03/pedido-e-desenvolvido-com-o-brasil-caca.html

12 de dez. de 2019

DEFESA & SEGURANÇA: Navio da marinha brasileira encontra destroços compatíveis com avião chileno desaparecido

DEFESA & SEGURANÇA:
Navio da marinha brasileira encontra destroços compatíveis com avião chileno desaparecido.
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12 de ago. de 2019

O novo caça da FAB ...

SAAB
Primeiro jato sueco Gripen E comprado pelo Brasil iniciará em breve testes em voo; a aquisição de 36 aviões envolveu pacote de transferência de tecnologia. Saiba mais: https://capitaofernandodefesaeseguranca.blogspot.com/2019/08/o-novo-caca-da-fab-gripen-e.html

1 de out. de 2015

Esquadrões Grifo e Escorpião, unidades da FAB que atuam na defesa aérea completam 20 anos

Foto FAB
Esquadrões Grifo e Escorpião, unidades aéreas que atuam nas atividades de defesa aérea nas regiões amazônica e de fronteiras do Norte do País, completam 20 anos - http://migre.me/rFy9L

10 de set. de 2015

Forças Aéreas do Brasil e da Colômbia treinam juntas na Operação COLBRA IV para combater o narcotráfico

Exercícios conjuntos entre a Força Aérea Brasileira (FAB) e as Forças Aéreas de países vizinhos fortalecem os esforços de cooperação na luta contra o narcotráfico e outros crimes em zonas de fronteira.
O exemplo mais recente de treinamento conjunto inclui a COLBRA IV, em que militares brasileiros e da Força Aérea Colombiana (FAC) realizaram exercícios simulados em pontos distantes até 90 quilômetros de cada lado da fronteira entre Brasil e Colômbia, de 13 a 17 de julho.
O espaço aéreo ficou fechado para voos civis durante as manobras. A restrição foi divulgada para civis e militares por meio de mensagens Notam (Aviso aos pilotos) emitidas pelo controle de tráfego aéreo, de acordo com o Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (COMDABRA).
No lado brasileiro, o exercício foi realizado a partir do Destacamento de São Gabriel da Cachoeira (DASG), base aérea situada a 852 quilômetros de Manaus, capital do estado do Amazonas.
O DASG deu apoio logístico, hospedagem e refeições aos militares que participaram da operação e também fez a vistoria quanto à manutenção adequada das pistas de pouso.
Na Colômbia, os militares realizaram exercícios utilizando a estrutura do Grupo Aéreo do Amazonas da FAC (GAA, por sua sigla em espanhol).
Eles realizaram as manobras na região amazônica que tem vegetação densa e baixa densidade populacional.
Organizações criminosas transnacionais, muitas vezes utilizam o espaço aéreo da região para o transporte de cargas de drogas, tornando fundamental a cooperação entre as forças de segurança colombianas e brasileiras na luta para reprimir os voos do narcotráfico.
“O controle do espaço da área é fundamental na luta contra o narcotráfico entre os dois países”, ressaltou o Major Brigadeiro do Ar Antonio Carlos Egito do Amaral, comandante do COMDABRA..
Os exercícios de simulação testam a capacidade dos militares para detecção, interceptação e acompanhamento dos tráfegos aéreos de interesse (TAI) como parte do esforço para combater o crime transnacional. “Tráfego Aéreo de Interesse compreende aeronaves que fazem voos supostamente irregulares no espaço aéreo entre Brasil e Colômbia”, acrescentou.
Simulação de voos suspeitos
A resposta aos TAIs é um componente fundamental do treinamento COLBRA IV.
Durante o programa, as aeronaves da FAB ou da FAC simulam um perfil de voo TAI voando a baixa velocidade e altitude.
“Os métodos e meios utilizados são os mesmos que as duas forças possuem no planejamento diário de defesa aérea. Ou seja, a operação simula a detecção e acompanhamento de tráfegos que podem ser interceptados no dia a dia”, compara o Maj Brig Egito do Amaral.
O exercício se baseia nas Normas Binacionais de Defesa Aeroespacial Brasil-Colômbia (NBDA número 1 BR/CO), em vigor desde 3 de junho de 2009, e regulam procedimentos permanentes de coordenação e cooperação para controle de atividades aéreas irregulares na fronteira dos dois países.
Antes da atual NBDA, FAB e FAC realizaram duas edições da COLBRA – a primeira em 2005 e a segunda em 2007. A terceira operação foi realizada em 2009, logo após a edição das normas. A última edição do exercício teve o mesmo porte e mobilização de efetivo que o de 2007, segundo o Maj Brig Egito do Amaral.
Um dos trunfos da COLBRA IV foi promover o intercâmbio técnico entre militares das duas Forças Aéreas. Pilotos e controladores de voo brasileiros realizaram exercícios nas unidades da FAC e vice-versa.
“O objetivo é compartilhar experiências e normatizar procedimentos nos diversos níveis da operação”, explica o Mal Brig Egito do Amaral. “Experiências são trocadas, mas nunca são passadas informações sigilosas que possam afetar a atuação da força aérea nas missões rotineiras. Os dados de radar não são compartilhados com outros países, uma vez que são de uso exclusivo do Brasil na defesa e controle do tráfego aéreo”, acrescentou.
Reconhecimento aéreo
Como parte da luta contra as organizações criminosas transnacionais, a FAB coleta dados de inteligência sobre as rotas aéreas utilizadas pelos traficantes de drogas e as pistas de pouso mais empregadas.
“Fazer esse levantamento é um trabalho rotineiro para as unidades da FAB situadas na fronteira e que determina o sucesso da repressão ao narcotráfico e outros ilícitos”, diz o major brigadeiro.
A equipe brasileira reuniu os seguintes esquadrões:
  • :: • Arara (1º/9º GAV, Grupo de Aviação de Manaus, Amazonas);
  • :: • Cobra (7º ETA, Esquadrão de Transporte Aéreo de Manaus);
  • :: • Escorpião (1/3° GAV, Grupo de Aviação de Boa Vista, Roraima);
  • :: • Guardião (2º/6º GAV, Grupo de Aviação de Anápolis, Goiás);
  • :: • Harpia (7º/8º GAV, Grupo de Aviação de Manaus).
As autoridades colombianas mobilizaram esquadrões ligados ao Comando Aéreo de Combate 2 (CACOM-2) e 3 (CACOM-3) e Grupo Aéreo do Amazonas (GAAMA).
Por seu lado, o Brasil mobilizou aeronaves A-29 Super Tucano (defesa aérea), C-98 Caravan (transporte aéreo logístico), E-99 (controle e alarme de voo), C-97 Brasília e C-105 Amazonas (mobilização e desmobilização), além de helicópteros H-60L Black Hawk (missões de busca e salvamento), caso houvesse algum acidente na operação, mas os helicópteros não chegaram a ser utilizados.
A Colômbia mobilizou aeronaves A-37 Dragonfly (ataque) e SR-560 Citation (defesa aérea). Os dois lados registraram quase 40 horas de voo.
Controladores de tráfego aéreo brasileiros e colombianos visitaram instalações dos dois países
Os controladores de tráfego da FAB passaram os dias da operação na base do GAAMA, em Leticia.
“Eles puderam observar técnicas de controle e defesa usadas pelo país vizinho” ressaltou o Maj Brig Egito do Amaral.
Da mesma forma, os controladores de tráfego aéreo colombianos ficaram no IV Centro de Operações Militares (COPM4), localizado em Manaus.
Um dos pontos altos da COLBRA IV foram os exercícios simulados para identificação de tráfego aéreo de interesse quando militares se envolvem no controle e alarme em voo e defesa aérea contra o tráfego de aeronaves desconhecidas.
Durante esta parte da operação, a FAB empregou um C-98 Caravan em uma invasão ao território colombiano. O C-98 foi detectado por um SR-560 Citation e interceptado por um caça A-37 Dragonfly, ambos da FAC. Depois de finalizada a ação no espaço aéreo da Colômbia, a aeronave supostamente inimiga da FAB repetiu a invasão simulada no lado brasileiro.
“Em situações reais, a aeronave é identificada e interrogada”, explica o major brigadeiro. “Se estiver irregular, determina-se a mudança de rota para pousar em um aeródromo definido pela defesa aérea. Após o pouso, a polícia e Receita Federal fazem a abordagem, verificam a carga e apreendem caso seja ilícita.”
Autoridades da Força Aérea escolheram o Caravan para maximizar a segurança dos participantes da COLBRA IV e a possibilidade de pousar em diferentes tipos de pistas de pouso, como grama e cascalho, e com 800 metros de extensão.
A aeronave se ajusta às características da região amazônica, que apresenta instabilidade climática e dificuldades logísticas, explicou o COMDABRA, que planeja e mobiliza o efetivo da FAB nas missões com outros países. O Brasil também realiza operações como a COLBRA com as Forças Aéreas da Argentina, Bolívia, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela.
FAC realiza exercícios com outros países
“[A COLBRA] é um exercício operacional muito importante para melhorar o treinamento contra os ilícitos e adquirir grande experiência como a da Força Aérea Brasileira em exercícios internacionais”, disse o comandante do Grupo Aéreo do Amazonas, Coronel Jairo Orlando Orjuela Arélavo.
A FAC realiza exercícios semelhantes com Guatemala, Honduras, República Dominicana, Peru, Equador, Panamá, Estados Unidos e Venezuela.
O Brasil programou mais um exercício PERBRA, semelhante ao COLBRA, que será realizado com o Peru entre 24 e 28 de agosto, marcando a quinta edição do exercício operacional conjunto dos dois países, concluiu o Maj Brig Egito do Amaral.
Diálogo / Blog do Capitão Fernando

20 de ago. de 2015

Produto da Estratégia Nacional de Defesa, o cargueiro KC-390 será empregada pela FAB será empregado em transporte logístico e de reabastecimento

Foto: Tereza Sobreira/ MD
O modelo do cargueiro KC-390 (foto), que realizou voo inaugural em fevereiro deste ano, será empregado pela Aeronáutica em missões de transporte logístico e de reabastecimento em voo. O projeto da aeronave inclui mais de 50 empresas brasileiras e conta com a colaboração da Argentina, Portugal e República Tcheca. http://goo.gl/jaeDHF

18 de ago. de 2015

A Vila dos Sargentos, na cidade de Anápolis/GO, recebeu uma aeronave Mirage F-103 em condecoração aos especialistas da Força Aérea Brasileira

Foto: Base Aérea de Anápolis
A Vila dos Sargentos, na cidade de Anápolis (GO), recebeu uma aeronave Mirage F-103 (foto) em condecoração aos especialistas da Força Aérea Brasileira (FAB). Esses profissionais foram os pioneiros da manutenção desses aviões, na Base Aérea de Anápolis (BAAN), em 1972.
O último voo de um caça Mirage, no Brasil, aconteceu no dia 31 de dezembro de 2013 quando o último modelo, em uso, partiu da BAAN com destino ao museu da Força Aérea no Rio de Janeiro.