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2 de mai. de 2023

Israel quer mediar na guerra dos generais do Sudão

Israel quer mediar na guerra dos generais do Sudão


Israel oferecia um acordo para as duas partes envolvidas na guerra do Sudão para tentar alcançar um acordo de alto el fuego. A proposta foi entregue ao chefe do exército, general Abdel Fattah Al-Burhan, e ao chefe das Forças de Apoio Rápido (RSF), general Mohamed Hamdan Dagalo, conhecido como Hemedti, enquanto o ministro de Assuntos Exteriores israelense, Eli Cohen, e o diretor-geral do Ministério de Assuntos Exteriores, Ronen Levy, mantém contato direto com os generais sudaneses.


Anteriormente, Israel consultou Washington e os generais sudaneses aceitaram a oferta de mediação israelense.


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1 de jun. de 2014

Liberdade Religiosa - Sudão liberta mulher condenada à morte

INTERNACIONAL

Sudão - Meriam Yahia Ibrahim Ishag, de 27 anos, havia sido condenada à morte, por ter trocado a religião mulçumana pelo cristianismo. No Sudão impera a Sharia, a lei islâmica que pune as conversões religiosas com a morte. A condenação à morte provocou uma onda de indignação pelo mundo pressionando o governo sudanês a recuar. Leia matéria.

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16 de set. de 2012

Barack Obama diz que não irá tolerar ataques contra norte-americanos

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, rejeitou neste sábado qualquer difamação contra o Islã, mas disse que não há desculpa para ataques à embaixadas dos EUA, insistindo que ele nunca irá tolerar esforços para prejudicar os norte-americanos.

- Eu já deixei claro que os Estados Unidos têm um profundo respeito por pessoas de todas as religiões – disse Obama em seu discurso semanal no rádio. “No entanto, nunca há qualquer justificativa para a violência… Não há desculpa para ataques contra nossas embaixadas e consulados.”
Irados protestos contra os Estados Unidos têm varrido o mundo muçulmano em resposta a um filme que insulta o profeta Maomé. Um ataque contra o consulado do país na cidade líbia de Benghazi matou o embaixador norte-americano, Christopher Stevens, e outros três nesta semana.
Um dia depois de Obama conduzir uma cerimônia marcando o retorno dos corpos dos norte-americanos mortos na Líbia, ele reconheceu que uma onda de violência anti-EUA no Oriente Médio é preocupante.
O Pentágono irá enviar fuzileiros navais para reforçar a segurança na embaixada dos Estados Unidos no Sudão, após reforços semelhantes na Líbia e Iêmen.
A turbulência no Oriente Médio teve repercussões em uma eleição presidencial disputada nos Estados Unidos, com o republicano e adversário de Obama, Mitt Romney, dizendo que o atual presidente enfraqueceu a autoridade do país ao redor do mundo.