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27 de set. de 2019

DIREITO - “A NOVA ALTERAÇÃO DA LEI MARIA DA PENHA BENEFICIARÁ, NA PRÁTICA, AS MULHERES?”, QUESTIONA ADVOGADA FLORA MARIA

Foto reprodução
DIREITO - 
“A NOVA ALTERAÇÃO DA LEI MARIA DA PENHA BENEFICIARÁ, NA PRÁTICA, AS MULHERES?”, QUESTIONA ADVOGADA FLORA MARIA. 

LEIA ARTIGO COMPLETO, PUBLICADO ORIGINALMENTE EM CARTA CAPITAL - https://capitaofernandodireito.blogspot.com/2019/09/a-nova-alteracao-da-lei-maria-da-penha.html

27 de nov. de 2015

12 de set. de 2015

O Sucesso das Mulheres na Manutenção da Aviação do Exército

Foto EB

São Paulo – Um ambiente composto exclusivamente pelos homens nunca as intimidou. Determinação, iniciativa e motivação são características comuns às mulheres que escolheram a profissão de Mecânica de Aeronaves no Batalhão de Manutenção e Suprimento de Aviação do Exército.

Muitas conheceram a profissão por intermédio da Escola Municipal de Ciências Aeronáuticas e, posteriormente, do Estágio Básico de Sargento Temporário. “Entrei na Aviação do Exército (Av Ex) para adquirir experiência e hoje me orgulho de tudo o que aprendi, das pessoas que conheci e do que me tornei”, disse a 3º Sgt Arlete.

A pioneira dentre essas mulheres foi a 3º Sgt Adriana, que incorporou no final do ano de 2009, tornando-se a primeira mulher a compor uma equipe de manutenção de aeronaves na história da Av Ex e obtendo destaque por sua produtividade, meticulosidade e autoaperfeiçoamento. Em 2014, concluiu com êxito a graduação em Engenharia Aeronáutica na Universidade de Taubaté (UNITAU) e, em 2015, finalizou o Estágio Teórico de Habilitação a Manutenção da aeronave AS 532 UE Cougar.


Foto EB


A 3º Sgt Mayara Passos diz que seu sonho de criança era ser militar e aconselha às futuras gerações de mulheres que planejam atuar na Aviação a “acreditar no seu sonho, porque somos sim capazes de estar em qualquer ambiente”.

O fato de trabalharem em uma área na qual a maioria é homem acaba sendo um desafio para elas. Por isso, predomina o senso de profissionalismo, conforme palavras da 3º Sgt Raíssa, além do respeito mútuo e do espírito de cumprimento de missão, características indeléveis dos irmãos de armas.

Isso é o que confirma a 3º Sgt Patrícia. “Quando se é um bom profissional, isso não faz diferença, e aqui todos o são”. Ela é a primeira mulher especialista na manutenção da aeronave Cougar. A 3º Sgt Karina complementa essa ideia, afirmando que “estamos conquistando o nosso espaço”.

A presença de mulheres no Exército Brasileiro remonta à 2ª Guerra Mundial, em que se alistavam voluntariamente para o desempenho de funções de apoio na área de saúde. Atualmente, há na Instituição aproximadamente cinco mil mulheres, entre oficiais e sargentos, atuando em diversas áreas, principalmente na administrativa, logística, de magistério e de saúde.

O Guardião da Aviação orgulha-se em ter em seus quadros militares do segmento feminino, as quais conquistaram o reconhecimento e o seu espaço na manutenção da Aviação do Exército.

Créditos EB / Blog do Capitão Fernando

4 de ago. de 2015

Vencemos mais uma: Mulheres na Linha Bélica do Exército, como oficiais, a partir de 2017

Foto: Ten Brandi

A partir de 2017, as mulheres poderão ingressar na carreira militar bélica, como oficiais. O primeiro ano de formação será na Escola Preparatória de Cadetes do Exército, em Campinas/SP, e os outros quatro anos na Academia Militar das Agulhas Negras, em Resende/RJ. http://goo.gl/8SZAB0


18 de jul. de 2015

Conheça as primeiras aviadoras do Esquadrão Condor da Força Aérea Brasileira, "Tenentas" Robertha e Thais



"A felicidade não é algo pronto. Ela é feita das suas próprias ações." - Dalai Lama


Primeiras aviadoras do Esquadrão Condor, Robertha e Thais.

Créditos FAB

16 de mai. de 2015

Entidade de Direitos Humanos denuncia testes de virgindade para mulheres militares na Indonésia



A ONG Human Rights Watch (HRW) solicitou nesta quinta-feira (14/05) ao Exército da Indonésia que interrompa a prática dos testes de virgindade com as mulheres que desejam integrar as Forças Armadas, denunciando uma prática "cruel, desumana e degradante".
A organização, que entrevistou várias militares, afirma que o exército realiza o chamado "teste dos dois dedos" para comprovar a virgindade das mulheres que desejam entrar para a vida militar ou casar com um militar.
"O exército deveria acabar de forma imediata com os testes de virgindade, contrários à proibição de tratamentos cruéis, desumanos e degradantes prevista no direito internacional", afirma a ONG em um comunicado. No ano passado, a entidade já tinha acusado o país de fazer exames semelhantes em candidatas à polícia.
As Forças Armadas defendem a prática como uma forma de evitar que algumas mulheres "prejudiquem" o exército com seu comportamento, mas negou que o teste seja realizado com futuras mulheres de militares e também assegurando-se de que todas as candidatas estejam com boa saúde.
Segundo o jornal britânico The Guardian, um porta-voz do exército, Fuad Basya, disse que "é preciso verificar a mentalidade das candidatas. Se não forem virgens, são 'safadas' e se forem 'safadas', a mentalidade delas não é adequada".
Segundo o Guardian, Basya disse que esses testes são feitos há muito tempo para "ter certeza de que as candidatas, se não forem virgens, perderam a virgindade por "acidente".
O teste, conhecido como "Teste dos dois Dedos" tenta verificar se a paciente tem "familiaridade" com a atividade sexual.
A Indonésia é um país muito conservador e no ano passado, um projeto de se fazer exames escolares para "verificar" a virgindade das alunas em Java teve de ser descartado por conta da polêmica.
A HRW denunciou no ano passado práticas similares da polícia indonésia, que negou as acusações.
"Não quero recordar as experiências ruins. Foi humilhante", afirmou uma jovem de 19 anos, citada no relatório da ONG.

1 de mai. de 2015

Exército francês enfrenta escândalo por estupro de crianças africanas

Soldados franceses são vistos em Bangui, República Centro-Africana. Foto: AFP/Arquivos MARCO LONGARI
Exército Francês em Bangui, República Centro-Africana. Foto: AFP
O Exército Francês enfrenta um escândalo na República Centro-africana, onde alguns soldados foram acusados de estuprar crianças em 2014.


O presidente François Hollande afirmou que será implacável caso sejam confirmadas as acusações de estupro de crianças e mulheres na República Centro-africana em troca de comida, durante a operação Sangaris que tinha por objetivo acabar com os confrontos entre milícias cristãs e muçulmanas no país. Leia mais

Exército canadense quer combater crimes sexuais em suas fileiras

Soldados do exército canadense são vistos em Kandahar, Afeganistão. Foto: AFP/Arquivos Shah Marai
Foto AFP
O exército canadense reconheceu nesta quinta (30/04)  "um problema inegável de assédio sexual e agressão sexual" em suas fileiras que afeta mulheres e homossexuais, e se comprometeu a atender as conclusões de uma comissão especial que investiga a questão.

O ministério da Defesa designou a ex-juíza da Suprema Corte Marie Deschamps para ficar à frente desta comissão.

"Impera um clima de sexualização dentro das FFAA canadenses (...) caracterizado pela proliferação de palavrões ou expressões humilhantes relativas aos corpos das mulheres, piadas de cunho sexual, insinuações ou comentários discriminatórios relativos às habilidades das mulheres e carícias sexuais não autorizadas", denunciou a ex-magistrada em um relatório de cem páginas divulgado ontem. Leia mais

19 de mai. de 2014

Democracia avança nos quartéis! Exército Brasileiro nomeia a 1a mulher como Comandanta de OM

Maj QEMA Carla. Foto perfil facebook
E então a democracia avança dentro dos quartéis. Após as vadias, despeitadas e putas, lutarem anos e anos pelo direito das mulheres mundo afora, essa evolução de nossa sociedade chega a um nível considerável dentro da Instituição mais conservadora do Brasil, o Exército Brasileiro.

A Major Médica QEMA Carla acaba de ser nomeada como a 1a Comandanta do Segmento Feminino do Exército Brasileiro. Ela será a nova diretora do Hospital de Guarnição de João Pessoa/PB! 

No seu perfil do Facebook, a companheira diz: "Desejo agradecer publicamente a TODOS aqueles que SEMPRE acreditaram em mim, na minha dedicação à profissão e ao Brasil !!! E, particularmente, neste momento, aos Excelentíssimos Senhores Generais Sérgio ETCHEGOYEN e Josèmar Câmara FEITOSA, pela confiança em mim depositada !!! Senhores, podem ter a mais ABSOLUTA certeza de que o HGuJP será comandado dentro dos mais elevados padrões de excelência !!! E aos meus futuros subordinados, que dentro em breve passarão a integrar a minha lista de amigos, desejo registrar a minha alegria por ter sido escolhida para comandá-los ! Sinceramente, Major Médica QEMA CARLA. PÁTRIA !!! BRASIL !!!!"

30 de abr. de 2014

E os ideais do Capitanismo avançam Forças Armadas a dentro : Governo Federal institui comissão para promover os direitos das mulheres

Brasília, 29/04/2014 – O Ministério da Defesa vai atuar de forma mais incisiva na promoção dos direitos das mulheres e na igualdade de gênero em seu âmbito de atuação. Portaria publicada no Diário Oficial da União institui a Comissão de Gênero, que irá estudar e propor ações nesse sentido.
A nova comissão está vinculada ao Gabinete do Ministro e será integrada por representantes das chefias integrantes do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, da Secretaria de Pessoal, Ensino, Saúde e Desporto (Sepesd), da Secretaria de Organização Institucional (Seori), da Escola Superior de Guerra (ESG) e do Instituto Pandiá Calógeras, além dos Comandos Militares.

Ao todo, há cerca de 22 mil mulheres nas Forças Armadas, o que representa aproximadamente 6% dos efetivos militares. O MD pactuou um Protocolo de Intenções com a Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM-PR), alinhado com os propósitos firmados com a ONU Mulheres. Esse Protocolo deu origem às ações do Plano Nacional de Políticas para as Mulheres em que MD e SPM-PR figuram com corresponsáveis. Leia matéria.

E que um dia tenhamos mulheres no último posto, como oficiais generais de 4 estrelas - Generais de Exército, ocupando vaga como Ministra do STM!

9 de abr. de 2014

Escola Naval realiza “Media Day” com as novas aspirantes


Rio de Janeiro, 03/04/2014 - Doze jovens e um único sonho: fazer parte da primeira turma de aspirantes mulheres da Escola Naval, da Marinha do Brasil. A mais antiga instituição de ensino superior do Brasil realizou nesta quarta-feira (02) um encontro com a imprensa para mostrar o dia a dia das marinheiras. Elas, as futuras sentinelas do mar, estão determinadas a cumprir a missão de servir o Brasil. São meninas de 18 a 22 anos, que cumprem juntos com homens, cinco horas por dia de aula, educação física à tarde e estudo noturno.
Para o comandante da Escola Naval, almirante Antonio Carlos Soares Guerreiro, o ingresso das aspirantes deu novos ares à instituição. Ele acredita que o convívio entre os gêneros ajuda na maturidade e na formação militar.

Nem o toque de despertar às 6 horas da manhã tira a vaidade e o ânimo das meninas, que ainda arrumam tempo para se maquiar. “A roupa tira um pouco da feminilidade, então é importante que a gente esteja bem cuidada. Não deixamos de ser mulher aqui dentro”, diz Thaís Affonso (foto), de Cabo Frio (RJ).

Para receber as novas aspirantes, as instalações da instituição passaram por adaptações como banheiros femininos, alojamentos e segurança. O ingresso foi cuidadosamente planejado pela Marinha, que realizou obras, inclusive, na enfermaria. Além disso, houve a inclusão de três oficiais do sexo feminino no Comando do Corpo de Aspirantes.

Natascha Fernandes (foto abaixo), de 22 anos, tem o sonho de alcançar os postos do almirantado. “Meu pai sempre quis ser militar, sempre escutei dizer que é uma carreira promissora, de alguma forma estou realizando o sonho dele também.”

As sentinelas do mar passaram num concurso disputadíssimo. Cerca de 3 mil mulheres se inscreveram no certame inédito, do ano passado, que deu oportunidade à ala feminina na Escola Naval.

Vale lembrar que o primeiro passo em prol da igualdade entre os gêneros foi realizado em 1981, com o ingresso das mulheres na Marinha do Brasil. Em 2012, a Força Naval confirmou seu pioneirismo promovendo a primeira mulher ao cargo de oficial general no Brasil.
Bem-vindas a Bordo
No dia 12 de janeiro, doze mulheres, aprovadas no concurso público de admissão à Escola Naval (CPAEN), ingressaram na instituição, iniciando o período de adaptação. Nesta fase, durante três semanas, as candidatas foram apresentadas aos primeiros ensinamentos da doutrina militar e da futura rotina do curso de formação, seja por meio de atividades físico-militares ou pelo ensino acadêmico.
Em fevereiro, iniciou-se o ano letivo da Escola Naval. As aspirantes foram distribuídas entre as companhias do Corpo de Aspirantes. Elas convivem com outros 258 aspirantes homens.
Veja também:
Acesse a página do Ministério da Defesa no Facebook  e curta os posts sobre este assunto. 
Fotos: Felipe Barra
Assessoria de Comunicação Social

19 de out. de 2013

Militares das FFAA - Importante decisão judicial a favor de militar que não possui filha e paga 1,5%. Ele poderá cancelar o desconto e não perder o direito. Abre-se então um precedente. Veja decisão.


Agradeço pela colaboração dos meus amigos: Roberto (R.A), o chapa-quente, Josenir Garcia e João Bandeira.


QUEM NÃO TEM FILHA E PAGA 1,5% PODE JUDICIALMENTE REQUERER O CANCELAMENTO DO DESCONTO. VEJA DECISÃO ABAIXO.
  
PODER JUDICIÁRIO
JUIZADO ESPECIAL FEDERAL DA 3ª REGIÃO
SUBSEÇÃO JUDICIÁRIA DE CAMPO GRANDE-MS
Rua 14 de Julho, 356 - Vila Glória - CEP 79004394
Campo Grande/MS Fone: 0XX-67-3043-9450
{#
TERMO Nr: 9201004690/2013
PROCESSO Nr: 0006100-21.2010.4.03.6201 AUTUADO EM 24/11/2010
ASSUNTO: 030701 - SERVIDORES FEDERAIS ATIVOS E INATIVOS - CONTRIBUIÇÕES
PREVIDENCIÁRIAS
CLASSE: 16 - RECURSO INOMINADO
RECTE: UNIÃO FEDERAL (PFN)
ADVOGADO(A)/DEFENSOR(A) PÚBLICO(A): MS999999 - SEM ADVOGADO
RECDO: DONIZETHE RUBENS DA SILVA
ADVOGADO(A): MS014256 - JOÃO GOMES BANDEIRA
DISTRIBUIÇÃO ORDINÁRIA POR SORTEIO ELETRÔNICO EM 12/06/2013 12:01:12
JUIZ(A) FEDERAL: LUCIANA MELCHIORI BEZERRA
ACÓRDÃO
DATA: 16/10/2013
LOCAL: TURMA RECURSAL DE CAMPO GRANDE, SUBSEÇÃO JUDICIÁRIA DE CAMPO
GRANDE-MS, à Rua 14 de Julho, 356, Campo Grande/MS.
[# I - RELATÓRIO
A parte autora propôs a presente ação em face da UNIÃO FEDERAL, objetivando o cancelamento do desconto e conseqüente restituição dos valores relativos à contribuição para Pensão Militar, no importe de 1,5%, desde agosto de 2001, data da Medida Provisória nº 2.215-10/2001.
A r. sentença proferida em primeiro grau julgou improcedente o pedido, entendendo que o sistema previdenciário dos militares possui regras próprias e especiais, sendo que a cobrança das contribuições para a pensão militar exigida mediante descontos em seus vencimentos se legitima em face de sua previsão legal, nos termos do art. 3º-A da Lei 3.765/1960 e do art. 31, da MP nº 2.131, de 28/12/ 2000.
Em sede de embargos de declaração, porém, a sentença foi modificada, para julgar procedente o pedido, com a condenação da União a sustar o desconto de 1,5%, sob o código Z05 nos proventos da parte autora bem como proceder à repetição dos valores descontados da folha de pagamento da parte autora sob o índice de 1,5% para pensão militar em favor de filha, desde a data do ajuizamento da presente ação em 24/11/2010, considerada a prescrição qüinqüenal. Ainda, foi determinado à União que procedesse à elaboração dos cálculos dos valores das prestações vencidas, observada a prescrição qüinqüenal reconhecida, acrescidos de juros e correção conforme o NOVO MANUAL DE ORIENTAÇÃO DE PROCEDIMENTOS PARA OS CÁLCULOS NA JUSTIÇA FEDERAL, aprovado pela Resolução n. 134 do CJF, de 21/12/2010, do E.
2013/920100013937-15496-JEF
Assinado digitalmente por: LUCIANA MELCHIORI BEZERRA:10284
Documento Nº: 2013/920100013937-15496
Consulte autenticidade em: http://web.trf3.jus.br/autenticacaojefms

12 de out. de 2013

URUGUAI: MULHERES FAZEM GRANDES AVANÇOS NAS FORÇAS ARMADAS

Mulheres combatentes do Exército Uruguaio.
O Uruguai tem dado um grande exemplo sobre a democratização das FFAA, especialmente a extensão do segmento feminino a todas as funções militares, calando, através de exemplos palpáveis, vozes contra essa evolução natural de nossa sociedade. Eu mesmo, fui - sou e sempre serei um grande defensor da máxima democratização possível das FFAA, incluindo esse tema: mulheres combatentes e um dia serem Comandantes da Força e Ministras do STM.
Por lá, as mulheres constituem cerca de 25% das Forças Armadas do Uruguai e podem atuar, inclusive, em combate. Por aqui, em 'terras brasilis", a presidenta Dilma já determinou medidas nessa mesma direção. Segundo o portal especializado LaRed 21 projeta que, em quarto décadas, uma mulher poderia se tornar comandante-chefe de qualquer uma das três forças militares uruguaias. Leia matéria completa


Leia também:

23 de set. de 2012

Aluna do Colégio Militar de Porto Alegre vence o programa "Soletrando", porém ainda não poderá ingressar na Academia Militar das Agulhas Negras


Transmito os meus votos de parabéns à aluna Yasmin Esswein do Colégio Militar de Porto Alegre, campeã do programa Soletrando, um quadro do programa de Luciano Huck, na Rede Globo.
Muito embora o inequívoco sucesso nos estudos, particularmente na matéria potuguês, a aluna ainda não poderá fazer o concurso público nacional para ingressar na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), onde são formados os oficiais combatentes do Exército Brasileiro, face a pouca idade e ainda, pelo fato de que a instituição ainda não possui cadetes mulheres, tal como ocorre na sua congênere da Força Aérea Brasileira, a Academia da Força Aérea (AFA).

Transmito também meus cumprimentos aos alunos finalistas Rodrigo Ferreira, do Colégio Militar de Salvador e Ivan Barros, do Colégio Militar de Recife.

10 de set. de 2012

Esposas de militar protestam roubam a cena no desfile de 7 setembro em Humaitá-AM.

Leiam a matéria abaixo e percebam a enorme diferença entre essas esposas e as do time da Iyone Felizardo.
OBS: Esse grupo não tem absolutamente nada a ver e não segue a Iyone Felizardo!
Trata-se de uma outra Associação Nacional de Esposas de Militar, até onde pude apurar.




HUMAITÁ (AM) - Um protesto pacífico no desfile de 07 de setembro, chamou a atenção neste feriadão, mulheres caracterizadas de palhaço, com cartazes com frases, reivindicando respeito por parte dos oficiais do 54º BIS roubaram a cena no desfile do Batalhão do Exército. Segundo informações colhidas no local, as manifestantes são esposas de sargentos que por direito deveria ter sido transferidos para outras cidades há pelo menos um ano atrás, mais segundo elas, seus esposos não conseguiram suas transferências, permanecendo em Humaitá. O pior segundo elas é que chegou somente agora as transferências, mais para locais em desacordo com suas vontades... Tentamos contato com o comandante do Batalhão em Humaitá para que ele pudesse explicar o fato, porém, o mesmo preferiu não se pronunciar sobre o assunto.



Jô Silva (esposa)



“É fácil criticar quando não se sabe como é a vida de uma Esposa de Militar! A maioria deixa tudo por causa da profissão do marido, tem que se virar para conseguir emprego de ano em ano, outras tem que ficar em casa se dedicando aos filhos, porque em muitas cidades não há mercado de trabalho. As pessoas pensam que Militares recebem muito, são bem remunerados... Mas isso é porque não tem acesso ao contracheque! As cidades são boas, mas temos direito de querer morar próximo a família ou em outro lugar... Imaginem criar seus filhos com pouco contato com os tios, primos, avós, etc... Enfim, não reclamamos de barriga cheia como dizem, só lutamos por nossos direitos! E ainda dizem: Estão nessa vida porque querem... Sim, é porque queremos, afinal somos humanas, não escolhemos quem vamos amar, e o amor é isso!”



Symone Araújo (esposa)



“A reivindicação não é direcionada a sociedade de Humaitá, ou a prefeitura da mesma, nem ao governo do estado e sim ao EXÉRCITO BRASILEIRO, mais precisamente a DCEM (Órgão que cuida da transferência dos militares). O que acontece é que nós, esposa e militar, escolhemos uma cidade ( E não me refiro somente a Humaitá) fronteiriça, não necessariamente pelo valor que ganhamos como adicional, porque na verdade não dá para nada, uma vez que temos que pagar por uma alimentação cara, escola cara, passagens caras, uma falta de estrutura hospitalar, falta de lazer, etc. Muitos optam pela possibilidade do encerramento desse período, para ter o direito de ir para sua cidade desejada. A maioria da população não entende como se dá essa transferência, não entende como é o tramite do processo e simplesmente levam esse tipo de manifestação para o lado pessoal, achando que não damos o valor devido à cidade que optamos morar, o que não é necessariamente a verdade. Claro e evidente que se me perguntassem se eu preferia morar na capital de um estado ou na fronteira dele, pode ter certeza que não pensaria duas vezes em responder que na capital, e creio que muitos pensam assim, inclusive aqueles que lá nasceram porque sabemos que a estrutura de uma cidade grande não se compara com a do interior”.



O protesto pode ter sido um tiro no pé do general UBIRATAN POTY que é o Comandante da 17ª Brigada de Infantaria de Selva, o General-de-Brigada era o Subchefe do Centro de Inteligência do Exército, em Brasília - Distrito Federal e estava marcando presença no Palanque de autoridades presentes no desfile cívico de 07 de setembro em Humaitá. Certamente ninguém do comando militar esperava o protesto das esposas dos sargentos prejudicados pela demora em suas transferências. Em se tratando de exército, a manifestação deverá ser apurada o mais breve possível e deve render punições aos militares prejudicados.



Até alguns anos atrás jamais se imaginaria que poderia acontecer um protesto publico envolvendo militares de nossas forças armadas, este é um sinal claro de que as coisas estão mudando, ou pelo menos tentando mudar. Até o fechamento desta matéria não recebemos nenhuma in formação se o protesto teve seu objetivo alcançado.

20 de ago. de 2012

Coincidência com as propostas do Capitanismo ? - Lei amplia ação feminina no Exército e permite que elas recebam formação para atuar no front

Avançando nos direitos das mulheres, a Lei n° 12.705/12, aprovada na semana passada, quebra paradigmas. Ela determina o ingresso das mulheres no quadro de COMBATENTES.
O Exército Brasileiro terá cinco anos para se ajustar a uma realidade mais do que presente no Brasil, que tem, inclusive, uma representante do gênero no comando — a presidente Dilma Rousseff.

Na verdade esse conceito de "combatente" choca diretamente com as vagas para os oficiais generais.
Os companheiros do Quadro de Material Bélico são caracterizados como "combatentes" ao passo que os do Serviço de Intendência não os são, muito embora a formação seja praticamente a mesma, tanto na AMAN, como na EsAO. Na ECEME, o curso destinado aos Intendentes é diferente do dos "combatentes".

No Exército Irregular das FARC, a presença de mulheres combatentes é normal.


Como uma das opções do ingressos das mulheres seria através do serviço de Intendência, ou mesmo da Logísitica e como haveria a necessidade delas poderem alcançar o ultimo posto do generalato, o de General de Exército, por consequencia os oficiais intendentes poderiam também chegar ao último posto do generalato. Este fato, a aliança da luta feminista com a possibilidade do oficial intendente um dia comandar o exército Brasileiro e/ou poder ser Ministro do STM é o motivo que eu defendi, enquanto candidato a deputado federal do PT em 2010, essa ingresso das mulheres na AMAN, que em ultima análise significava ser caracterizada como "combatente".



Exército da Áustria


Exército da Suécia




Mulheres combatentes, na linha de frente, são previstas em países como Estados Unidos, Alemanha, Canadá, Dinamarca, Finlândia, Israel, Noruega, Nova Zelândia, Suécia, Turquia, Irã, Suíça, dentre outros.



Assim, com elas alcançando o seu lugar por direito, acredito que também em breve teremos oficiais do Serviço de Intendência como oficiais generais do último posto.

Parabéns às mulheres! Parabens à nossa presidenta Dilma!
 
Agora teremos as FFAA ainda mais democráticas, do povo para o povo (integralmente, incluindo-se as mulheres) pois manterão a sempre eficiência e teremos o gênero feminino entre  seus quadros combatentes.
 
A partir da questão da livre orientação sexual - hoje aceita pelo EB, o Estado-Maior Combinado na Amazônia,  e essa bandeira do ingresso das mulheres nos quadros combatentes - na AMAN, eu lhes pergunto:
 
Seria tudo isso coincidência com as "falas" do Capitanismo ?
 
Os próximo passo serão, a meu ver: a Revisão dos Regulamentos Disciplinares, para se adequarem integralmente à Constituição Cidadã; a possível promoção dos sargentos QE/QESA - ou a ST ou a 2° sargento.


Leia também:

 
Leia matéria completa, diretamente de Zero Hora. Foto Jefferson Botega. Creditos ZH/Veja.

22 de jun. de 2012

No Exército Australiano (também o Israelense, o Canadense e o da Nova Zelândia) as mulheres podem ser combatentes da linha de frente.

E avança o direito das mulheres nos Exército do mundo afora ...
O governo da Austrália suspendeu todas as restrições que impediam mulheres de desempenhar determinados cargos nas Forças Armadas do país, inclusive em situações de combate. Agora elas são também consideradas COMBATENTES. No Brasil, isso ainda não é possível.
A partir de agora elas poderão servir nas Forças Especiais , bem como nas unidades em linhas de frente de combate. O ministro da Defesa australiano, Stephen Smith, afirmou que a proibição será suspensa imediatamente. Leia ...

DEFENDI EXATAMENTE ISSO ENQUANTO CANDIDATO A DEPUTADO FEDERAL EM 2010