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9 de jun. de 2025

CBIC participa de fórum Brasil-França e debate oportunidades verdes - créditos Agência CBIC

CBIC participa de fórum Brasil-França e debate oportunidades verdes

Dando continuidade à sua agenda internacional na França, o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Renato Correia, participou nesta sexta-feira (6) do Fórum Econômico Brasil-França, realizado em Paris. O evento fez parte da visita de Estado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao país e reuniu autoridades, empresários e representantes de instituições brasileiras e francesas.

A agenda coincidiu com o Dia Mundial do Meio Ambiente e também marcou simbolicamente os 200 anos das relações diplomáticas entre Brasil e França, reforçando a importância do diálogo bilateral em temas estratégicos como descarbonização, transição energética, meio ambiente e novas oportunidades de negócio.

“O encontro foi promovido pelo governo brasileiro em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), que teve presença marcante no evento. Aproveitamos a oportunidade de já estarmos em Paris para acompanhar as discussões, que giram em torno de temas extremamente relevantes para a construção civil e para o desenvolvimento sustentável das cidades”, destacou Renato Correia, que acompanhou a agenda ao lado de diretores da CNI e representantes da iniciativa privada.

 Lula defende aumento no comércio entre Brasil e França

Durante a sessão de encerramento do Fórum, o presidente Lula convocou o setor empresarial brasileiro e francês a estabelecer metas para ampliar o fluxo comercial entre os dois países, que atualmente gira em torno de US$ 9,1 bilhões — número que, segundo ele, ainda é baixo se comparado com outros parceiros comerciais do Brasil.

“Vamos sair daqui lançando um plano de metas: nos próximos 10 anos vamos chegar a US$ 20 bilhões, e trabalhar para isso. Temos que descobrir oportunidades e fazer acontecer”, declarou o presidente brasileiro, diante de uma plateia composta por líderes empresariais e autoridades dos dois países.

Lula também defendeu o avanço nas negociações do acordo entre a União Europeia e o Mercosul, destacando que o Brasil está comprometido com metas ambientais, como o combate ao desmatamento e a recuperação de áreas degradadas. A França, que ainda impõe resistências ao acordo por questões ambientais, foi chamada ao diálogo. “As agriculturas francesa e brasileira são complementares. Uma não prejudica a outra”, afirmou Lula.

O evento também abriu espaço para futuras cooperações em áreas como energias renováveis, saúde, mundo digital, infraestrutura e logística — temas de interesse direto para o setor da construção e foco crescente da atuação da CBIC em fóruns internacionais.

4 de jul. de 2023

Brasil inaugura primeira fase da ferrovia FIOL com participação de empresa chinesa




 


Brasil inaugura primeira fase da ferrovia FIOL com participação de empresa chinesa


Ilhéus, Brasil, 4 jul (Xinhua) -- O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, inaugurou nesta segunda-feira a primeira etapa das obras da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL) na cidade de Ilhéus, no estado da Bahia, nordeste do país.

Esta primeira fase da FIOL (FIOL I) ligará Caetité (no sudoeste do estado) a Ilhéus (situada na região sul da Bahia) , onde houve a cerimônia de lançamento da obra. Quando terminadas as três fases da FIOL, a ferrovia se conectará com a Norte-Sul e Centro-Oeste para formar a rede nacional ferroviária do Brasil.

A FIOL I terá 537 quilômetros de extensão, convertendo-se em um importante corredor logístico com capacidade para movimentar até 60 milhões de toneladas por ano.

Na cerimônia de inauguração, Lula defendeu mais investimentos no setor ferroviário do país e disse que, com isso, a indústria siderúrgica nacional poderia ser mais competitiva.

"Isto é um desafio para nós. O Brasil está importando ferrovias, quando poderia produzi-las aqui, para gerar mais empregos no país e uma oportunidade de crescimento da cidadania do nosso povo", ressaltou o presidente.

O presidente acrescentou que, para poder financiar as ferrovias, o governo precisa garantir estabilidade política, econômica, jurídica e social aos empresários.

A empresa China Railway No.10 Construtora do Brasil Ltda está encarregada de construir a primeira parte da FIOL I, que tem 126 quilômetros. O período da obra é de 36 meses.

Li Haifeng, presidente executivo da China Railway No.10 Ingenieria Grupo Co., Ltda (CREC 10), afirmou que "como empresa estatal da China, nossa empresa se esforça para construir a obra da FIOL com alto padrão, sustentabilidade e benefício ao povo local, destacando a qualidade chinesa. Com este projeto, dedicamos nossa contribuição com alta qualidade para a Iniciativa ' Uma Faixa, uma Rota da China". 


Créditos Xinhua

5 de abr. de 2023

Lula toma medidas para levar saneamento básico a todos os brasileiros - créditos Brasil 247

Lula toma medidas para levar saneamento básico a todos os brasileiros

Decretos corrigem falhas deixadas pelo governo Bolsonaro que impediam investimentos em mais de 3 mil cidades. Meta é universalizar serviços de água e esgoto até 2033

José Paulo Lacerda/CNI

Tratmento de esgoto no DF: hoje, 50% dos resíduos no Brasil não são tratados e acabam lançados diretamente na natureza (Foto: José Paulo Lacerda/CNI)

governo Lula toma, nesta quarta-feira (5), medidas fundamentais para que o Brasil universalize os serviços de saneamento básico até 2033.

Créditos PT, leia matéria completa: https://capitaofernandoinfraestrutura.blogspot.com/2023/04/lula-toma-medidas-para-levar-saneamento.html

1 de jan. de 2022

INFRAESTRUTURA - Transição energética gera euforia em MG e apreensão no RS - créditos Folha

 INFRAESTRUTURA - Transição energética gera euforia em MG e apreensão no RS - créditos Folha. 

JANAÚBA, MG, E CANDIOTA, RS (FOLHAPRESS) - As diferenças entre as cidades de Janaúba, no norte de Minas Gerais, e Candiota, no sul do Rio Grande do Sul, vão hoje bem além do clima e dos sotaques de cada região brasileira. Separadas por cerca de 2.700 quilômetros, as duas vivem expectativas bem distintas sobre o futuro.

Leia mais: http://capitaofernandoinfraestrutura.blogspot.com/2022/01/infraestrutura-transicao-energetica.html 


27 de nov. de 2021

26 de set. de 2021

Indicação de Livro - Máfia Verde: O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial. Compre diretamente da Amazon!!!


 


Indicação de Livro -

Máfia Verde: O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial.

Na mira da Máfia Verde, estão projetos de infraestrutura, novas tecnologias, avanços científicos e o otimismo cultural necessários ao progresso. Pela sua ação, como mostra o mapa da Embrapa Monitoramento por Satélite, grande parte do território brasileiro se converteu em "áreas de exclusões de desenvolvimento".
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INFRAESTRUTURA - Cinco Falácias do Sr. Silva e Luna, atual presidente da Petrobrás, na Câmara dos Deputados - Por Felipe Coutinho/Carta Maior

INFRAESTRUTURA -

Cinco Falácias do Sr. Silva e Luna, atual presidente da Petrobrás, na Câmara dos Deputados - Por Felipe Coutinho/Carta Maior. 

Leia mais: https://capitaofernandoinfraestrutura.blogspot.com/2021/09/cinco-falacias-do-sr-silva-e-luna-atual.html 


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6 de ago. de 2021

INFRAESTRUTURA - Câmara dos Deputados aprova texto-base da privatização dos Correios




INFRAESTRUTURA - 

Câmara dos Deputados  aprova texto-base da privatização dos Correios Deputados vão analisar agora os destaques apresentados na tentativa de mudar trechos do texto. 

Saiba mais: https://capitaofernandoinfraestrutura.blogspot.com/search/label/Correios


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14 de jul. de 2021

Repercutimos a edição de 14/07/21 do Ex-Blog do César Maia

 

A CRISE DA ÁGUA!

(Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura - O Estado de S. Paulo, 10) Os assuntos água e energia cada vez mais frequentam a mídia nacional e a mundial. A pior crise hídrica em 90 anos no Brasil, trazendo a possibilidade de falta de energia, junto com as questões climáticas, nos obriga a discutir com muito cuidado e atenção esses dois temas. Não só com um olhar sobre o Brasil, mas também para o mundo. O acesso à água e à energia será cada vez mais necessário para dar qualidade e dignidade de vida às pessoas. Com isso, a tendência é de que a oferta de água e de energia cresça numa velocidade inferior à demanda. Portanto, para manter o equilíbrio entre oferta e demanda, será cada vez mais necessário racionalizar o uso tanto da água como da energia, entendendo que os preços devem ser crescentes.

No Brasil, água e energia se confundem. Isso porque a nossa geração de energia tem na água a sua principal fonte. A protagonista das três crises de energia elétrica nos últimos 20 anos (2001/2002, 2014/2015 e, agora, 2021/2022) tem sido a água – ou, melhor, a falta de água, que é responsável ainda hoje por 70% da nossa geração de energia. E, como a água no Brasil cada vez terá mais uso múltiplo, é preciso encontrar ou, melhor, propor uma política pública que leve isso em consideração. Hoje o agronegócio, que tem sido o principal setor da nossa economia, precisa cada vez mais de água e de energia para irrigação; não podemos abrir mão da navegação nas hidrovias, nem tão pouco para atender atividades de turismo; isso sem falar no saneamento, cujo um dos maiores desafios é a captação de água.

Neste contexto, a discussão central que deveríamos travar – e já passamos da hora – é a valoração da água. No Brasil sempre tivemos um olhar de que água seria uma dádiva de Deus e, por isso, seu custo seria zero. Portanto, gerar energia com água é a forma mais barata. Esse olhar sobre a água nos leva àquele conceito de que países que são presenteados com muitos recursos naturais acabam por sofrer uma maldição. Esse conceito é muito usado em relação aos recursos naturais. A “Maldição dos Recursos Naturais” é um termo utilizado para mostrar que países ricos em recursos naturais crescem menos, pois essa fonte de riqueza tende a gerar desperdícios em meio à corrupção e a entraves burocráticos. Gastos correntes crescem em detrimento de ações na infraestrutura e no fortalecimento institucional. Isso acaba beneficiando grupos influentes e desorganiza a economia. No fim do dia, são sociedades predadoras de recursos naturais. Só sabem colher, não sabem plantar. E é dessa forma que estamos nos comportando na utilização das nossas bacias hidrográficas há bastante tempo.

A água, por seu uso múltiplo, não é nem será mais a fonte mais barata para gerar energia elétrica no Brasil. Precisamos garantir um nível mínimo de armazenamento nos reservatórios e deslocar o uso do potencial de geração hidráulica para garantir as vazões mínimas, a sazonalização da oferta de energia para as demais renováveis e o atendimento da ponta do sistema elétrico. Térmicas a gás natural com 70% de inflexibilidade e nucleares passariam a ser parte da geração prioritária de base, complementada por geração hidráulica de vazão mínima, eólica, solar, hidráulica a fio de água e por novas fontes, como o biogás.

Precisamos parar de adotar soluções de países ricos, que têm uma realidade energética diferente da nossa. Precisamos construir um projeto brasileiro para o setor de energia. Olhando para as nossas vantagens comparativas e a realidade da nossa sociedade. A Califórnia não é aqui. Portanto, diante dessa situação de mais uma crise, em que a protagonista é mais uma vez a água, a prioridade deveria ser construir uma matriz elétrica mais equilibrada, mais confiável e menos refém do clima, aproveitando a diversidade das nossas fontes primárias de energia. Precisamos, também, da mesma forma que foi feito com o gás natural e com o saneamento, discutir no Congresso um marco regulatório para a água no Brasil. No processo de transição energética, o desafio é aumentar a oferta de energia. Aí, sim, enfrentaremos o real problema com soluções próprias, resolvendo a questão central do uso múltiplo da água e afastando de vez o pesadelo de novos apagões e racionamentos.

9 de mai. de 2021

Comissão debate as consequências da privatização da Eletrobras, e petistas alertam que conta de luz pode ficar 16% mais cara

INFRAESTRUTURA -

Comissão debate as consequências da privatização da Eletrobras, e petistas alertam que conta de luz pode ficar 16% mais cara.

Leia artigo: https://www.asaas.com/c/903922181194  


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10 de jan. de 2021

INFRAESTRUTURA - Para especialistas, venda de estatais não atende a uma política energética, mas a uma ideologia - Sul21

 



INFRAESTRUTURA - 

Para especialistas, venda de estatais não atende a uma política energética, mas a uma ideologia. Créditos Sul21. 

Leia matéria: https://capitaofernandoinfraestrutura.blogspot.com/2021/01/infraestrutura-para-especialistas-venda.html 



LEIA TAMBÉM:


* A saga tucana pela privatização continua. No Rio Grande do Sul Frente em defesa da estatal de Energia é lançada!!! Confira: https://capitaofernando.blogspot.com/2021/01/a-saga-tucana-pela-privatizacao.html 


**Tudo sobre Privatização - https://capitaofernando.blogspot.com/search/label/Privatiza%C3%A7%C3%A3o



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