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23 de nov. de 2016

Colômbia: Acordo de Paz com as FARC - Uribe nega que acordo de paz com Farc será referendado no Congresso

O presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, fala durante durante cerimônia em Bogotá nesta terça-feira (27). (Foto: AP)
O presidente da Colômbia, Álvaro Uribe (Foto: AP Photo)

Uma disputa política entre 2 forças políticas:

Ex-presidente da Colômbia diz que referendo popular deve ser respeitado. Já o atual presidente, Juan Manuel Santos, diz que novo acordo será assinado quinta (24). Leia matéria completa.







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25 de set. de 2016

Internacional: Temer vai à Colômbia para assinatura de acordo com as FARC - EP




O presidente Michel Temer deve participar na próxima segunda-feira (26) da assinatura histórica do acordo de paz entre a Colômbia e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). A solenidade, ocorrerá na cidade colombiana de Cartagena de Índias, oficializará o fim de meio século de conflitos armados no país. Leia matéria

15 de fev. de 2016

Presidente da Colômbia suspende diálogos de paz com as FARC-EP após sumiço de general do Exército

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General Rubén Darío Alzate
O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, anunciou nesta segunda-feira (17) a suspensão do 32º ciclo de negociações de paz com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), que deveriam ser retomadas nesta terça-feira (18) em Havana, após o desaparecimento de um general do Exército e mais duas pessoas.
Santos disse que a viagem dos negociadores do governo à capital cubana, prevista para a manhã de hoje, foi cancelada e que "a negociação é suspensa" até que se esclareçam as circunstâncias do paradeiro do general Rubén Darío Alzate e dos seus acompanhantes.
O anúncio foi feito em uma coletiva de imprensa, logo depois de uma reunião do presidente com o ministro de defesa, Juan Carlos Pinzón, informou o jornal colombiano El Espectador.
Santos chegou a questionar o fato de o general Alzate haver quebrado todos os protocolos de segurança e ignorado as advertências feitas pelo soldado que o acompanhava. Ainda assim, o mandatário atribui o sumiço às Farc, que, por sua vez, ainda não se pronunciou a respeito.
Aznate foi detido em um local considerado “zona insegura”, que fica a 30 minutos de barco da capital do estado de Chocó ( no oeste colombiano). Uma delegação encabeçada pelo ministro da Defesa e por representantes da Cúpula Militar viajaram para lá para investigar o desaparecimento do general. (Extraído do portal Vermelho)

15 de out. de 2015

Em 2009, Lula sugeriu que as FARC criassem um partido para chegar ao Poder. Hoje, com o acordo de paz estabelecido entre a guerrilha e o governo colombiano, tal conselho está a um passo para se tornar realidade.

Presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos (à esq.) - Raul Casto, presidente de Cuba (centro) - Comandante das FARC, Timoleon Jimenez (à dir.)

Memória:
2009 - Lula sugere que as FARC-EP abandonem a luta armada e criem um partido político para chegar ao poder na Colômbia -
http://internacional.estadao.com.br/noticias/america-latina,lula-sugere-as-farc-criar-partido-para-chegar-ao-poder,362096


2012 - FARC faz proposta de acordo ao governo da Colômbia - http://capitaofernando.blogspot.com.br/2012/11/farc-ep-faz-proposta-de-tregua-e.html

2013 - 2015 - Tramitação do acordo -
http://capitaofernando.blogspot.com/2013/08/farc-ep-e-governo-da-colombia.html

2015 - governo e FARC celebram acordo -
http://www.vermelho.org.br/noticia/270638-7

2015 - senado colombiano aprova reforma para validar a paz - http://www.vermelho.org.br/noticia/271168-7

14 de out. de 2015

em 42 modalidades. Paz entre governo colombiano e as Farc é uma vitória de toda a América Latina, defende Dilma




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Dilma: êxito dessa negociação transcende fronteiras e o Brasil quer cooperar com essa fase de pós-conflito. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR



A presidenta Dilma Rousseff abriu a declaração que fez à imprensa, nesta sexta-feira (9), em Bogotá, na Colômbia, transmitindo o reconhecimento do Brasil pela decisão que ela chamou de “corajosa” do governo colombiano de implementar o processo de paz com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).

Para a presidenta Dilma, o anúncio desse acordo, feito no final do mês de setembro em Cuba, pelo presidente Santos e pelo líder guerrilheiro Timoleón Jiménez, é um orgulho para toda a América do Sul e transcende as fronteiras da Colômbia e de toda a América Latina.
O acordo colocará fim a décadas de um conflito armado que vitimou cerca de 220 mil pessoas e forçou o deslocamento de mais de seis milhões de colombianos para fora de suas regiões de origem, tanto por parte das forças oficiais quanto guerrilheiras.
“Quero aproveitar esta ocasião para transmitir o reconhecimento do Brasil, e meu apreço pessoal, por sua decisão corajosa ao implementar o processo de paz, aqui na Colômbia com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). Abrir esse processo é um orgulho para toda América do Sul, para todo esse hemisfério. Acredito que o êxito dessa negociação transcende as fronteiras de seu país. Transcende as fronteiras também da América Latina (…) Em um momento em que nós vemos, no mundo, quase uma impotência em estabelecer acordos de paz, essa sua vitória vai ser uma vitória de todos nós”, defendeu a presidenta.
Além disso, Dilma enfatizou que o processo de paz é resultado de disposição e vontade política, que tem recebido apoio de diversos países e organizações, como é o caso da Unasul.
Ela acrescentou a disposição do Brasil em cooperar com a fase pós-conflitos na Colômbia e de contribuir para a reconstrução do país, a partir de experiências brasileiras bem sucedidas, em áreas como agricultura familiar e comercial, infraestrutura e inclusão social.
Eu gostaria de dizer que o Brasil tem imenso interesse em cooperar com a fase pós-conflitos, com a reconstrução tanto no que se refere ao Plano Nacional de Agricultura, contribuindo com a nossa experiência na área da agricultura familiar e da agricultura comercial, como também nos dispondo a cooperar nas questões relativas a infraestrutura com foco em inclusão social que também pode vir a facilitar bastante o desenvolvimento das áreas que até então estavam conflituadas”, acrescentou.

Conflito
Iniciada no início dos anos de 1960, após décadas de lutas regionais, a guerra civil colombiana é um dos conflitos internos mais antigos da América Latina e envolve a disputa entre forças conservadoras e guerrilheiras pelo poder na Colômbia. O conflito propagou-se com o tráfico de drogas, gerando consequências trágicas para a Colômbia, com reflexos até hoje para o cenário político colombiano e para a população civil do país.

24 de set. de 2015

Raul Castro merece o Prêmio Nobel da Paz. Acabam-se 50 anos de conflitos contra as FARC-EP na Colômbia.

As negociações com as Farc foram intermediadas pelo presidente de Cuba, Raúl Castro
As negociações com as Farc foram intermediadas pelo presidente de Cuba, Raúl Castro. AFP.

Raul Castro merece o Prêmio Nobel da Paz.
Acabam-se 50 anos de conflitos.
http://noticias.terra.com.br/mundo/mesmo-antes-de-se-concretizar-acordo-de-paz-colombiano-e-historico,f59e4d077193430ff313b68f94fa8f59xro23yre.html

19 de mai. de 2015

FARC E ELN SE REUNIRAM SECRETAMENTE EM CUBA COM AVAL COLOMBIANO



Os líderes das duas maiores guerrilhas colombianas, Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia - Exército do Povo (FARC-EP) e Exército da Liberação Nacional (ELN), se reuniram secretamente em Havana com o aval do Presidente colombiano. As reuniões, que ocorreram durante o mês de abril, serviram como uma tentativa do governo colombiano de estender os diálogos de paz travados com as FARC também ao ELN. Em janeiro, o ELN havia afirmado estar disposto a dialogar com o governo e abandonar as armas. 

23 de ago. de 2014

Exército colombiano se encontra com as FARC/EP - Negociações para dar fim a um conflito de quase meio século entram em uma fase decisiva

Ivan Marquez, negociador das Farc, durante uma conferência de imprensa em Havana
Ivan Marquez, negociador das Farc, durante uma conferência de imprensa em Havana. Créditos Exame.




Havana - Membros do Exército colombiano se encontraram cara a cara pela primeira vez nesta sexta-feira com rebeldes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia - FARC-EP.
As negociações para dar fim a um conflito de quase meio século entram em uma fase decisiva, com o governo decidindo se garantirá a anistia dos militantes pelos crimes cometidos no passado.
Os diálogos pela paz com as Farc, que ocorrem na capital de Cuba, Havana, há pelo menos dois anos, ainda devem esbarram em diversos obstáculos.
Os colombianos, que terão o direito de escolher se aceitam o acordo entre as partes em um referendo, temem que as atrocidades cometidas pelos combatentes não sejam punidas.
Mas refletindo o otimismo crescente de que um acordo está ao alcance, o presidente recém-reeleito, Juan Manuel Santos, decidiu enviar algumas das autoridades militares mais condecoradas da Colômbia a Havana para darem início a discussões informais sobre como executar o processo para acabar com as hostilidades e chegar a um eventual cessar-fogo.
Liderando a delegação está o comandante das juntas militares colombianas, general Javier Flores.
Ele é um dos maiores adversários das Farc e ganhou medalhas ao chefiar uma unidade de elite treinada nos EUA que eliminou vários membros do comando do grupo rebelde, incluindo o temido líder militar Victor Julio Suarez, mais conhecido pelo apelido Mono Jojoy.
Os negociadores quase não revelaram detalhes sobre o encontro e as autoridades voltaram na noite desta sexta-feira a Bogotá.
Mas o líder da equipe de negociação rebelde, Ivan Marquez, disse que a presença de autoridades era uma "notícia excelente" que evidencia o progresso do diálogo.
"É de um valor irrepreensível que, pela primeira vez, representantes ativos das forças armadas de cada lado estejam sentados à mesa em condições iguais", disse Marquez. "Vamos nos livrar de nossos uniformes", pediu.
Nem todos, porém, celebraram o envolvimento militar nos diálogos. O ex-presidente colombiano, Alvaro Uribe, que liderou a oposição nos diálogos de paz, criticou Santos no Twitter, dizendo que a moral das tropas sofreria como resultado.
"Não há tratamento pior para soldados e policiais do que colocá-los no mesmo nível de terroristas", ele comentou.
O negociador chefe do governo, Humberto de la Calle, alertou que a presença de representantes do Exército sem uniforme não significava de maneira nenhuma que o governo estava cedendo às demandas dos rebeldes para que as operações militares parem enquanto as conversas continuam.
"Deixe-me ser absolutamente claro: nós não estamos negociando um cessar-fogo neste momento", ele disse.
Créditos: http://exame.abril.com.br/mundo/noticias/exercito-colombiano-se-encontra-com-as-farc

12 de nov. de 2013

FARC - EP também foram espionadas pela NSA, revela The New York Times


O jornal estadunidense The New York Times divulgou, no sábado (2), a informação de que os Estados Unidos, por meio da Agência Nacional de Segurança (NSA), também espionaram as FARC-EP. Leia matéria

14 de out. de 2013

Presidente colombiano lança plano de guerra contra as FARC-EP

BOGOTÁ - Em meio às negociações de paz entre as FARC-EP e o governo colombiano, o presidente Juan Manuel Santos anunciou recentemente um "plano de guerra" contra a guerrilha e a instalação de um novo comando militar. O chamado Espada de Honor 2 contará, segundo o governo, com 50 mil homens do Exército para ampliar a ofensiva contra os blocos sul e oriental das FARC. Leia matéria

12 de ago. de 2013

21 de nov. de 2012

FARC-EP faz proposta de trégua e aguarda decisão do governo da Colômbia.


Excelente a iniciativa das FARC-EP de colocar em vigor um cessar-fogo unilateral de dois meses na Colômbia. A guerrilha anunciou a trégua nesta 2ª feira (20), em Cuba, onde foram retomadas as negociações de paz iniciadas há algumas semanas na Noruega.

A iniciativa das FARC cria um clima favorável para as negociações de paz e abre espaço para um cessar fogo permanente. Em Bogotá, o governo do presidente Juan Manuel Santos ainda não se manifestou a respeito. É a primeira vez que o grupo anuncia um acordo em mais de 10 anos. Leia matéria.

23 de out. de 2012

Governo Colombiano inclui ex-comandante militar na mesa de negociações com as FARC-EP em Oslo.

Está em curso, a alguns meses, uma sequência de negociações visando a paz na Colômbia, onde sentam-se à mesa, em igualdade de condições o Governo Colombiano, bem como as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia - Ejército del Pueblo, que travam uma sangrenta guerra a quase meio século.

Nesse processo, tamanho é o peso do componente militar da questão, o governo colombiano achou por bem nomear o seu ex-comandante do Exército para ser um dos 05 representantes do país, no grupo que conduz o diálogo.

A presidenta Dilma Roussef, colocou o Brasil à disposição para também intermediar o processo, colocando-se numa posição completamente neutra.  Leia matéria completa.

10 de out. de 2012

Declaracion Política del Estado Mayor Central de las FARC EP, agosto 20 de 2012


Declaracion Política del Estado Mayor Central de las FARC EP, agosto 20 de 2012. Publico sem fazer qualquer tipo de juízo de valor.


Dilma apóia negociação da Colômbia com as FARC-EP

A presidente Dilma Rousseff telefonou ontem para o presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, para desejar-lhe pronta recuperação, após uma operação, fruto de um tumor na prátata. Dilma aproveitou para oferecer o apoio do Brasil ao processo de negociações entre o Estado e as Forças Armadas Revolucionária da Colômbia-Ejército del Pueblo, que se iniciará na semana que vem.
"O Brasil é um ator regional importante, que desfruta de muita credibilidade", disse nossa presidenta.

8 de set. de 2012

Farc: Negociaremos até a promoção da paz na Colômbia

Comandante das FARC, Timoleón Jiménez é cuidadoso ao falar sobre o processo de paz

O presidente colombiano, Juan Manuel Santos, afirmou nesta sexta-feira que o momento é “ideal”, para que tenha um bom rumo o processo de paz, iniciado com as Forças Armadas Revolucionárias - Exercito do Povo (FARC-EP). Segundo ele, o processo de negociação poderá ser concluído nos próximos seis ou oito meses. Em pronunciamneto, Santos afirmou que as condições agora são muito diferentes.

– O mundo mudou e a Colômbia também. O mundo inteiro está apoiando este processo e também a região. Esperamos que esta seja a base para um final feliz. Acho que o importante é se concentrar no básico, nos cinco pontos da agenda de discussão aprovada pelas duas partes –manifestou, depois de afirmar que este deve ser um processo digno, sério, eficaz e realista, e que “há coisas que se podem e outras não”.

Em pronunciamento realizado em Havana, Cuba, as FARC-EP ratificaram sua posição a favor de uma paz que termine com o conflito que se mantém na Colômbia há quase meio século.
– Para nós é muito importante desenvolver e preservar este processo porque responde a uma necessidade do povo – assinalou o comandante guerrilheiro Marcos León Calarcá.
As FARC-EP anunciaram na coletiva de imprensa em Havana os nomes de dois dos líderes que integrarão a equipe de negociadores, Ivan Márquez e Jesús Santrich, e sua intenção de incorporar a Ricardo Palmera, codinome Simón Trinidad, condenado a 60 anos de prisão nos Estados Unidos, para onde foi extraditado.
– Não nos levantaremos da mesa de negociações até que tenhamos um resultado feliz para o povo colombiano, afirmaram membros do grupo guerrilheiro encarregado do diálogo exploratório e destacaram a disposição do governo de fazer mudanças estruturais para chegar nesse resultado. Desejamos que seja possível viver em uma Colômbia com paz, que cheguemos a um acordo para verdadeiramente promover a construção da paz – afirmou León.

Outra mesa de negociações entre as partes começará no próximo dia 8 de outubro em Oslo, Noruega.

Correio do Brasil / Blog do Cap Fernando

28 de ago. de 2012

Uma sonhada notícia sobre a paz: FARC e Colômbia iniciam negociações

A notícia do início de negociações, em Cuba, entre o governo colombiano do presidente Juan Manuel Santos e as FARC-EP é um fato e tanto, que deve ser destacado e comemorado. As negociações terão prosseguimento em Oslo-Noruega com a mediação do governo daquele país, mais o de Cuba e o da Venezuela.
Desta vez, nos entendimentos entre o governo da Colômbia e as FARC, a presença dos governos de Cuba e Venezuela é um sinal claro da disposição destes dois países de apoiarem a política do presidente Santos de negociar e chegar a um acordo de paz que coloque um ponto final na guerra civil. Conquistado, ele criará as condições para reformas democráticas e sociais na Colômbia, país que já se destaca como um parceiro fundamental do Brasil.
Por isso mesmo, a paz na Colômbia nos interessa - e muito - e evidentemente, não só por esse motivo, mas porque ela cria as condições, também, para uma aproximação ainda maior Colômbia-Venezuela, condição fundamental para a integração sul americana e a retomada do Pacto Andino.



O sentido da presença de Cuba nas negociações



Já a presença de Cuba na intermediação das negociações e no fechamento de um acordo - a que se chegará, torcemos - reforça sua reintegração plena à comunidade latinoamericana e caribenha, contra a posição norte-americana que há meio século impõe a Havana um dos mais brutais bloqueios econômicos de que se tem notícia na história mundial.
A expectativa é que a paz e o fim da guerrilha leve a uma reforma agrária (motivo do golpe no Paraguay em 2012 e o ocorrido no Brasil em 1964) e a retomada da produção agrícola em regiões hoje controladas pelo narcotráfico e a cultura de cocaína. Além da reinserção das FARC, de seus integrantes, na vida política e social do país.
Principalmente, uma reintegração sem os riscos do passado quando após acordos de paz que os integrantes do movimento aceitaram negociar, os ex-guerrilheiros foram simplesmente assassinados, massacrados, e o país voltou a mergulhar no conflito bélico, o mais antigo entre um governo constituído e um movimento de resistência no continente.



Por que Oslo



A escolha de Oslo como foro para a continuidade das negociações confirma a tradição da capital norueguesa de sediar e patrocinar conversações de paz. Ali, em 1993, os líderes palestino Yasser Arafat, e israelense, Itzak Rabin, assinaram o Acordo de Oslo, que reconhecia o estabelecimento da Autoridade Nacional Palestina (ANP) em parte da Faixa de Gaza e na cidade de Jericó.
Pouco tempo depois, no dia 28 de setembro de 1995, novo acordo foi firmado (Oslo II), ampliando o controle da ANP sobre as grandes cidades da Cisjordânia, exceto Jerusalém. Ainda não foi daquela vez que a paz se restabeleceu entre judeus e palestinos, mas Oslo não deixou de confirmar sua vocação para sediar negociações dessa natureza.

26 de ago. de 2012

Exército da Colômbia fecha emissora de TV clandestina das FARC-EP

O Ejército Colombiano, através de sua 13ª Brigada, fechou uma emissora clandestina da guerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia - Ejército del Pueblo (FARC - EP). Segundo fontes, a emissora foi encontrada na zona rural de Cubarral - departamento de Meta e pertencia à frente 53 das FARC - EP.
A guerrilha se utiliza de rádio e TV clandestinas para operarem a sua Guerra Revolucionária. As Forças Militares já conseguiram fechar outras emissoras de TV, como "A Voz da Resistência", assim como jornais e outros Mecanismo de Comunicação Social clandestinos da principal guerrilha do país.

As FARC travam uma luta de resistência contra o governo constituído, o que as FARC não o reconehcem desd eo Golpe de Estado que ocorreu no país, no curso da Ditadura Militar daquele país.

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