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20 de ago. de 2015

Exército fará segurança cibernética para Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016

Foto reprodução

O modelo de trabalho do Centro de Defesa Cibernética (CDCiber), que planejou as ações de segurança nas copas das Confederaçõe e do Mundo de Futebol, disputadas em 2013 e 2014 no Brasil, será essencialmente o mesmo nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016, no Rio de Janeiro, devido aos bons resultados alcançados, informou o Centro de Comunicação Social do Exército.

Coordenado pelo Ministério da Defesa e pela Secretaria Especial para Grandes Eventos, do Ministério da Justiça, o planejamento da segurança dos dois e ventos teve também participação das Forças Armadas, da Polícia Federal e das polícias estaduais e municipais, além de  agências governamentais.

Segundo o Exército, para os Jogos do Rio, estão sendo feitos aperfeiçoamentos, com base nas lições aprendidas nos eventos anteriores, mas sem mudanças profundas. O objetivo é que o trabalho seja feito “estendendo capacidades, aperfeiçoando processos e implementando particularidades resultantes dos requisitos específicos dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos”.

No destacamentos de defesa cibernética, mais de 100 especialistas estarão trabalhando até os Jogos Olímpicos, que começam no dia 5 de agosto do ano que vem. O número sobe para cerca de 200 pessoas, se for somada a rede de instituições parceiras, que atuarão sob a coordenação-geral do CDCiber.
A meta é integrar as ações de segurança e defesa contra ações cibernéticas hostis, de modo a garantir que os Jogos ocorram sem problemas nessa área. Embora os incidentes de segurança tenham aumentado, em valores absolutos, a cada grande evento, o Exército destacou que "a capacidade de proteção das instituições envolvidas" também se expandiu significativamente.
Para o Exército, isso significa que a evolução da segurança neutraliza mais ameaças, ao mesmo tempo em que permite identificar com mais precisão riscos que não eram percebidos pelos processos e instrumentos anteriores. O Exército pede, porém, cautela em relação a estatísticas sobre o aumento de incidentes na área da segurança cibernética para evitar conclusões precipitadas tanto positivas quanto negativas. Conforme o Exército,  o CDCiber e seus parceiros vêm buscando indicadores confiáveis para traçar um panorama realista sobre as ameaças cibernéticas para os Jogos Olímpicos e estruturar os mecanismos de defesa necessários.
Segundo o Centro de Comunicação Social do Exército, os incidentes mais comuns nas copas das Confederações e do Mundo foram abusos de sites, páginas falsas, inclusão remota de arquivos em servidores web (rede de internet), hospedagem de artefatos maliciosos e indisponibilidade ou desfiguração de domínios. Também foram citados casos de varredura de portas, uso inadequado dos recursos de tecnologia da informação e comunicação, vazamento de informações, vulnerabilidades detectadas em softwares (programas de computador), ataques de engenharia social (phishing), cópia e distribuição não autorizada de material protegido por direitos autorais; uso abusivo ou indevido de redes sociais para difamação, calúnia, ameaças ou fraudes.

13 de ago. de 2015

SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE DEFESA CIBERNÉTICA


SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE DEFESA CIBERNÉTICA

Em Itaipu o 4º Seminário Internacional de Defesa Cibernética nos dias 20 e 21 de Agosto
Especialistas em segurança cibernética do Brasil e exterior se reunirão, nos dias 20 e 21 de agosto, no Cineteatro dos Barrageiros, na Itaipu Binacional, em Foz do Iguaçu, para debater assuntos como terrorismo cibernético, ativismo hacker e outras ameaças à segurança da informação.
O encontro marca o 4º Seminário Internacional de Defesa Cibernética, que trará à usina palestras internacionais, com militares de Israel e da Espanha. O evento é aberto ao público, incluindo os empregados de Itaipu e do Parque Tecnológico Itaipu (PTI). As inscrições devem ser feitas pelo site www.renasic.org.br. As vagas são limitadas.
A organização é do Centro de Defesa Cibernética do Exército Brasileiro (CDCiber), por meio da Rede Nacional em Segurança da Informação e Criptografia (RENASIC), em parceria com a  Itaipu e o PTI.
A escolha de Itaipu como sede do seminário não ocorre por acaso – a usina é uma das estruturas estratégicas, aquelas que, em caso de colapso, podem causar algum problema ao País. Além da usina, estão na lista as plataformas petrolíferas, o sistema bancário e financeiro (bolsas de valores) e as linhas de transmissão de energia, entre outras.
No PTI, funciona o Laboratório de Segurança Eletrônica, de Comunicações e Cibernética (LaSEC²), fruto de um acordo entre a binacional, o Exército Brasileiro e a Fundação PTI. O laboratório desenvolve tecnologias de defesa cibernética para estruturas estratégicas, foi inaugurado em março.
Programação
A abertura oficial está prevista para as 8h30 de quinta-feira (20). Para a cerimônia, são esperados representantes dos Ministérios da Defesa, da Ciência e Tecnologia, de Relações Exteriores e do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República.
Em seguida, às 9h, o chefe do CDCiber, Paulo Sergio Melo de Carvalho, abre a programação de palestras com o tema "A defesa cibernética como extensão do papel constitucional das Forças Armadas”.
Das 10h40 às 11h30, um representante do Comando Conjunto de Defesa Cibernética da Espanha falará sobre a visão espanhola da segurança e defesa cibernética. A programação segue com palestras e painéis até as 18h20 (veja a agenda completa abaixo).
Na sexta-feira (21), o seminário começa às 9h, com a palestra de Gabi Sibone, diretor do Programa Militar de Guerra Cibernética do Instituto para Estudos de Segurança Nacional, o INSS, de Israel. Ele falará sobre a experiência israelense no combate a ameaça cibernética. Nos dois dias, os participantes poderão interagir com os palestrantes.
Confira a agenda: Quinta-feira (20 de agosto)
8h30 – 9h: Abertura 9h às 9h50: Palestra de Abertura: “A Defesa Cibernética como Extensão do Papel Constitucional das Forças Armadas na Defesa Nacional Gen Paulo Sergio Melo de Carvalho - Chefe do CDCiber 10h40 às 11h30: “Segurança e Defesa Cibernética: Visão da Espanha” Representante do Comando Conjunto de Defesa Cibernética da Espanha 13h30 – 14h10: “As atividades de Proteção Cibernética no âmbito da Força Terrestre” Chefe do CITEx 14:30 às 15:40: Painel - “A atuação das organizações militares e civis na Defesa Cibernética Nacional em tempos de Paz e Conflito” MD / Forças / PR / CERT-BR 16:30 às 17:40: Painel – “Uso de ferramentas de segurança de origem estrangeira & Uso de ferramentas nacionais e seus impactos na preservação da Soberania Nacional RENASIC / Rep. Empresas Nacionais e Rep. Empresas Estrangeiras
Sexta-feira (21 de agosto)
9h às 9h50: “A Experiência Israelense no Combate a Ameaça Cibernética”, Gabi Sibone - Diretor do Programa Militar de Guerra Cibernética do INSS, em Israel 10h40 às 11h30: “O Domínio Cibernético nas Operações Militares e seus efeitos cinéticos e cibernéticos” Marinha do Brasil/ComOpNav/DCTIM 13h20 às 14h10: “O ativismo hacker e outras ameaças cibernéticas avançadas Terrorismo / Espionagem/Ciber G e FAB 14h30 às 15:40: Painel –  “O Terrorismo Cibernético e a Soberania Nacional” (Centro de Inteligência das Forças /MD/ABIN/DPF/ Ministério Público 16h30 às 17:40: Painel –  “A importância da atuação colaborativa na Segurança Cibernética de Infraestruturas Estratégicas” MD/PR/CERT-BR/CDCiber/Itaipu.

24 de mai. de 2014

Integração Latinoamericana avança também no campo militar - Exército Brasileiro incluirá Argentina em treinamento de guerra cibernética

Brasil e Argentina se aproximam cada vez no campo da Defesa

E o pensamento estratégico brasileiro, especialmente o estabelecimento do Princípio Sul-Sul, vem avançando significativamente. Um ponto crucial é a integração dos países da América do Sul e Caribe, em todas as áreas, incluindo-se a militar, e o bloco com o mundo globalizado.
O ministro da Defesa do Brasil, companheiro Celso Amorim esteve em visita a Argentina, em 2013, e dentre os objetivos buscava-se uma parceria no campo militar. Exercícios binacionais já foram conduzidos, bem como a confecção a 4 mãos de um manual-referência para ações de Garantia da Lei e da Ordem. Agora mais uma grande notícia, teremos a presença de um militar argentino em um dos mais sensíveis cursos militares do Exército Brasileiro, o Curso de Guerra Cibernética. Leia detalhes, créditos G1

Em análise:


28 de out. de 2013

VISITA DA COMITIVA DO EXÉRCITO DO CHILE AO BRASIL

VISITA DA COMITIVA DO EXÉRCITO DO CHILE AO BRASIL
Uma comitiva do Exército do Chile, composta pelo Gen Div Daniel ARANCIBIA Clavel (Cmt COT), Cel Francisco RAPOSO Contardo (Asst Cmt COT), Cel Juan SILVA Gonzáles (Ad Mil Chile no Brasil) e TC Jaime CASTILLA Galindo (Ch Seç Avl Etta COT/Chile) veio ao Brasil com a finalidade de conhecer as atividades desenvolvidas por nosso Exército.
O cronograma inicial de atividades constou de visita ao Comando de Operações Especiais, ao COTER, bem como Centro de Defesa Cibernética. Créditos Exército