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28 de dez. de 2024

Mais e mais casos de Manipulação da Opinião Pública ...

Tem Manipulação da Opinião Publica todo dia, toda hora ....


É impressionante!!!



5 de nov. de 2024

Efeito Lula: indústria ultrapassa agronegócio em empréstimos do BNDES

Efeito Lula: indústria ultrapassa agronegócio em empréstimos do BNDES

Estimulado pelo programa Nova Indústria Brasil e pelo bom desempenho da economia, setor consolida retomada com novos investimentos

Fernando Frazão/Agência Brasil - Site do PT

Em expansão: no acumulado de janeiro a setembro, a indústria concentrou 27% de todo o crédito aprovado pelo BNDES

O programa Nova Indústria Brasil (NIB) segue pavimentando o caminho do país rumo à industrialização, conforme os planos da administração Lula. Graças ao NIB, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) conseguiu aprovar o maior volume de crédito para o segmento em oito anos. De janeiro a setembro, o montante de empréstimos junto à autarquia federal supera, inclusive, aquele direcionado ao agronegócio, cenário visto, pela última vez, em 2016.

Consequência direta do aumento da renda dos trabalhadores, da queda acentuada do desemprego e do controle estrito da inflação, o otimismo dos industriais fez dobrar a demanda por crédito do BNDES, na comparação com 2023. Mais do que nunca, os empresários precisam que o Banco Central (BC) se comprometa com o arrefecimento da taxa básica de juros, a Selic, hoje mantida entre as maiores do mundo.

O movimento de retomada da indústria pelo governo federal quebra o ciclo de negligência para com o setor, que marcou as gestões dos antecessores de Lula. É o que sustenta José Luis Pinho Leite Gordon, diretor de Desenvolvimento Produtivo, Inovação e Comércio Exterior do BNDES.

Leia mais: Expansão da indústria impulsiona novos empregos no país, diz IBGE

“Nos anos anteriores aos do governo do presidente Lula, a indústria foi totalmente deixada de lado. O BNDES deixou de apoiar o setor industrial no sentido não só de financiamento, porque diminuiu muito, mas também deixou de ter uma diretoria que olhava para a indústria”, lamentou.

De acordo com Gordon, no acumulado de janeiro a setembro, a indústria concentrou 27% de todo o crédito aprovado pelo BNDES, seguida pela agropecuária, que obteve 26%. Em 2023, entretanto, foi o inverso: o campo respondeu por 31%, enquanto que as fábricas ficaram com 18%.

“Estamos nos reaproximando do setor industrial sem deixar de apoiar os outros. Não queremos deixar de apoiar o agro nem a infraestrutura”, explica o diretor do BNDES. “O agro também demanda máquinas e equipamentos do setor industrial. Não queremos deixar de apoiar isso”, acrescenta.

Leia mais: Produção industrial cresce 1,1% em setembro, após alta de 0,2% em agosto

Entre os ramos da indústria com mais créditos aprovados, destacam-se alimentos e bebidas (25%), mecânica (18%), química e petroquímica (12%) e transportes (12%).

Nova Indústria Brasil

Em entrevista à Folha de S.Paulo, Mário Sérgio Telles, superintendente de Economia da Confederação Nacional da Indústria (CNI), atribuiu a maior procura pelo BNDES ao programa do governo federal e ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). “O BNDES tinha se fechado bastante para todos os setores e as aprovações tinham caído muito”, reconhece.

“É um momento de inflexão importante, com demanda maior, um mercado de trabalho crescendo e concessões de crédito avançando. As aprovações para a indústria cresceram significativamente em 2023 e estão crescendo neste ano em relação ao mesmo período do ano passado.”

Infraestrutura

Outro setor estratégico para o crescimento industrial e do país como um todo, a infraestrutura também tem recebido aportes cruciais para o desenvolvimento nacional. Somente entre janeiro e setembro de 2024, o BNDES aprovou um montante impressionante de R$ 78,3 bilhões para projetos de infraestrutura.

Para colocar em perspectiva, no período de 2019 a 2022, durante todo o governo Bolsonaro, o banco aprovou um total de R$ 67,9 bilhões em projetos de infraestrutura. A mudança drástica na política de aprovações do BNDES indica uma nova direção na estratégia do banco, reconhecendo o papel estratégico que o setor tem para a soberania do país.

“As obras de infraestrutura, do saneamento às rodovias, são essenciais para impulsionar outros setores, estimular a produção industrial e escoar a produção agrícola”, declarou o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, à Folha.

Da Redação, com BNDES, Folha de S.Paulo 


Créditos PT

15 de set. de 2023

Resposta aos neoliberais: Resposta sobre o calote ao empréstimo BNDES à Cuba




Resposta aos neoliberais sobre o "calote" ao empréstimo BNDES à Cuba.


Bolsonaro expulsou os Médicos Cubanos, sob a alegação de trabalho escravo. 

Por consequência, quase que automaticamente, se congelaram as relações diplomáticas entre a Ilha e o Brasil, e Cuba parou de pagar o empréstimos concedido ao país para garantir a construção do Porto de Mariel.

Agora, com a volta do governo progressista, Cuba e Brasil formam um GT para calcular o valor exato da dívida e se seguirá o fluxo de pagamento normalmente.


Obs: a desinformação que fizeram contra ti, os jornalecos não vão ser atualizadas.


Resposta aos neoliberais: https://capitaofernandointernacional.blogspot.com/2023/09/antes-de-receber-lula-cuba-pede-mais.html


13 de dez. de 2022

Lula confirma Mercadante no BNDES e diz que acabará com privatizações --- créditos CNN

 

Lula confirma Mercadante no BNDES e diz que acabará com privatizações

Anúncio foi feito na coletiva de imprensa com equipe da transição

O presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva durante coletiva no CCBB, em Brasília.
O presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva durante coletiva no CCBB, em Brasília.Marcelo Camargo/Agência Brasil - 9.dez.2022

Tiago Tortellada CNN

em São Paulo

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O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou nesta terça-feira (13) Aloizio Mercadante como próximo presidente do BNDES. Ele também falou do fim das privatizações no país.

“Vai acabar privatizações nesse país. Já privatizaram quase tudo. Vai acabar, e nós vamos mostrar que algumas empresas públicas vão poder mostrar a sua rentabilidade”, disse.

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Ao justificar a escolha de Mercadante para o BNDES, explicou que “precisamos de alguém que pense em desenvolvimento, de alguém que pense em reindustrializar esse país, que pense em inovação tecnológica, de alguém que pense na geração de financiamento ao pequeno, grande e médio empresário para que esse país volte a gerar emprego”.

As falas foram feitas durante coletiva de imprensa da equipe de transição, em que coordenadores falaram brevemente sobre os relatórios finais que os grupos técnicos montaram sobre a situação do governo federal atual.

Participaram do evento a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, Aloizio Mercadante, Flávio Dino, próximo ministro da Justiça, Rui Costa, próximo ministro da Casa Civil, Mauro Vieira, próximo ministro das Relações Exteriores, Geraldo Alckmin, vice-presidente eleito, a futura primeira-dama Janja e Lu Alckmin.

Campanha, transição e Bolsonaro

Lula também pontuou que a campanha presidencial de 2022 “não foi habitual”, tendo que “enfrentar o Estado brasileiro”.

“Nunca o estado brasileiro e suas instituições estiveram tão a serviço de um candidato desde a proclamação da República como do senhor sainte, o senhor Jair Bolsonaro”, comentou.

O presidente eleito afirmou que respeitou quem ganhou nas outras eleições em que perdeu, e que Bolsonaro “está mostrando o que ele é agora”, “incentivando os ativistas fascistas que estão nas ruas se movimentando”.

Sobre os relatórios que foram feitos pela equipe de transição, o petista destacou que foi feito uma “radiografia perfeita do estrago que foi feito nesse país”.

Reforma tributária e compromisso com educação e saúde

Outros pontos de destaque na fala de Lula foram a educação e a saúde, advertindo que o SUS é “incompreendido desde a sua criação”.

“Quero, no dia da minha posse, assumir um compromisso com a educação básica nesse país, com o ensino fundamental desse país”, disse, acrescentando que lutará para ensino integral.

Dentro do escopo da saúde, após falar sobre a população mais pobre não ter acesso a planos de saúde, por exemplo, o presidente eleito pontuou que é necessária uma reforma tributária para “corrigir um pouco as injustiças centenárias que tem nesse país”.

“Governar para todos de verdade significa: o crescimento do PIB não é um número para ser utilizado em manchete de jornal. O crescimento do PIB só tem sentido se a gente distribuir o crescimento com aqueles que produziram o crescimento, que é o povo trabalhador desse país”, finalizou Lula.

Créditos CNN

2 de fev. de 2020

Trabalhadores sentirão na carne enfraquecimento do BNDES, diz ex-presidente do banco

Trabalhadores sentirão na carne enfraquecimento do BNDES, diz ex-presidente do banco

Luciano Coutinho fala sobre os ''mitos'' e importância da entidade para o desenvolvimento do país. Saiba mais: https://capitaofernandoeconomia.blogspot.com/search/label/BNDES