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19 de jun. de 2018

Meio trilhão de reais - Petrobras: Temer e aliados querem golpear brasileiros em meio trilhão de reais


Com um prejuízo que beira meio trilhão de reais, um novo ataque aos brasileiros e ao Brasil está em curso sob o comando dos mesmos personagens que sustentaram o golpe contra a democracia e contra a presidenta Dilma Rousseff. O governo Michel Temer e sua base planejam nesta terça-feira (19) votar a toque de caixa um substitutivo ao Projeto de Lei 8939/17, que pode significar para a União uma perda equivalente a quase quatro vezes o que o governo federal destinou neste ano para a saúde.
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8 de abr. de 2014

10 VERDADES SOBRE O CASO PETROBRAS E A REFINARIA PASADENA:














10 VERDADES SOBRE O CASO PETROBRAS E A REFINARIA PASADENA:
1 – A Petrobras pagou pela refinaria de Pasadena um preço bem menor se comparado com outros negócios fechados também em 2006;
2 – A refinaria custou, ao todo, US$ 486 milhões e não US$ 1,18 bilhão como afirmam. O preço final equivale a US$ 4.860 por capacidade de barril processado por dia. A média do preço de compra e venda de refinaria naquele ano nos EUA foi de US$ 9.734 por barril. Pasadena custou, portanto, menos da metade do valor pago por outras refinarias.
3 – A decisão de comprar a refinaria atendia ao planejamento estratégico da companhia, definido ainda no governo Fernando Henrique, que previa investir em refino no exterior para lucrar com a venda de derivados de petróleo sobretudo no mercado americano.
4 – A proposta foi aprovada pelo Conselho de Administração porque era vantajosa para a companhia e atendia ao planejamento estratégico. Uma instituição financeira contratada apenas para avaliar o negócio recomendou a compra. Empresários que participavam do Conselho e não pertenciam ao governo foram favoráveis à compra porque entenderam que o negócio era bom e o preço, justo;
5 – A cláusula de ‘put option’ não é motivo para polêmica alguma. A opção de a Astra Oil vender sua parte à Petrobras só existiu porque a estatal brasileira tinha direito à palavra final sobre os rumos e os investimentos futuros na refinaria. Se a Astra não estivesse de acordo, teria a opção de vender e a Petrobras, que como já se viu tinha o interesse em ficar à frente do negócio, teria a opção de comprar.
6 – O mesmo vale para a cláusula Marlim: a Petrobras levaria a Pasadena 70 mil barris/dia produzidos no campo de Marlim, porém só tinha comprado 50% da refinaria, ou seja, uma cota de refino de 50 mil barris/dia. Para processar os 20 mil barris/dia excedentes, a Petrobras pagaria 6,9% de rentabilidade para “alugar” parte da capacidade que pertencia aos belgas.
7 – A refinaria está operando e dando lucro para a Petrobras;
10 VERDADES SOBRE O CASO PETROBRAS E A REFINARIA PASADENA:

1 – A Petrobras pagou pela refinaria de Pasadena um preço bem menor se comparado com outros negócios fechados também em 2006;

2 – A refinaria custou, ao todo, US$ 486 milhões e não US$ 1,18 bilhão como afirmam. O preço final equivale a US$ 4.860 por capacidade de barril processado por dia. A média do preço de compra e venda de refinaria naquele ano nos EUA foi de US$ 9.734 por barril. Pasadena custou, portanto, menos da metade do valor pago por outras refinarias.

3 – A decisão de comprar a refinaria atendia ao planejamento estratégico da companhia, definido ainda no governo Fernando Henrique, que previa investir em refino no exterior para lucrar com a venda de derivados de petróleo sobretudo no mercado americano.

4 – A proposta foi aprovada pelo Conselho de Administração porque era vantajosa para a companhia e atendia ao planejamento estratégico. Uma instituição financeira contratada apenas para avaliar o negócio recomendou a compra. Empresários que participavam do Conselho e não pertenciam ao governo foram favoráveis à compra porque entenderam que o negócio era bom e o preço, justo;

5 – A cláusula de ‘put option’ não é motivo para polêmica alguma. A opção de a Astra Oil vender sua parte à Petrobras só existiu porque a estatal brasileira tinha direito à palavra final sobre os rumos e os investimentos futuros na refinaria. Se a Astra não estivesse de acordo, teria a opção de vender e a Petrobras, que como já se viu tinha o interesse em ficar à frente do negócio, teria a opção de comprar.

6 – O mesmo vale para a cláusula Marlim: a Petrobras levaria a Pasadena 70 mil barris/dia produzidos no campo de Marlim, porém só tinha comprado 50% da refinaria, ou seja, uma cota de refino de 50 mil barris/dia. Para processar os 20 mil barris/dia excedentes, a Petrobras pagaria 6,9% de rentabilidade para “alugar” parte da capacidade que pertencia aos belgas.

7 – A refinaria está operando e dando lucro para a Petrobras;

8 – Somente depois de 2006, quando se descobriu o Pré-Sal e a demanda no mercado brasileiro aumentou, o Conselho de Administração da Petrobras mudou o planejamento estratégico. O foco passou a ser a exploração do Pré-Sal e a construção de refinarias no Brasil.

9 – A crise financeira mundial, a partir de 2008, esfriou o mercado de derivados de petróleo nos Estados Unidos e, por tabela, o preço das refinarias instaladas naquele país.

10 – A decisão de vender a refinaria de Pasadena faz parte do plano de desinvestimento, anunciado pela companhia em 2011, para concentrar investimentos na exploração do pré-sal e nas novas refinarias no Brasil. Mas a empresa não pretende vender no período de baixa. No último ano, no entanto, o mercado norte-americano já dá sinais de novo aquecimento por refinaria com o perfil de Pasadena.
31 de março às 22:12 · Editado · Curtir

Bruno Moser Nunes
8 – Somente depois de 2006, quando se descobriu o Pré-Sal e a demanda no mercado brasileiro aumentou, o Conselho de Administração da Petrobras mudou o planejamento estratégico. O foco passou a ser a exploração do Pré-Sal e a construção de refinarias no Brasil.
9 – A crise financeira mundial, a partir de 2008, esfriou o mercado de derivados de petróleo nos Estados Unidos e, por tabela, o preço das refinarias instaladas naquele país.
10 – A decisão de vender a refinaria de Pasadena faz parte do plano de desinvestimento, anunciado pela companhia em 2011, para concentrar investimentos na exploração do pré-sal e nas novas refinarias no Brasil. Mas a empresa não pretende vender no período de baixa. No último ano, no entanto, o mercado norte-americano já dá sinais de novo aquecimento por refinaria com o perfil de Pasadena.

26 de mar. de 2014

O que está por trás das denúncias contra a Petrobras - Um jogo pesado para tirá-la do ar


Arquivo

Resumidamente explico:
A Petrobras é uma empresa sob controle do Estado Nacional Brasileiro.
A agenda neoliberal não aceita isso - a intervenção do estado na economia - sobretudo por que a empresa vem contribuindo de forma inequívoca com o desenvolvimento nacional, sobretudo num momento de crise do capitalismo mundial.
Assim, as recentes denúncias tem um fundo, que é um jogo pesadíssimo e que se alia a agenda eleitoral brasileira e, através das eleições e desse jogo sujo, tentam uma espécie de parte de golpe (de Estado).
Leia: http://www.cartamaior.com.br/?/Editorial/O-jogo-pesado-tirar-a-Petrobras-de-campo/30546

22 de out. de 2013

Brasil desponta no mundo! Maior descoberta de petróleo do mundo em 2013, será anunciada oficialmente amanhã.

Uma notícia sobre o que seria a "maior descoberta de petróleo realizada no mundo em 2013", no litoral de Sergipe, foi mencionada na sexta-feira pelo secretário de Desenvolvimento Econômico daquele Estado, Saumíneo Nascimento. Segundo ele, o detalhamento será feitoamanhã (23), em Aracaju. Leia matéria

3 de out. de 2013

Petrobrás, um ideal do tenentismo, comemora hoje (02) 60 anos. Parabéns Brasil!


A maior empresa do Brasil, a Petrobras, completa hoje (3) 60 anos acumulando conquistas e desafios.


Construída sob o lema da geração do Tenentismo - o petróleo é nosso, a Petrobrás é líder mundial em tecnologia para exploração de petróleo em águas profundas, a empresa tem agora o desafio de estabelecer parcerias para a retirada de óleo em águas ultraprofundas na camada pré-sal. Leia mais



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