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14 de set. de 2014

Marina Silva participa de comício extremamente vazio na capital do Piauí.

Marina discursou para plateia esvaziada em Teresina (Foto: Gilcilene Araújo/G1)
Marina discursou para plateia esvaziada em
Teresina (Foto: Gilcilene Araújo/G1)

Teresina/PI - 13/09/2014 - Marina participa de comício extremamente vazio na capital do Piauí. Um verdadeiro fiasco. 
Fonte: http://g1.globo.com/pi/piaui/eleicoes/2014/noticia/2014/09/apos-tres-horas-de-atraso-marina-participa-de-comicio-esvaziado.html

11 de set. de 2014

“Coalizão com PSDB pode ser único caminho para governo de Marina”


Foto Destaque

Professor André Singer acredita que se Marina ganhar a eleição, é possível que faça um governo que, na prática, seja um governo do PSDB com ela à frente. Leia mais.

28 de mai. de 2014

PT quer revisar a Lei de Anistia em um eventual 2° mandato de Dilma.

Dilma é pressionada pelo PT para revogar a Lei da Anistia
Dilma Roussef
A presidenta Dilma Rousseff está sendo pressionada pelo PT a rever a Lei da Anistia em um eventual segundo mandato. O pedido está no documento apresentado com as diretrizes do programa de governo aprovado pelo partido na segunda-feira (26). O partido também quer que o tema seja debatido na campanha, como uma forma da presidente se diferenciar dos adversários, Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB), que se disseram contrários à revisão da lei. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.









25 de mai. de 2014

Dilma afirma que vai deixar pronto o Minha Casa, Minha Vida 3, independentemente do resultado da eleição.

Dilma Rousseff destaca os programas sociais que, segundo ela, foram “reconhecidos no cenário internacional”
Dilma Roussef anuncia o Programa Minha Casa, Minha Vida 3

Brasília - A presidenta Dilma Rousseff  (PT) afirmou que, independente do resultado das eleições de outubro, vai deixar a terceira etapa do programa Minha Casa, Minha Vida pronto para execução. Ela declarou um “compromisso” com o programa habitacional, classificado pela presidenta como “um dos maiores programas habitacionais já feitos feitos no Brasil”. Leia matéria

22 de mai. de 2014

Dilma Roussef injeta mais de R$ 7 bilhões no reaparelhamento da Força Aérea Brasileira. Estratégia Nacional de Defesa cala a boca de "muitos de pijama".

Projeto KC-390. Créditos MD

A Estratégia Nacional de Defesa está conseguindo reequipar nossas FFAA de uma maneira surpreendente! Cala, literalmente, a voz de muitos de pijama, que alardearam que a coisa não ia andar, ainda nos idos do governo Lula 1 e Lula 2. Porém, Dilma Roussef deu continuidade a essa Estratégia e seus feitos são realmente meritório. No campo do salário, concedeu-nos 30% de aumento salarial, o dobro do restante do funcionalismo público federal, que já foi acima da inflação. E agora outro grande feito, investe mais de R$ 7 bilhões em um avião-cargueiro genuinamente nacional, para substituir os antigos C-130 Hércules, que por sinal muito já saltei dele de pára-quedas. Parabéns Dilma Rousse, parabens a todos os politicos, organizações e partidos que apoiam esse Projeto Nacional de Desenvolvimento, diametralmente oposto às pregações neoliberais do PSDB, que literalmente sucatearam nossas FFAA e venderam parte do nosso Brasil. Brasil Acima de Tudo. Leia mais

20 de mai. de 2014

Fratricídio entre PSB e PSDB - sinais claros de rompimento de acordo em MG. Dilma sai beneficada, por consequência. PSB falta ao lançamento de chapa tucana em MG. Notícia analisada.

Foto Tribuna de Minas.
POLÍTICA - Belo Horizonte/MG - 19/05

Aproxima-se uma disputa eleitoral nacional, basicamente entre o PT e o PSDB, cujos pré-candidatos são Dilma Roussef e Aécio Neves, respectivamente. Um 3° candidato, sem maiores expressões aparece no páreo, Eduardo Campos do PSB, que naturalmente disputa junto com Aécio Neves o voto do anti-petismo, da direita e da oposição.
Os "meio-aliados" Aécio e Campos fizeram um acordo de não lançar candidatos próprios um no estado do outro. No caso, o PSB não lançaria candidato ao governo de MG, estado de Aécio (PSDB) e em contrapartida, o PSDB não lançaria candidato ao governo de Pernambuco, estado de Eduardo Campos (PSB). Porém, temos sinais claros que esse acordo tem tudo para chafurdar e ambos os partidos vão lançar candidatos em seus estados, num claro fratricídio (amigo matar amigo) entre as forças políticas que disputam contra a nossa divã, a presidenta Dilma Roussef, que caminha a passos largos para vencer a disputa ainda no 1° turno. Leia detalhes

7 de mai. de 2014

Análise sobre entrada de Jair Bolsonaro (PP-RJ) na corrida presidencial. Dilma é a grande favorecida. Explico!

Deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ). Foto Internet.
Prezados (as) leitores (as).

O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) protocolou um ofício ao seu partido, requerendo que seu nome fosse analisado como um possível pré-candidato a Presidente da República, nas eleições de outubro de 2014. Ainda, requereu que seu nome constasse nas próximas pesquisas de opinião, juntos aos Institutos de Pesquisa.

A grande tradução disso é: Ganhar IBOPE para si. Naturalmente o prezado deputado não conta com apoio dos corregilionários de seu partido e, já estando no seu "enésimo" mandato, quer alçar vôos mais altos. Diante de uma grande exposição midiática, sobretudo após o caso genérico da defesa  de suas posições mais conservadoras relativos às políticas voltadas ao público LGBT, o deputado serviu como "massa de manobra" de seu partido para forçar o PT a assumir a presidência da Comissão de DH e Minorias da Câmara dos Deputados, de forma que o país não tivesse um novo "Marco Feliciano" em tão importante comissão. Assim, o PP pode assumir outra comissão, que o PT também tinha interesse, mas teve que ceder.

Após esses 2 grandes fatos, surge a suposta pré-candidatura Bolsonaro ao Planalto, cuja qual passo a analisar mais amiúde. Tal devaneio, como afirmei alhures, não passa de mais uma "mera exposição midiática", pois a mesma não vai se concretizar, afinal o PP nacionalmente ou vai apoiar Dilma (PT), ou vai apoiar Aécio Neves (PSDB), quiçá apoiar um e outro, numa ambiguidade estadual sem tamanho e que só uma reforma política poderá acabar com essa verdadeira enganação nacional que alguns partidos promovem em seus eleitores. Há de se reconhecer o valor do nobre deputado Jair Bolsonaro, porém infelizmente uma enxurrada de votos sem maiores serventia, para os seus eleitores, já que "votam na direita, mas seu parlamentar apoia a esquerda, nas votações da Câmara, como "bom" parlamentar da base aliada".

A disputa eleitoral de 2014 está basicamente dividida em 02 grandes campos: situação e oposição. Fora disso temos um conhecido "voto de protesto", marcado sobretudo pelo votos atribuídos ao PSOL. Dilma desponta sozinha, firme e forte, e com bastante sustância para vencer a eleição já no 1° turno, tendo 39 % das intenções de voto, segundo a última pesquisa divulgada pelo DataFolha, enquanto Aécio Neves (PSDB) apareceu com com 14% e Eduardo Campos (PSB) com 6%. A soma dos votos da oposição está bem longe da soma dos votos de Dilma, com isso a nossa presidenta venceria no 1° turno, tudo em se confirmando as tais pesquisas.

Daí entra Bolsonaro nessa disputa, e o que se segue? Quais são as consequências?
Como disse, o mesmo representa o voto do anti-PT, portanto disputa voto a voto com os candidatos da opisição, Aécio (PSDB) e Eduardo Campos (PSB), num claro fratricídio. Consequência disso, naturalmente, vendo uma oposição estraçalha e completamente dividida, nossa presidenta Dilma Roussef é a grande beneficiada desse jogo de cena de Jair Bolsonaro. 

Além disso, está claro que o deputado vai aumentar a sua votação, por consequência elegendo mais deputados do seu partido. Assim, vislumbra-se mais deputados na futura base aliada do 2° governo Dilma. Também, vejo com clareza que o PSB, como bom filho à casa torna, vai retornar à base de apoio do governo, deixando o 2° governo Dilma com extrema maioria do Parlamento - Camara e Senado Federal -, bem como com os respectivos apoiadores e congêneres deputados estaduais e governadores.

Eis a minha análise política sobre o jogo pré-eleitoral.

Muito obrigado Bolsonaro!

27 de abr. de 2014

Reportagem da revista Veja mostra grande divisão no governo entre Lulistas e Dilmistas


A queda de popularidade de Dilma nas pesquisas tira o PT do prumo 
Segundo aponta a reportagem publicada hoje (27) pela revista Veja, a presidenta Dilma enfrenta um momento inédito de fragilidade. Aponta-se uma grande divisão entre Dilmistas e Lulistas dentro do governo federal, sendo essa disputa a grande rivalidade, ainda maior do que os demais candidatos a presidente, como Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB). Leia matéria da revista Veja, disponível aqui.

8 de abr. de 2014

Governos formalizam acordo de emprego das Forças Armadas na pacificação da Maré, no Rio


Rio de Janeiro, 05/04/2014 – O acordo com as regras para o emprego das Forças Armadas no processo da pacificação do complexo da Maré, no Rio de Janeiro, foi formalizado hoje (5), pelos governos federal e do estado do Rio de Janeiro. Ele veda, por exemplo, a atuação de policiais que não integram a força de pacificação, e determina que uma delegacia de polícia judiciária seja instalada na região para investigar qualquer tipo de ilícito praticado por militares. Ele estabelece que as Forças Armadas atuem no patrulhamento ostensivo, revista e prisão em flagrante.




O documento foi assinado pelo ministro da Defesa, Celso Amorim, e pelo governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, em cerimônia ocorrida no Comando Militar do Leste (CML), na capital fluminense. Desde as primeiras horas de sábado 2,5 mil integrantes da Marinha e do Exército, apoiados por 200 policiais militares, estão nas 15 comunidades da Maré, onde residem 130 mil pessoas. As tropas – em revezamento – devem permanecer até o dia 31 de julho, período em que serão instaladas Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs).


Ocupação das Forças Armadas

A ocupação das Forças Armadas no conjunto de comunidades Maré aconteceu nas primeiras horas deste sábado. Após pedido do então governador Sergio Cabral, e dos entendimentos feitos entre os setores de segurança pública e os comandos militares, a presidenta Dilma Rousseff deu o aval para que as tropas da Marinha e do Exército entrassem na missão de Garantia da Lei e da Ordem (GLO). Até o momento são utilizados 2.050 integrantes da Brigada de Infantaria Paraquedista e 450 do Grupamento Operacional dos Fuzileiros Navais.

Batizada de "Operação São Francisco", a missão de pacificação levou ao Rio de Janeiro os ministros Amorim e José Eduardo Cardozo (Justiça), além de oficiais-generais das três Forças. No auditório do CML, as autoridades receberam informações sobre o planejamento e o desdobramento da missão na Maré. Com a participação de pelo menos quatro batalhões, o aparato militar ficou centralizado no Centro de Preparação de Oficiais da Reserva (CPOR), localizado na Avenida Brasil, uma das principais entradas da capital fluminense e importante via de acesso à Maré.

O comandante do CML, general Francisco Modesto, e o chefe do Centro de Operações do CML, general Ronaldo Lundgren, explicaram para os ministros Amorim e Cardozo os procedimentos da manobra militar. De acordo com o general Modesto, a operação na Maré foi denominada "São Francisco" porque "o nosso objetivo é levar a paz àquela região da cidade". "E São Francisco foi um mensageiro da paz", concluiu.







Concluída a apresentação, as autoridades seguiram para o local onde ocorreu a assinatura do acordo. Depois, os ministros Amorim e Cardozo e o governador Pezão conversaram com os jornalistas, oportunidade em que expressaram o agradecimento dos governos federal e estadual à atuação das Forças Armadas.
"As Forças Armadas estão participando no apoio à pacificação da Maré e as tropas estão prontas para cumprir mais essa missão", assegurou Amorim.

O ministro Cardozo reforçou o "agradecimento, em caráter especial, as Forças Armadas pelo desempenho de um papel importantíssimo" nesse processo de pacificação do Complexo da Maré. Já o governador Pezão lembrou que, desde os primeiros momentos, quando o seu antecessor Cabral expôs as dificuldades enfrentadas pelas forças estaduais de segurança pública , o governo federal mobilizou todos os setores para que a região fosse pacificada e, ao mesmo tempo, abrisse caminho para a instalação das UPPs.

Fotos: Tereza Sobreira
Assessoria de Comunicação Social

3 de abr. de 2014

O PMDB E O DEM! ENTREVISTA DE CESAR MAIA (DEM/RJ) A FERNANDO RODRIGUES NA TV UOL, DIA 27/03! IV -


POLÍTICA:
1. O PMDB é uma confederação. Repare bem, o que está por trás da briga do PMDB com o PT? É óbvio que é regionalmente eleger mais deputados federais que o PT quer fazer o presidente da Câmara e o PMDB quer também. Repare que toda a movimentação do Eduardo Cunha é absolutamente funcional para esse desenho confederado do PMDB porque mostra que o PMDB não tem uma posição unitária e isso atende ao PMDB nacionalmente. -Nós não temos uma posição unitária, dirão. No Rio Grande do Sul pensam de uma maneira, em São Paulo de outra... Vejam: O nosso líder tem uma posição independente. Esse quadro dos conflitos do líder do PMDB, e essa disputa PT-PMDB mostram que o PMDB tem essa consciência dos problemas. E ele não pode se permitir que, nessa eleição, desça mais dois degraus. O que eles querem é afirmar a sua natureza confederada, querem sinalizar ao Brasil todo que eles estarão no governo no caso da vitória do Aécio Neves. Imagine, o grande nome do parlamento hoje do PMDB é o deputado Eduardo Cunha, inquestionavelmente. Se ele afirmou que está com Aécio Neves, estará, porque essa é uma marca da política que ele faz. Então, já tem uma ponte para o governo se o Aécio ganhar. Isso gera um certo conforto no PMDB pelo DNA do PMDB, pela natureza dele. 

2. O PFL era um partido muito forte no Nordeste. O presidente Jorge Bornhausen, que está, enfim, aposentado, segundo ele, mas que foi um dos mentores do PSD, o presidente Jorge Bornhausen me procura em 1995, procura Jaime Lerner e diz que para ter uma opção de poder o PFL precisa caminhar para o Sudeste, para o Sul. E nos convida, com total liberdade no Rio de Janeiro: você pode ser de direita, alto, esquerda, eu não quero saber. Essa marca precisa ser forte no Rio de Janeiro. Pediu para eu ajudar, em relação a Jaime Lerner nós dois fomos do PDT e o Jaime Lerner entrou também. Resultado: o PFL elegeu, várias vezes, quatro vezes, o prefeito do Rio de Janeiro (uma via PTB). Elegemos duas vezes o prefeito de São Paulo. Essa era a estratégia do PFL se tornar um partido nacional e essa estratégia é desmontada por quem construiu essa estratégia. Se o PP da Espanha nos influencia para que a gente caminhe para o centro usando a marca no Sudeste e no Sul. E é exatamente aí em que há o desmonte em que o Colombo, governador de Santa Catarina, sai, em que o prefeito de São Paulo Kassab, sai, e ele tem uma marca de bom articulador de muitos anos.

3. Então é claro: se aplica uma estratégia e desmonta essa estratégia pelos mentores da mesma estratégia. Não é simples a recuperação. É preciso recuperar a nossa bancada, aí em torno de 40 deputados. Parar, criar um gabinete de crise para tratar desse assunto pós 2014. Em janeiro de 2013 todos votaram contra a ideia de gabinete de crise. Eu acredito que seja possível, seja viável, uma bancada em torno de 40 deputados e em seguida, sem esperar uma semana, construirmos um gabinete de crise nesse sentido, de como se reconstrói um partido que tem ideologia, um partido que tem uma marca, em um país em que ninguém quer ser conservador e de direita. Esse é um vetor que ocupa 20% do eleitorado, no mínimo.  Fusão no Brasil é muito difícil pelas diferenças regionais. Já se pensou nisso muito. Organicamente aquele que seria o nosso associado era aquele que já foi: o PP. Nós éramos um partido só. Mas também não é simples, porque o PP está de cabeça no governo. Porém, há o caso da senadora ao governo do Rio Grande do Sul, Ana Amélia. Essa candidatura da Ana Amélia impossibilita que a Dilma esteja flutuando nessa candidatura. Tarso Genro é candidato à reeleição e Ana Amélia tem sido uma crítica muito dura ao governo federal, até porque a sua origem, enfim, de mídia, etc., ela vai manter essa linha, que é uma linha de fácil exposição nessa conjuntura. Pode ser, depois disso, que se possa fazer um mapeamento e se possa construir uma fusão. Não houve conversa com o PP. Houve conversas, enfim, não importa quais. E no PSDB havia uma disposição, mas aí vem o problema de que espaço que eu ocupo.

4. O Democratas é o único partido no Brasil, além do PT, que faz política internacional. Nós temos um setor de política internacional, do qual eu faço parte, que faz política. Eu sou vice-presidente da ODCA, na América Latina, sou vice-presidente da UPLA na América Latina, sou vice-presidente da poderosíssima Internacional Democrata de Centro, que tem como núcleo o Partido Popular Europeu, que tem maioria no Parlamento Europeu. Agora mesmo tivemos, semana passada, uma reunião em Bruxelas. Nós fazemos política internacional e nós temos o nosso vetor desse tipo de trabalho que resulta muito bem, que começou com o próprio Bornhausen. O PSDB não tem secretário de Relações Internacionais, nesse mundo globalizado. O último foi Arthur Virgílio. Não tem. Como é que pode um partido como o PSDB não ter uma área de Relações Internacionais. Nós temos. Agora, como você faz para ter esse reconhecimento se o Fernando Henrique Cardoso, o relacionamento pessoal dele é com a socialdemocracia europeia, e o nosso é com a centro-direita europeia. O melhor para nós, nesse quadro inorgânico de pluripartidarismo no Brasil, o melhor para nós é voltar a ter uma bancada, repetir 2010, ter uma atenção desdobrada para a estratégia e não pragmática, e ver que partido é esse e para onde que nós vamos.
Créditos Blog Cesar Maia

26 de mar. de 2014

O que está por trás das denúncias contra a Petrobras - Um jogo pesado para tirá-la do ar


Arquivo

Resumidamente explico:
A Petrobras é uma empresa sob controle do Estado Nacional Brasileiro.
A agenda neoliberal não aceita isso - a intervenção do estado na economia - sobretudo por que a empresa vem contribuindo de forma inequívoca com o desenvolvimento nacional, sobretudo num momento de crise do capitalismo mundial.
Assim, as recentes denúncias tem um fundo, que é um jogo pesadíssimo e que se alia a agenda eleitoral brasileira e, através das eleições e desse jogo sujo, tentam uma espécie de parte de golpe (de Estado).
Leia: http://www.cartamaior.com.br/?/Editorial/O-jogo-pesado-tirar-a-Petrobras-de-campo/30546

19 de fev. de 2014

Salvador-BA, cidade comandada pelo DEM também aumenta IPTU, com apoio do PSDB, PPS e outras siglas.

Sete partidos da base de apoio ao prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM-BA), divulgaram no início da noite desta sexta-feira (14/2) nota pública em que condenam a judicialização do reajuste do IPTU. 
Veja a íntegra da nota, assinada pelo PMDB, DEM, PPS, PSDB, PTN, PV e PROS. clicando aqui

22 de nov. de 2013

O último julgamento de exceção e o fim de uma farsa - Por Jeferson Miola, colunista da Carta Maior

Jeferson Miola

A direita, derrotada política e eleitoralmente, com partidos aos frangalhos, organiza o combate ideológico ao PT a partir do STF e da mídia monopólica. Ótimo texto de Jeferson Miola, colunista do portal Carta Maior, disponível aqui na página "POLÍTICA", do Blog do Capitão Fernando.

19 de nov. de 2013

"Aécio quer Joaquim Barbosa como seu vice em 2014", afirma portal iG

Caso se confirme, seria a maior fraude eleitoral do Brasil: a instrumentalização descarada, irresponsável e cretina do Poder Judiciário. Caso ocorra, estaria caracterizada uma verdadeira usurpação de um dos Poderes da Republica. Gravíssimo! Leia matéria completa na página de POLÍLITICA do Blog do Capitão Fernando

12 de nov. de 2013

Briga de tucanos - Presidenciáveis do PSDB Aécio Neves e José Serra trocam farpas.

O senador Aécio Neves (PSDB-MG), o favorito para ser candidato do partido à Presidência em 2014, rebateu na sexta (08) críticas do ex-governador José Serra (PSDB-SP) ao PSDB, desencadeando uma crise no ninho tucano. Leia matéria completa

Dilma voa solita, em céu de brigadeiro e deve vencer as eleições nacionais de 2014 com mais de 70% dos voto, sob minha análise.

6 de nov. de 2013

Judicialização da política - direita não tem jeito! PSDB de Minas pede suspensão dos direitos políticos de Dilma. Tentativa igual tentam fazer contra mim, a começar por uma certa autoridade de General Câmara/RS

O diretório do PSDB/MG protocolou nesta terça-feira (5) uma representação no Ministério Público Federal pedindo a perda das funções públicas e a suspensão dos direitos políticos por até oito anos da presidenta Dilma Rousseff (PT-RS) e a ministra da Secretaria de Comunicação Social, Helena Chagas.
Os tucanos reclamam das publicidades regionais do governo federal no Estado, pois entendem que "as peças veiculadas contém abuso inédito da máquina de comunicação do governo federal". Leia matéria completa

O nome disso é: judicialização da política. Coisa muito parecida tentam, mas não estão conseguindo, fazer contra mim. Recadinho para uma certa pessoa - "otoridade" - de General Câmara/RS. Nos vemos em 2016, seu direitóide!