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7 de fev. de 2016

EB em ação: Fim de tarde dos capacetes azuis do Batalhão Brasileiro no Haiti.

#‎Brabat23‬ - O pôr do sol marca apenas a metade de uma jornada.
Fim de tarde dos capacetes azuis do Batalhão Brasileiro no Haiti.
‪Cité‬ Soleil - Porto Príncipe ‪

19 de out. de 2015

Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil dá início ao Exercício Final de Preparo do BRABAT 23

Foto CCOPAB
Pelotas/RS – O Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil (CCOPAB) deu iniciou, no dia 13/10, ao Exercício Avançado de Operações de Paz (EAOP), como parte final da preparação do 23º Contingente do Batalhão de Infantaria de Força de Paz (BRABAT 23), que irá integrar a Missão das Nações Unidas de Estabilização no Haiti (MINUSTAH, sigla em francês).

O objetivo do exercício é avaliar o preparo, o adestramento e a eficiência profissional em uma operação de paz, consolidando o espírito de corpo e o sentimento de cumprimento de missão entre os integrantes do contingente e certificando o Batalhão. Leia mais

21 de jul. de 2015

O ministro Jaques Wagner realiza hoje sua primeira visita oficial ao Haiti

Foto: perfil MD em uma rede social
O ministro Jaques Wagner realiza hoje sua primeira visita oficial ao Haiti, onde o Brasil comanda a missão de paz da ONU - http://goo.gl/M3yk82

29 de jun. de 2015

Exército Boliviano conclui missão de paz da ONU no Haiti


O último contingente do Exército Boliviano a participar da Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (MINUSTAH), formado por 185 homens e 20 mulheres, voltou à Bolívia em 15 de junho. [Foto: Cortesia da Direção de Operações de Paz do Exército Boliviano]
O último contingente do Exército Boliviano na MINUSTAH. Foto: Direção de Operações de Paz do Exército Boliviano


O Exército Boliviano finalizou sua participação na Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (MINUSTAH) após nove anos. Durante a missão, mais de 3.000 militares bolivianos trabalharam sem descanso para devolver a segurança e a estabilidade política e prestar assistência humanitária aos habitantes do Haiti, em cooperação com outros 20 países.
Como parte do plano de redução do componente militar da MINUSTAH estabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU), o último contingente de tropas da Bolívia – formado por 205 soldados – voltou a La Paz em 15 de junho, “após concluir seu compromisso internacional”, diz o Coronel Rodolfo Javier Garvizu Díaz, diretor de Operações de Paz do Exército Boliviano. Os soldados chegaram ao Quartel-General de Miraflores, na capital boliviana, após finalizar suas atividades na MINUSTAH, em 26 de maio.
O contingente – o último dos 15 enviados ao Haiti ao longo de nove anos – incluiu 185 homens e 20 mulheres. Durante a missão da ONU, um total de 3.108 militares bolivianos, entre eles 174 mulheres, participaram da iniciativa de manutenção da paz em contingentes que se revezavam a cada seis meses.
“Estamos orgulhosos porque contribuímos com nossa presença, recursos humanos e meios para cumprir a missão criada pelas Nações Unidas para estabilizar o país”, disse o General de Brigada José Luis Begazo Ampuero, Comandante Geral do Exército da Bolívia, na cerimônia de encerramento, na Base de Tiwanaku, em Porto Príncipe.
“Queridos irmãos e irmãs, com vocês conhecemos a vida do quartel. Posso garantir que o Haiti não os esquecerá, porque temos vocês em nossos corações. Enquanto vão embora, eu garanto que podem voltar como convidados ou turistas, mas sempre como nossos irmãos e irmãs”, disse o ministro da Defesa do Haiti, Lener Renaud.
Gratidão dos outros países
Representantes de outros países destacaram a participação do contingente boliviano e expressaram sua gratidão.
“Ao longo de muitos anos de luta e sacrifício, os capacetes azuis conquistaram um lugar como símbolo de esperança para milhões de pessoas que vivem em lugares atingidos pela guerra”, disse o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, em sua mensagem pelo Dia Internacional dos Soldados da Paz da ONU.
Como parte da MINUSTAH, as tropas bolivianas ajudaram o Haiti a enfrentar uma série de desafios de segurança e humanitários. Por exemplo, a missão cumpriu um papel essencial após o terremoto de janeiro de 2010, que deixou mais de 200.000 mortos, incluindo 96 capacetes azuis.
Na ocasião, o contingente boliviano ofereceu assistência humanitária, auxiliando a população civil afetada pelo desastre natural. Também prestou ajuda aos membros da ONU no quartel-general em Porto Príncipe, “demonstrando responsabilidade, disciplina, profissionalismo e espírito de grupo”, afirma o Cel Garvizu.
Os soldados bolivianos também ajudaram a combater um surto de cólera em outubro de 2010, além de outras doenças endêmicas que afetaram grande parte da população haitiana.
“Durante a epidemia de cólera, o contingente boliviano prestou assistência de saúde à população infectada, através do estabelecimento de hospitais de campanha, da evacuação dos mortos e de ajuda com medidas preventivas nas instalações da MINUSTAH”, diz o Cel Garvizu. “Por sua disciplina e a capacidade operativa”, o contingente boliviano foi designado como a “Reserva da Força Multinacional da MINUSTAH”, responsável por reforçar, apoiar e relevar os setores de responsabilidade de outros contingentes durante sua permanência no Haiti.
Além disso, os militares bolivianos participaram de patrulhamentos de segurança e reconhecimento aéreo e terrestre, ajudaram a escoltar comboios e auxiliaram no controle de distúrbios civis; também organizaram uma força de reação imediata com capacidade operacional para fazer frente a qualquer incidente que pudesse afetar a segurança dentro de sua área de responsabilidade.
O Exército Boliviano contribuiu para a segurança e a ordem pública da população civil local como parte do esforço feito pelos 21 países que formam a MINUSTAH.
Exército Boliviano participou de outras missões internacionais
O Haiti não é o único país onde militares bolivianos participaram de missões internacionais. Antes, os soldados bolivianos já haviam integrado missões de paz em Angola, na Costa do Marfim e no Congo.
Para o Exército Boliviano, participar dessas missões representa “um sentimento de fraternidade por ter contribuído com a pacificação de um país irmão. No aspecto militar, isso contribuiu para que o pessoal mobilizado na missão adquirisse maior experiência em missões de paz”, diz o Cel Garvizu. “A solidariedade com nossos vizinhos foi sem dúvida um aspecto que teve um efeito positivo em todos os membros dos distintos contingentes.”
A participação e os valores das Forças Armadas Latino-Americanas na MINUSTAH foram essenciais ao restabelecimento da paz, assim como ao respeito pelos direitos humanos, diz o Coronel (r) do Exército do Chile Carlos Ojeda.
“Estamos certos de que, pela conduta, o êxito, o trabalho abnegado e a utilidade demonstrados, o Exército [da Bolívia] será novamente convocado a cumprir esse compromisso que mantemos com a ONU desde 1997”, disse o ministro da Defesa da Bolívia Reymi Ferreira, de acordo com o site boliviano La Patria en Línea .
Participar de missões de manutenção da paz no exterior ajuda as Forças Armadas a propiciar segurança pública em casa.
“A segurança é um tema transversal em toda atividade militar para acabar com as diversas ameaças atuais e emergentes que podem afetar o desenvolvimento normal de atividades em nosso território”, diz o Cel Garvizu. “Participar da proteção do ambiente é outro desafio que o Exército Boliviano prioriza, além de várias tarefas que realizamos para beneficiar a população da Bolívia.”

Por Ximena Moretti - Diálogo

16 de jun. de 2015

Militar da tropa de elite do Exército brasileiro é baleado no Haiti



Um militar brasileiro que integra a tropa de elite que o Exército mantém na missão de paz da ONU no Haiti foi baleado no domingo (14) durante uma patrulha em Cité Sóleil,  a região mais violenta da capital haitiana, Porto Príncipe.
O militar foi atingido na perna, sendo socorrido a um hospital argentino que presta serviços às tropas das Nações Unidas no país caribenho.  Ele teve alta nesta segunda feira e, segundo o Exército, não corre riscos.
Trata-se de um sargento que integra o DOPaz,  o Destacamento de Operações de Paz, que o Exército brasileiro mantém em seu batalhão no Haiti desde 2006, e que é formado por militares Comandos e Forças Especiais. A unidade é usada como linha de frente nas operações da ONU para enfrentar os grupos armados no Haiti. O G1 apurou que o suspeito de atirar contra o brasileiro teria sido morto no confronto.

11 de jun. de 2015

Ministério da Defesa congratula a Companhia Brasileira de Engenharia de Força de Paz (BRAENGCOY) que, há dez anos, chegou ao Haiti.

Fotos: Divulgação BRAENGCOY
Nunca é tarde para parabenizar aqueles atuam em missões de nobreza. Portanto, o Ministério da Defesa cumprimenta a Companhia Brasileira de Engenharia de Força de Paz (BRAENGCOY) que, há dez anos, chegou ao Haiti para contribuir na construção da paz no país caribenho. http://goo.gl/1t7Zjf

27 de abr. de 2015

Exército Brasileiro prepara o 22º Batalhão Brasileiro para a MINUSTAH

Preparação para Missão de Paz no Haiti. Foto EB
Rio de Janeiro – Desde o dia 13 de abril, o Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil (CCOPAB) está aplicando o Exercício Avançado de Operações de Paz (EAOP) com os integrantes do 22º Batalhão de Infantaria de Força de Paz (BRABAT 22), que atuarão na Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (MINUSTAH). Leia matéria

7 de abr. de 2015

ONU anuncia que número de militares no Haiti será reduzido para menos da metade em 2015

Ministerio da Defesa do Peru / Flickr

A Organização das Nações Unidas anunciou nesta segunda (06) que o efetivo de tropas que integram a Minustah será reduzido para menos da metade ainda este ano. Para que a medida comece a valer, no entanto, o país precisará cumprir uma série de requisitos, como a realização de eleições, para pôr fim à crise política que vive o país, bem como a formação de um Exército Nacional. Leia matéria completa.

21 de jan. de 2015

Ministério da Defesa promove encontro preparatório com militares que vão assumir Missão da ONU no Haiti

Brigadeiro Peclat, do Ministério da Defesa, comanda a reunião preparatória com integrantes do 22º Contingente brasileiro na Minustah: militares assumem missão em junho
Brig Peclat comanda a reunião preparatória com integrantes do 22º Contingente da Minustah. Foto MD


Brasília, 19/01/ – Comandantes e integrantes dos Estados-Maiores das FFAA que assumirão a Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah) a partir de junho participam ao longo da semana de reunião preparatória no Ministério da Defesa, em Brasília/DF. O encontro tem o objetivo de prover aos militares, que formam o 22º Contingente Brasileiro, informações sobre o país caribenho como logística, aspectos sanitários, conjuntura e política externa. Leia mais

4 de jun. de 2014

ONU quer o Brasil atuando em mais missões internacionais de paz

Edmont Mulet no seminário "Minustah e o Brasil: Dez anos pela paz no Haiti". Foto: UNIC Rio/Gustavo Barreto
Trabalho de militares brasileiros no Haiti é excepcional e admirável, diz Edmont Mulet. Foto ONU
A ONU precisa do Brasil em mais missões internacionais de paz em outros países. A afirmação é do secretário-geral assistente de Operações de Paz da ONU, Edmond Mulet. Leia matéria










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15 de mar. de 2014

General Jaborandy é nomeado pela ONU para comandar missão de paz no Haiti

Brasília, 13/03/2014 - A Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (Minustah) terá novo comandante a partir do próximo sábado, dia 15 de março. Em substituição ao general Edson Leal Pujol assumirá outro brasileiro, o general José Luiz Jaborandy Júnior.

O anúncio foi feito nesta quinta-feira (13/03) pelo secretário-geral das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-Moon, que aproveitou para agradecer ao general Pujol "pelos serviços prestados à Minustah, onde sua dedicação, profissionalismo e liderança contribuíram muito para os esforços da ONU para a estabilização no Haiti".


A última missão do novo Force Commander da Minustah foi comandar a 8ª Região Militar, em Belém (PA), ligada ao Comando Militar do Norte. O general Jaborandy é da arma de Infantaria e ingressou no Exército Brasileiro em 1976.

Nascido em 1958, o general é formado pela Escola de Comando e Estado-Maior do Brasil e pelo Instituto de Estudos Superiores Militares de Portugal. 

Jaborandy já serviu como assessor parlamentar do Gabinete do Comandante do Exército. Além de ter sido observador militar do Grupo de Observação das Nações Unidas na América Central (ONUCA), em 1991, e da Missão de Observação das Nações Unidas em El Salvador (ONUSAL), em 1992.


Foto: Divulgação/8ªRM
Com informações das Nações Unidas
Assessoria de Comunicação Social 

12 de nov. de 2013

Presidentes de Brasil e Uruguai se reúnem em Brasília. Uruguai pode vir a abandonar a Minustah, a missão de paz no Haiti.

Dilma e Mujica
A presidenta Dilma Rousseff recebeu de forma não oficial, na tarde deste domingo (10), o presidente do Uruguai, José Mujica, segundo a assessoria de imprensa da Presidência. Mujica chegou a Brasília a caminho da Venezuela e ainda em Montevidéu disse que conversaria com os colegas brasileira e venezuelano, Nicolás Maduro, sobre a permanência das forças de paz uruguaias no Haiti. o Uruguai já retirou 100 soldados e agora pode abandonar de vez a MINUSTAH -  missão de paz do Haiti. Leia matéria