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2 de jun. de 2014

Finanças do Estado do Rio Grande do Sul desafiam os candidatos. Qual tamanho do Estado, essa é a principal diferença entre os diversos candidatos

Embates entre visões sobre o papel do Estado, propostas de reformas estruturais em áreas sensíveis, reverberações dos protestos de junho de 2013 e análises sobre as causas e soluções para a crise financeira do Rio Grande do Sul. Essas são algumas das questões que devem pautar a campanha dos candidatos ao Palácio Piratini em 2014, apresentadas pelos cinco postulantes. Leia mais na página RIO GRANDE DO SUL,  do Blog do Capitão Fernando.


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28 de mai. de 2014

Tiro a esmo - Militares do Exército atiram para o alto enquanto carregam um homem na Maré

Rio - A relação entre militares do Exército e moradores do Complexo da Maré, que está ocupada pelas forças de segurança, não é das melhores. Um vídeo enviado por um leitor mostra moradores revoltados com a ação dos militares ao lado de um campo de futebol da comunidade.
Em determinado momento, os militares disparam vários tiros de fuzil para o alto enquanto arrastam um cidadão e são retaliados com garrafas, cadeiras, copos e tudo o que estava ao alcance dos moradores. No fim do vídeo, um dos soldados joga gás de pimenta no rosto de uma pessoa que estava dentro de um bar e é possível ouvir a revolta dos moradores: "ô, autoridade! Olha só, não é assim, não, hein? Não é assim, não". Assista ao vídeo, clicando aqui.

Opinião:
Traficantes atirando para o alto, comemorando um campeonato, foi palco de uma grande cobertura jornalística, claro com críticas severas. Entretanto, não ví um telejornal sequer falando dos tiros para o alto que os militares do Exército deram, na situação aqui apresentada.






8 de abr. de 2014

Governos formalizam acordo de emprego das Forças Armadas na pacificação da Maré, no Rio


Rio de Janeiro, 05/04/2014 – O acordo com as regras para o emprego das Forças Armadas no processo da pacificação do complexo da Maré, no Rio de Janeiro, foi formalizado hoje (5), pelos governos federal e do estado do Rio de Janeiro. Ele veda, por exemplo, a atuação de policiais que não integram a força de pacificação, e determina que uma delegacia de polícia judiciária seja instalada na região para investigar qualquer tipo de ilícito praticado por militares. Ele estabelece que as Forças Armadas atuem no patrulhamento ostensivo, revista e prisão em flagrante.




O documento foi assinado pelo ministro da Defesa, Celso Amorim, e pelo governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, em cerimônia ocorrida no Comando Militar do Leste (CML), na capital fluminense. Desde as primeiras horas de sábado 2,5 mil integrantes da Marinha e do Exército, apoiados por 200 policiais militares, estão nas 15 comunidades da Maré, onde residem 130 mil pessoas. As tropas – em revezamento – devem permanecer até o dia 31 de julho, período em que serão instaladas Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs).


Ocupação das Forças Armadas

A ocupação das Forças Armadas no conjunto de comunidades Maré aconteceu nas primeiras horas deste sábado. Após pedido do então governador Sergio Cabral, e dos entendimentos feitos entre os setores de segurança pública e os comandos militares, a presidenta Dilma Rousseff deu o aval para que as tropas da Marinha e do Exército entrassem na missão de Garantia da Lei e da Ordem (GLO). Até o momento são utilizados 2.050 integrantes da Brigada de Infantaria Paraquedista e 450 do Grupamento Operacional dos Fuzileiros Navais.

Batizada de "Operação São Francisco", a missão de pacificação levou ao Rio de Janeiro os ministros Amorim e José Eduardo Cardozo (Justiça), além de oficiais-generais das três Forças. No auditório do CML, as autoridades receberam informações sobre o planejamento e o desdobramento da missão na Maré. Com a participação de pelo menos quatro batalhões, o aparato militar ficou centralizado no Centro de Preparação de Oficiais da Reserva (CPOR), localizado na Avenida Brasil, uma das principais entradas da capital fluminense e importante via de acesso à Maré.

O comandante do CML, general Francisco Modesto, e o chefe do Centro de Operações do CML, general Ronaldo Lundgren, explicaram para os ministros Amorim e Cardozo os procedimentos da manobra militar. De acordo com o general Modesto, a operação na Maré foi denominada "São Francisco" porque "o nosso objetivo é levar a paz àquela região da cidade". "E São Francisco foi um mensageiro da paz", concluiu.







Concluída a apresentação, as autoridades seguiram para o local onde ocorreu a assinatura do acordo. Depois, os ministros Amorim e Cardozo e o governador Pezão conversaram com os jornalistas, oportunidade em que expressaram o agradecimento dos governos federal e estadual à atuação das Forças Armadas.
"As Forças Armadas estão participando no apoio à pacificação da Maré e as tropas estão prontas para cumprir mais essa missão", assegurou Amorim.

O ministro Cardozo reforçou o "agradecimento, em caráter especial, as Forças Armadas pelo desempenho de um papel importantíssimo" nesse processo de pacificação do Complexo da Maré. Já o governador Pezão lembrou que, desde os primeiros momentos, quando o seu antecessor Cabral expôs as dificuldades enfrentadas pelas forças estaduais de segurança pública , o governo federal mobilizou todos os setores para que a região fosse pacificada e, ao mesmo tempo, abrisse caminho para a instalação das UPPs.

Fotos: Tereza Sobreira
Assessoria de Comunicação Social

3 de abr. de 2014

O PMDB E O DEM! ENTREVISTA DE CESAR MAIA (DEM/RJ) A FERNANDO RODRIGUES NA TV UOL, DIA 27/03! IV -


POLÍTICA:
1. O PMDB é uma confederação. Repare bem, o que está por trás da briga do PMDB com o PT? É óbvio que é regionalmente eleger mais deputados federais que o PT quer fazer o presidente da Câmara e o PMDB quer também. Repare que toda a movimentação do Eduardo Cunha é absolutamente funcional para esse desenho confederado do PMDB porque mostra que o PMDB não tem uma posição unitária e isso atende ao PMDB nacionalmente. -Nós não temos uma posição unitária, dirão. No Rio Grande do Sul pensam de uma maneira, em São Paulo de outra... Vejam: O nosso líder tem uma posição independente. Esse quadro dos conflitos do líder do PMDB, e essa disputa PT-PMDB mostram que o PMDB tem essa consciência dos problemas. E ele não pode se permitir que, nessa eleição, desça mais dois degraus. O que eles querem é afirmar a sua natureza confederada, querem sinalizar ao Brasil todo que eles estarão no governo no caso da vitória do Aécio Neves. Imagine, o grande nome do parlamento hoje do PMDB é o deputado Eduardo Cunha, inquestionavelmente. Se ele afirmou que está com Aécio Neves, estará, porque essa é uma marca da política que ele faz. Então, já tem uma ponte para o governo se o Aécio ganhar. Isso gera um certo conforto no PMDB pelo DNA do PMDB, pela natureza dele. 

2. O PFL era um partido muito forte no Nordeste. O presidente Jorge Bornhausen, que está, enfim, aposentado, segundo ele, mas que foi um dos mentores do PSD, o presidente Jorge Bornhausen me procura em 1995, procura Jaime Lerner e diz que para ter uma opção de poder o PFL precisa caminhar para o Sudeste, para o Sul. E nos convida, com total liberdade no Rio de Janeiro: você pode ser de direita, alto, esquerda, eu não quero saber. Essa marca precisa ser forte no Rio de Janeiro. Pediu para eu ajudar, em relação a Jaime Lerner nós dois fomos do PDT e o Jaime Lerner entrou também. Resultado: o PFL elegeu, várias vezes, quatro vezes, o prefeito do Rio de Janeiro (uma via PTB). Elegemos duas vezes o prefeito de São Paulo. Essa era a estratégia do PFL se tornar um partido nacional e essa estratégia é desmontada por quem construiu essa estratégia. Se o PP da Espanha nos influencia para que a gente caminhe para o centro usando a marca no Sudeste e no Sul. E é exatamente aí em que há o desmonte em que o Colombo, governador de Santa Catarina, sai, em que o prefeito de São Paulo Kassab, sai, e ele tem uma marca de bom articulador de muitos anos.

3. Então é claro: se aplica uma estratégia e desmonta essa estratégia pelos mentores da mesma estratégia. Não é simples a recuperação. É preciso recuperar a nossa bancada, aí em torno de 40 deputados. Parar, criar um gabinete de crise para tratar desse assunto pós 2014. Em janeiro de 2013 todos votaram contra a ideia de gabinete de crise. Eu acredito que seja possível, seja viável, uma bancada em torno de 40 deputados e em seguida, sem esperar uma semana, construirmos um gabinete de crise nesse sentido, de como se reconstrói um partido que tem ideologia, um partido que tem uma marca, em um país em que ninguém quer ser conservador e de direita. Esse é um vetor que ocupa 20% do eleitorado, no mínimo.  Fusão no Brasil é muito difícil pelas diferenças regionais. Já se pensou nisso muito. Organicamente aquele que seria o nosso associado era aquele que já foi: o PP. Nós éramos um partido só. Mas também não é simples, porque o PP está de cabeça no governo. Porém, há o caso da senadora ao governo do Rio Grande do Sul, Ana Amélia. Essa candidatura da Ana Amélia impossibilita que a Dilma esteja flutuando nessa candidatura. Tarso Genro é candidato à reeleição e Ana Amélia tem sido uma crítica muito dura ao governo federal, até porque a sua origem, enfim, de mídia, etc., ela vai manter essa linha, que é uma linha de fácil exposição nessa conjuntura. Pode ser, depois disso, que se possa fazer um mapeamento e se possa construir uma fusão. Não houve conversa com o PP. Houve conversas, enfim, não importa quais. E no PSDB havia uma disposição, mas aí vem o problema de que espaço que eu ocupo.

4. O Democratas é o único partido no Brasil, além do PT, que faz política internacional. Nós temos um setor de política internacional, do qual eu faço parte, que faz política. Eu sou vice-presidente da ODCA, na América Latina, sou vice-presidente da UPLA na América Latina, sou vice-presidente da poderosíssima Internacional Democrata de Centro, que tem como núcleo o Partido Popular Europeu, que tem maioria no Parlamento Europeu. Agora mesmo tivemos, semana passada, uma reunião em Bruxelas. Nós fazemos política internacional e nós temos o nosso vetor desse tipo de trabalho que resulta muito bem, que começou com o próprio Bornhausen. O PSDB não tem secretário de Relações Internacionais, nesse mundo globalizado. O último foi Arthur Virgílio. Não tem. Como é que pode um partido como o PSDB não ter uma área de Relações Internacionais. Nós temos. Agora, como você faz para ter esse reconhecimento se o Fernando Henrique Cardoso, o relacionamento pessoal dele é com a socialdemocracia europeia, e o nosso é com a centro-direita europeia. O melhor para nós, nesse quadro inorgânico de pluripartidarismo no Brasil, o melhor para nós é voltar a ter uma bancada, repetir 2010, ter uma atenção desdobrada para a estratégia e não pragmática, e ver que partido é esse e para onde que nós vamos.
Créditos Blog Cesar Maia

4 de nov. de 2013

2° PM morto por traficantes no RJ em menos de 1 mês, além do esposo de uma PM Feminina - seria plano de combate contra as UPP´s ?

O soldado Melquizedeque Basílio dos Santos, da UPP (Unidades de Polícia Pacificadora) do Conjunto de Favelas do Alemão,  foi morto no sábado (2) na comunidade onde trabalhava, na Zona Norte do Rio, após um tiroteio com traficantes. O policial foi o 2° agente de UPP morto em um mês — o outro caso ocorreu na UPP da Cidade de Deus, no início de outubro. 
Esses 2 assassinatos aconteceram após uma sequência de ataques de criminosos a UPPs, que teve como auge o assassinato do marido de uma policial militar, no último dia 29/10. A vítima foi decapitada em Relengo, subúrbio do Rio. 

SERIAM ESSES ASSASSINATOS UM PLANO CONTRA AS UPP´S ?

O coordenador das UPPs do Rio de Janeiro, coronel Frederico Caldas, no entanto, negou relação entre os casos. "Esta ação não faz parte de plano orquestrado contra as UPPs. Não foi uma emboscada", defendeu o Coronel PM.

Minha opinião:
Sim, é um plano osquestrado pelos traficantes para acabar com a política de segurança em curso no Estado do RJ, uma das maiores vitrines do governador Sérgio Cabral (PMDB-RJ).

25 de out. de 2013

Eduardo Campos (PSB) diz que ainda não tem estratégia nos Estados. Em lado oposto, Dilma e Lula costuram alianças em todos os estado. Já o PSDB conta com uma rachadura que pode desmoronar a qualquer hora - fratricídio entre Serra e Aécio. Em caso do DEM e PPS não apoiarem o PSDB, partido poderá virar nanico. Tradução disso tudo: Dilma vencerá com índices perto de 70% e reprodução da vitória nos estados. Notícia analisada.

O presidente nacional do PSB, Eduardo Campos (PSB-PE), afirmou, nessa quarta (23), que seu partido ainda não definiu estratégia em relação aos palanques estaduais. " A questão dos palanques vamos deixar para 2014", disse o dirigente.
Já Dilma conta com um time de peso, liderado pelo ex-presidente Lula, que vem costurando alianças de peso em todos os estados. Por exemplo, no estado do RJ - o 2° maior colégio eleitoral do país - Dilma já conta com 4 pré-candidatos de peso que a apóia seu projeto de reeleição: Garotinho (PR) - Lindemberg (PT) - Jandira Feghali (PC do B) e Pezão (PMDB).
O PSDB nacionalmente não tem rumo e assim deixam também desorientados sobre o que fazer, tanto o DEM, como o PPS. Em caso de debandada desses apoiadores, os tucanos poderão diminuir de tamanho a ponto de virar um partido-nanico. Leia matéria completa
Tradução disso tudo: Dilma vencerá com índices perto de 70% e reprodução da vitória nos estados. Saiba o por quê, clicando aqui.




18 de out. de 2013

Garotinho diz que apoia Dilma mesmo que PT tenha candidato próprio no Rio - notícia analisada.


E a presidenta Dilma pode ficar muito tranquila em relação a sua reeleição de 2014, pelo menos em se tratando de bons palanques que a apoiam no RJ.

Já estão do seu lado os pré-candidatos a governador:

Luiz Fernando Pesão - do PMDB;
Lindemberg Farias - do PT e agora ...
Anthony Garotinho - do PR, este acaba de anunciar que cederá palanque a ela no RJ.

Pelo visto nossa presidenta terá minimamente 03 grandes palanques no estado e os poucos apoios que sobraram vão se degladiar!
Leia matéria completa




17 de out. de 2013

Jandira Feghali (PC do B-RJ) se lança pré-candidata ao governo do Estado do RJ. É o 4° palanque de apoio à reeleição de Dilma, no 2° maior colégio eleitoral do Brasil

A deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) usou o horário do Grande Expediente na Câmara, quando o parlamentar tem um período de 30 minutos para discursar, e anunciou o lançamento de sua pré-candidatura do Governo do Rio de Janeiro, Na mesma ocasião, a deputada falou sobre sua atuação parlamentar e as vitórias que tem conquistado na Presidência da Comissão de Cultura, como a promulgação da PEC da Música, ocorrida nesta terça-feira (15). Leia matéria 



Notícia analisada:
Consolida-se assim, hoje (17/10/13) o 4° palanque de apoio à reeleição de Dilma, no 2° maior colégio eleitoral do Brasil - o Estado do RJ, a saber:
1 - Pezão - PMDB;
2 - Lindemberg - PT;
3 - Anthony Garotinho - PR
4 - Jandira Feghali - PC do B

11 de out. de 2013

Atrizes globais saem em defesa da causa dos professores. Entenda-se: contra o vereador Carlos Bolsonaro - também - que votou contra os professores do Rio de Janeiro!

No ar com a personagem "Amora", na novela Sangue Bom, a atriz Sophie Charlotte resolveu sair em defesa dos professores. Em meio à série de manifestações organizadas nas últimas semanas pelos educadores das redes municipal e estadual do Rio de Janeiro, Sophie e outras atrizes, como Thaila Ayalla e Fiorella Mattheis, demonstraram seu apoio aos professores pelas redes sociais na última semana. Vestidas com uniformes escolares, as atrizes posaram em frente à bandeira brasileira como se fossem estudantes, em meio a livros. "O médico que te cura, o policial que te protege, o advogado que te defende, os candidatos que te representam.Todos eles precisaram de um professor". Leia matéria.


Como bom filho de professora, meu TOTAL apoio a luta dos professores!