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11 de out. de 2025

Tropas norte-americanas já chegaram a Israel para vigiar o cessar-fogo


 



Tropas norte-americanas já chegaram a Israel para vigiar o cessar-fogo


A porta-voz da Casa Branca tinha confirmado na sexta-feira que os Estados Unidos iam enviar uma equipa de 200 militares do comando central do exército (CENTCOM) para “supervisionar o acordo de Paz”.





As tropas norte-americanas já começaram a chegar a Israel durante esta noite, para vigiar o acordo de cessar-fogo entre Telavive e o Hamas.

 

A informação é avançada pela ABC News, que cita uma fonte próxima da situação.

O mesmo meio informa que os soldados enviados para Israel são especializados em transporte, planeamento, logística, segurança e engenharia e que deverão trabalhar em conjunto com os representantes de outras nações parceiras, do setor privado e de organizações não governamentais.

A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, tinha confirmado na sexta-feira, numa publicação no X, que os Estados Unidos iam enviar uma equipa de 200 militares do comando central do exército (CENTCOM) para “supervisionar o acordo de Paz” e “trabalhar em conjunto com outras forças internacionais naquele local”. 

Leavitt esclareceu ainda que esses militares vão ficar destacados em Israel e em países vizinhos da região, também para ajudar a integrar todas as outras forças de segurança que irão para Gaza e ajudar na ligação com as Forças de Defesa de Israel.

Oficiais militares egípcios, cataris, turcos e, provavelmente, dos Emirados Árabes Unidos deverão ser incorporados à equipa, que provavelmente terá base no Egito. Autoridades ligadas ao assunto afirmaram ainda que não há intenção de enviar tropas norte-americanas para Gaza.

O comandante do CENTCOM, o almirante Brad Cooper, chegou no dia anterior ao das tropas, ou seja, na sexta-feira, com a missão de “monitorizar, observar e garantir que não há violações nem incursões porque o mundo inteiro está preocupado”, avançou uma fonte da administração Trump.

O centro de coordenação é visto como uma espécie de primeiro passo para ajudar a implementar o processo de paz, que exigirá uma ampla coordenação de assistência humanitária, logística e de segurança.



Militares dos EUA vigiam cessar-fogo a partir de Israel

A Casa Branca anunciou hoje que até 200 elementos do comando central do exército norte-americano (CENTCOM) vão vigiar a evolução do cessar-fogo na Faixa de Gaza a partir de Israel e outros países do Médio Oriente.


O próprio presidente dos Estados Unidos vai também estar presente no Médio Oriente, e em Israel, com partida para a região prevista no domingo, dado que os reféns do Hamas deverão ser libertados na segunda-feira.

“Provavelmente estarei lá. Espero estar lá. Estamos a planear partir no domingo, e estou desejoso disso", disse Trump aos jornalistas na Casa Branca, ao receber o presidente finlandês Alexander Stubb.

O presidente norte-americano garantiu também que "ninguém será forçado a sair [de Gaza], muito pelo contrário" no âmbito do seu plano de paz, cuja primeira fase mereceu acordo de Hamas e Israel na quarta-feira. 

Trump impulsionou o atual plano de paz e foi quem anunciou o acordo nesse mesmo dia, após vários contactos indiretos entre as partes no Egito - e dois anos de conflito.



Trump confirma que partida para Médio Oriente está prevista para domingo

O Presidente norte-americano, Donald Trump, confirmou hoje que está prevista para domingo a sua partida para o Médio Oriente, no quadro do acordo de cessar-fogo e libertação de reféns na Faixa de Gaza.


O chefe de Estado norte-americano mostrou-se também, por isso, confiante de que o cessar-fogo, que entrou em vigor na sexta-feira, "se vai manter".

"Penso que sim. Todos estão cansados de lutar", frisou aos jornalistas na Sala Oval, reafirmando a sua intenção de viajar para Israel este fim de semana, onde deverá discursar no Knesset (Parlamento) e no Egito.

O presidente dos EUA voltou a manifestar confiança de que o cessar-fogo em Gaza levará a uma paz mais ampla no Médio Oriente.

"Temos alguns pequenos pontos críticos agora, mas são muito pequenos (...) Serão muito fáceis de extinguir. Estes incêndios serão controlados muito rapidamente", acrescentou.

A 7 de outubro de 2023, um ataque levado a cabo pelo Hamas, fez mais de 200 reféns e 1.200 mortos. 

O grupo palestiniano governa, de forma autocrática, a Faixa de Gaza desde 2006, quando foi eleito por uma população que vive há longas décadas um conflito com Israel. Aliás, desde a formação do Estado israelita, em 1948 (como resultado da II Guerra Mundial e da perseguição a judeus), têm existido diversos confrontos armados, levando à morte de milhares.

A guerra declarada por Israel a 7 de outubro de 2023 em Gaza, como retaliação, para "erradicar" o Hamas, fez, até agora, mais de 67 mil mortos (incluindo mais de 20 mil crianças) e quase 170 mil feridos, na maioria civis, segundo números atualizados das autoridades locais, que a ONU considera fidedignos.


Créditos O Minuto


10 de jun. de 2024

Operação policial de resgate de reféns em gaza contou com colaboração dos EUA; Hamas classifica como grave Crime de Guerra.




Operação policial de resgate de reféns em gaza contou com colaboração dos EUA; Hamas classifica como grave Crime de Guerra.



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Tropas israelenses se esconderam dentro de um caminhão de ajuda para a operação mortal EUA-Israel em Nuseirat .

A resistência palestiniana classificou a operação como um “crime de guerra complexo” e informou que o exército israelita matou vários dos seus cativos restantes durante um massacre que deixou mais de 200 mortos. 

As forças terrestres israelitas esconderam-se dentro de um camião usado para entregar ajuda humanitária para se infiltrarem no campo de refugiados de Nuseirat, matando mais de 200 palestinos, 

Imagens transmitidas pela televisão Al Jazeera mostram o camião dentro de Nuseirat, acompanhado por tanques blindados, veja vídeo: https://twitter.com/PalestineChron/status/1799474979869761640  

“Chegou um caminhão que transportava ajuda humanitária e roupas e, de repente, 10 soldados saíram e atiraram em mim, uma vez no peito e duas vezes nos pés. O fogo de artilharia começou e vi dezenas de cidadãos no terreno, incluindo pessoas com cabeças decepadas”, disse aos jornalistas um palestiniano que sobreviveu ao massacre.


“O camião veio do porto americano que a ocupação estabeleceu na costa de Gaza”, acrescenta.


A mídia israelense confirmou que as tropas se esconderam dentro de um caminhão descrito como sendo usado para “entrega de móveis”.


“Os militares israelenses, incluindo o Shin Bet e a unidade especial antiterrorista da polícia israelense, Yamam, usaram um caminhão de entrega de móveis como cobertura para se infiltrar na área perto do hospital Al Awda”, relatou Israel Hayom horas após a sangrenta operação. em que quatro reféns israelenses foram libertados.


Os reféns foram transportados para o pontão flutuante construído nos EUA usando o mesmo caminhão.


“Confirmamos o que foi revelado pela mídia americana e hebraica sobre a participação americana na operação criminosa que ocorreu hoje”, afirmou o Hamas em comunicado, acrescentando que o envolvimento de Washington “demonstra mais uma vez o papel cúmplice da administração americana e do seu”. plena participação nos crimes de guerra cometidos na Faixa de Gaza.”


“Apelamos ao nosso povo árabe e islâmico, bem como aos povos livres do mundo, para aumentarem a pressão e intensificarem o movimento para denunciar a agressão e o genocídio em Gaza... Devemos trabalhar para acabar com isso e trazer os seus perpetradores para a prisão. justiça. Justiça para responder pelos seus crimes e pelo assassinato a sangue frio de crianças e civis”, acrescenta o comunicado de imprensa.


Tanya Haj Hassan, médica intensivista pediátrica dos Médicos Sem Fronteiras, disse que o Hospital Al Aqsa “é um verdadeiro banho de sangue… parece um matadouro. Há sangue por toda parte. Muitas pessoas perderam membros. “Foi tão horrível.”


“Os Estados Unidos apoiam todos os esforços para libertar os reféns ainda detidos pelo Hamas, incluindo cidadãos americanos. Isto inclui negociações em curso ou outros meios”, acrescentou o conselheiro de segurança nacional Jake Sullivan, de Washington.


Ontem, o porta-voz do braço militar do Hamas, as Brigadas Qassam, disse que o massacre de Nuseirat foi um “grave crime de guerra”, revelando que Israel também matou vários reféns restantes.


“Ao cometer massacres horríveis, o inimigo conseguiu libertar alguns dos seus cativos, mas também matou outros no processo. A operação representa um grande risco para os reféns inimigos, com um impacto devastador nas suas condições de vida”, lê-se na declaração de Abou Obeida.


Por seu lado, os israelitas elogiaram a sua primeira operação bem sucedida de resgate de prisioneiros após oito meses de guerra. “Eles disseram que esta operação ocorreria em circunstâncias muito complicadas e perigosas. “Eu sabia, mas sem hesitação decidi realizar esta operação porque estes eram cativos israelitas e confio nos heróis de Yamam e Shabak [polícia especial e comandos de segurança interna] que atacaram e libertaram os cativos”, disse Netanyahu.


Créditos MPR

1 de mar. de 2024

Joe Biden pede cessar-fogo imediato como parte do acordo entre Israel e Hamas - créditos CNN

 Créditos CNN



Joe Biden pede cessar-fogo imediato como parte do acordo entre Israel e Hamas

Presidente também anunciou que EUA vão lançar ajuda humanitária com aviões na Faixa de Gaza

Veículo militar na fronteira entre Israel e Gaza
Veículo militar na fronteira entre Israel e Gaza28/2/2024 REUTERS/Amir Cohen

Da CNN

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O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse nesta sexta-feira (1°) que o trabalho continua na negociação de um acordo para libertar reféns que estão sob posse do Hamas. Ele também pediu um “cessar-fogo imediato” entre Israel e o grupo armado na Faixa de Gaza.

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“Estamos tentando chegar a um acordo entre Israel e o Hamas sobre a devolução dos reféns e um cessar-fogo imediato em Gaza pelo menos durante as próximas seis semanas e para permitir o aumento da ajuda à Faixa de Gaza”, afirmou Biden durante uma reunião no Salão Oval da Casa Branca com a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni.

O presidente acrescentou que os EUA “insistirão” para que haja mais caminhões e rotas para que mais ajuda possa ser entregue às pessoas em Gaza.

“Vamos insistir para que Israel facilite mais caminhões e mais rotas para levar a cada vez mais pessoas a ajuda de que precisam, sem desculpas”, destacou.

Lançando ajuda na Faixa de Gaza

Joe Biden também anunciou que os EUA lançarão ajuda humanitária e suprimentos na Faixa de Gaza.

Os militares americanos estão trabalhando para realizar esses lançamentos aéreos aos palestinos nos próximos dias, segundo informou anteriormente uma autoridade dos EUA à CNN.

O democrata destacou que a ajuda não está fluindo para Gaza com rapidez suficiente e que estava trabalhando para mediar um acordo de cessar-fogo imediato que permitiria assistência adicional ao território palestino.

A Casa Branca afirmou ainda que Israel apoia o plano dos Estados Unidos de lançar a ajuda humanitária a partir de aviões.