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25 de mai. de 2014

MST produz alimentos para a Família Brasileira. Com o selo da Reforma Agrária, assentamentos plantam e colhem de tudo pelo país. E o melhor, não usam os agrotóxicos, estes vendidos pelas grandes transnacionais.

Créditos Revista do Brasil

O Movimentos dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) vem demonstrando uma enorme capacidade de trabalho, organização e direção. Juntos, produzem alimentos por todo o país. Meus sinceros cumprimentos a meu amigo amigo João Pedro Stédile, bem como a todos os demais companheiros e companheiras do MST, da Via Campesina e dos demais movimentos sociais do Rio Grande do Sul, do Brasil e do mundo. Leia matéria.


OBS: Por trás dessa política, há pontos de extrema importância, como a soberania alimentar; a urgência de termos tecnologia nacional para produção das mais diversas sementes (hoje isso está na mão de grans multinacionais); bem como o não-uso de agrotóxicos (também na mão das grandes multinacionais), que destroem o meio ambiente e só visam lucros e mais lucros, concentram renda e exploram os trabalhadores, inclusive colocando uma boa parte deles em situação análoga à escravidão.

3 de abr. de 2014

Delegação Russa demonstra interesse comercial no Parque Assis Brasil e na ExpoInter



Parque Assis Brasil - Esteio/RS - 02/04/2014 - Os Secretários Adeli Sell e Fioreze receberam a visita de representantes de empresas russas interessados na Expointer. Segundo os visitantes, há interesse comercial na expansão das representações internacionais nesta que é a maior feira agropecuária da América Latina, o que torna a Expointer ainda mais importante para o Rio Grande do Sul, para o Brasil e para o mundo. Foto divulgação.

17 de out. de 2013

Dilma anuncia quase R$ 9 bilhões em apoio a agricultura orgânica

Presidenta Dilma Roussef (PT-RS) anunciou hoje (17), que vai investir R$8,8 bilhões para desenvolver a agricultura orgânica no Brasil, com o Plano #BrasilAgroecológico. Desse montante, está destinado R$ 7 bi para investimentos.

Parabéns Dilma Roussef!


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14 de out. de 2013

LÍDERES DO AGRONEGÓCIO CRITICAM MARINA!

A Sociedade Rural Brasileira afirmou "não entender a intolerância e hostilidade da ex-ministra com os produtores rurais e seus representantes políticos". A Associação Brasileira dos Criadores de Zebu chamou a ex-senadora de "injusta" com as causas defendidas pelo setor. Já a Associação Brasileira dos Produtores de Soja sustentou que a declaração de Marina Silva denota visão míope e atrasada da realidade do campo, e a Federação dos Plantadores de Cana do Brasil declarou que "entristecem declarações sem motivos contra o agronegócio". Folha de São Paulo - 12/10.

13 de out. de 2013

Abertura do plantio da soja no estado do RS é marcada por otimismo

A abertura oficial do plantio da soja no estado do RS, com claro apoio das lideranças do agronegócio gaúcho às políticas simultâneas desenvolvidas pelo governo federal e estadual, foi marcada pelo otimismo. 
A soja é o principal produto da agricultura gaúcha, assim, embalado pela boa colheita da safra de 2012, que injetou na economia do estado R$ 38 bilhões, a semeadura deste ano é especial.Foto Cláudio Vaz/Agência RBS Leia matéria

2 de out. de 2013

Brasil erradica fome de 10 milhões de pessoas e já cumpriu as metas do Milênio, segundo FAO/ONU.

Número de pessoas que passam fome no Brasil reduz em quase 10 milhões e já cumpriu com as metas do Milênio, aponta a FAO/ONU. No Brasil, milhares de pessoas são beneficiárias de programas para erradicação da pobreza extrema, como o Fome Zero e o RS Mais Igual, que asseguram o direito humano à alimentação. E ainda temos a força da agricultura familiar que contribui para o desenvolvimento sustentável e redução da fome. http://bit.ly/1f0ci4m

26 de ago. de 2013

Direita perde feio no RS - Tentativa de liberação de Agrotóxicos é barrada pela Assembléia Gaúcha.

Os deputados estaduais progressistas venceram a direita, numa vã tentativa deles de voltar a liberação do uso irracional de agrotóxicos no RS. 
O Projeto de Lei n° 20/2012, que tinha como proposição alterar regras de comercialização e armazenamento de agrotóxicos no estado, foi retirado da Assembleia Legislativa. 
O líder da bancada do PT, deputado Edegar Pretto, apresentou posição contrária ao projeto, considerado inconstitucional. Entre os argumentos, foi citada a pretensão de trocar o nome de agrotóxicos para agroquímicos, contraposição de lei federal, interferência no plano diretor dos municípios, risco à saúde e não consolidação da defesa do meio ambiente. Leia mais


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24 de ago. de 2013

Começa maior Feira Agropecuária da América Latina - 36a EXPOINTER, em Esteio/RS


Capitão Fernando em visita a EXPOINTER, edição de 2012. Foto Arquivo pessoal Capitão Fernando


Começa hoje (24) a 36ª edição da Expointer, a maior feira agropecuária da América Latina, no Parque Assis Brasil, em Esteio/RS, região metropolitana de Porto Alegre.

O melhor meio de acesso é o trem, pois tem uma estação bem em frente ao Parque. Ano passado eu fui à EXPOINTER, de trem, e foi bem tranquilo.
Ainda, o governo do Estado definiu o projeto de modernização das instalações, com investimentos privados na ordem de R$ 280 milhões, que terá um agroshopping, um centro de eventos e um parque tecnológico.
Leia matéria da Zero Hora



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24 de jul. de 2013

Bioterrorismo contra o Brasil? ABIN e outros ógãos suspeitam e estão mobilizados. Prejuízos já são bilionários.

Ao mesmo tempo em que os brasileiros são surpreendidos com a extensão da rede de espionagem da Agência de Segurança Nacional (NSA) estadunidense, outra ameaça igualmente grave entra na pauta das preocupações do País: o bioterrorismo.
 
 
A suspeita envolve a presença de uma espécie de mariposa até há pouco inexistente no território nacional, que está se espalhando sem controle e afetando os cultivos de algodão, milho, soja, sorgo, feijão e tomate, em 12 estados. Apenas no oeste da Bahia, o inseto já causou prejuízos de R$ 1,5 bilhão à safra de algodão deste ano (O Globo, 6/07/2013). Leia matéria completa

8 de jun. de 2013

Nota da Via Campesina/RS sobre os conflitos agrários com quilombolas e índios

VIA CAMPESINA – RS
 
NOTA E PROPOSTA DA VIA CAMPESINA – RS
 
EM DEFESA DOS PEQUENOS AGRICULTORES(AS) QUE RESIDEM EM ÁREAS INDÍGENAS E QUILOMBOLAS
 
            Diante da situação difícil e dolorosa vivida por pequenos agricultores(as) residentes em áreas identificadas e reconhecidas constitucionalmente como áreas indígenas e de quilombolas, os Movimentos que compõe a Via Campesina vem diante da sociedade e dos Governos Federal e do Rio Grande do Sul, defender o seguinte:
O Estado é Responsável
             Esta situação foi criada no passado pelo próprio Estado colonizando, vendendo, escriturando e cedendo aos pequenos agricultores(as) terras que pertenciam aos povos indígenas e a população negra. Portanto, cabe ao Estado mediar o conflito instalado, negociar e encontrar soluções que atendam aos direitos dos pequenos agricultores(as) que foram colocados, em época passadas, em áreas reconhecidas pela Constituição como terras indígenas e quilombolas.
            A Via Campesina reconhece e defende os direitos dos índios e quilombolas às suas terras e territórios reconhecidos pela Constituição.
Solução Existe, Basta Vontade Política
A Via Campesina propõe aos Governos, baseada inclusive em ações já desenolvidas e negociadas em governo passados, como forma de resolver a situação, reassentar as famílias de pequenos agricultores(as) residentes em áreas reconhecidas como indígenas ou quilombolas, garantindo a todos os seus direitos à terra, casa e vida digna.
A Via Campesina propõe:
Módulo Mínimo por Família – mais de 18 hectares
 Reassentamento de todas as famílias com área de terra do tamanho mínimo do módulo da região (na maioria dos casos, áreas maiores de 18 hectares);
 
 
 
Terra para Filhos e Filhas Maiores de 18 anos
 Reassentamento dos filhos e filhas maiores de idades das famílias residentes em áreas indígenas ou quilombolas, também com área do tamanho do módulo da região;
Terra Por Terra
 Reassentamento de pequenos agricultores de até quatro módulos que tenham áreas maiores de um módulo nas áreas indígenas ou quilombolas, reassentados com área igual a que tem atualmente, recebendo terra por terra.
Terra na Região onde vivem as Famílias
 Reassentar as Famílias na mesma região onde está sendo reconhecida a área indígena ou quilombola.
Casa,  Energia, Água, Escolas e Infrestrutura
            Estes reassentamentos terão que receber condições de moradia, luz, água e infraestrutura para garantir condições dignas de vida para as famílias a serem reassentadas.
Denunciamos as Manobras de Políticos e Latifundiários Grileiros de Terras Públicas
            A Via Campesina não aceita, rechaça e condena toda e qualquer forma de violência cometidas contra indígenas e quilombolas em luta por seus direitos.
A Via Campesina não aceita que erros e injustiças históricas promovidas pelos vários governos ao longo dos anos, o que implica responsabilidade do Estado, seja hoje usado para jogar pobres contra pobres, negando os direitos de ambos e gerando insegurança, angústia e incertezas para todos, acirrando ânimos  estimulando  conflitos.
            A Via Campesina Denuncia a manobra de grandes fazendeiros latifundiários de vários pontos do Brasil, grileiros de terras indígens e quilombolas, que usam o argumento de defender os pequenos agricultores(as) como escudo para defender suas terras mal havidas e hoje reconhecidas constitucionalmente como terras indígenas e quilombolas.
            Denunciamos também as tentativas legislativas (Projetos de Lei, PEC´s) de desmonte dos direitos constitucionais dos povos e comunidades tradicionais, pois são os mesmos que bloqueiam o avanço da reforma agrária e da agricultura camponesa.
            Diante da gravidade do que está em disputa, a Via Campesina conclama todos os setores populares e progressistas a se manifestarem em defesa dos direitos de reassentamento dos pequenos agricultores(as), em defesa dos direitos dos indígenas e quilombolas e exigir do Estado Brasileiro que cumpra com suas responsabilidades e atribuições.
Porto Alegre, 07 de junho de 2013.
 
Via Campesina – Rio Grande do Sul

7 de jun. de 2013

Governo Dilma lança o maior Plano Safra da história do país.

A presidenta Dilma Roussef (PT) anunciou o maior Plano Safra da história brasileira. Ao todo serão investidos um total de R$ 136 bilhões para a safra 2013/2014.
Além dos recursos financeiros, o governo determina um outro importante avanço, que é a criação do serviço nacional de assistência técnica e extensão rural nacional, com os objetivos de assessorar e incidir na capacitação, na orientação técnica, na extensão rural junto aos produtores brasileiros.  Leia detalhes