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14 de jul. de 2025

Corrupção: mais um caso envolvendo o Bolsonarismo ...

LFS Política -


Mais um político de Direita, defensor do Bolsonarismo, que "queria acabar com a corrupção nesse país" é acusado de Corrupção.


Ex-vereador é investigado por prática de rachadinha em São Leopoldo/RS.


Hitler Kleber Pederssetti é o principal alvo da ação, junto de dois ex-assessores e da sua companheira.


Créditos Gaúcha ZH, leia mais: https://capitaofernandopolitica.blogspot.com/2025/07/lfs-politica-mais-um-politico-de.html


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7 de fev. de 2025

Mais casos de corrupção envolvendo bolsonaristas - Venda de emendas por deputados do PL: conversas obtidas pela PF mostram como funcionava esquema de desvios.

Mais casos de corrupção envolvendo bolsonaristas - 

Venda de emendas por deputados do PL: conversas obtidas pela PF mostram como funcionava esquema de desvios.


Deputados federais Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Pastor Gil (PL-MA) e Bosco Costa (PL-SE) foram denunciados pela PGR. 

Esquema contava com a participação de lobistas e até de um agiota. Prints mostram que deputados evitavam encontros para não serem filmados. 


Créditos Camila Bomfim, Márcio Falcão/G1, leia mais: https://g1.globo.com/politica/blog/camila-bomfim/post/2025/02/07/venda-de-emendas-por-deputados-do-pl-conversas-obtidas-pela-pf-mostram-como-funcionava-esquema-de-desvios-veja-prints.ghtml 

19 de dez. de 2024

LFS Política - Acumula-se casos de corrupção de Bolsonaristas. Polícia Federal faz buscas contra assessores dos deputados Jordy e Sóstenes, ambos do PL/RJ

LFS Política - 

Acumula-se casos de corrupção de Bolsonaristas. Polícia Federal faz buscas contra assessores dos deputados Jordy e Sóstenes, ambos do PL/RJ.

Confira nosso Acúmulo sobre casos de corrupção.


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PF faz buscas contra assessores dos deputados Jordy e Sóstenes, do PL

São investigados crimes de corrupção e lavagem de dinheiro

Gustavo Uribe - Tainá Falcão da CNN , Brasília

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A Polícia Federal (PF) cumpre mandados de busca e apreensão em endereços de assessores dos deputados Carlos Jordy (PL-RJ) e Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) na manhã desta quinta-feira (19). São investigados crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. 



Segundo a PF, as investigações indicam a existência de um esquema criminoso em que “agentes públicos e empresários teriam estabelecido um acordo ilícito para o desvio de recursos públicos oriundos de cotas parlamentares”.

Seis mandados de busca e apreensão são cumpridos nos estados do Rio de Janeiro e Tocantins, além do Distrito Federal.

De acordo com a PF, os investigados utilizaram uma empresa de locação de veículos para simular contratos de prestação de serviços.

A operação, nomeada de “Rent a Car”, foi autorizada pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), responsável pelo inquérito.


Procurado pela CNN, Sóstenes Cavalcante rechaçou que haja qualquer irregularidade. Segundo o parlamentar, um dos alvos das buscas é seu motorista.

“Podem revirar tudo, não vão achar nada”, afirmou.

A reportagem tenta contato com Carlos Jordy.

14 de abr. de 2018

Mesmo com decisão do STJ, Lava Lato está autorizada a investigar Alckmin (PSDB/SP)

Créditos mercadosporpinchas.com
O ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB/SP) perdeu o foro privilegiado quando renunciou ao cargo, para disputar a indicação de seu partido para concorrer à Presidência. 
A Procuradoria-Geral da República emitiu uma nota afirmando que: “nada os impede de iniciar uma apuração criminal sobre os fatos”. Assim, se os procuradores da Operação Lava Jato tiverem informações que possam levar adiante investigação sobre atos de corrupção ou outro crime praticados pelo ex-governador. 
Clique aqui e leia matéria completa, com vídeo.

17 de nov. de 2016

PF faz operação para prender o ex-governador do RJ Sérgio Cabral (PMDB)

Agentes da Polícia Federal chegaram ao prédio do ex-governador por volta das 6h (Foto: Carlos Brito / G1)
Carlos Brito/G1


PF faz operação para prender o ex-governador do RJ Sérgio Cabral (PMDB)



Ele é suspeito de receber propina para a concessão de obras públicas.
Prisões foram expedidas pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal. Leia matéria

25 de mai. de 2016

Aécio Neves entra na mira do STF após novo escândalo.


Aécio Neves é, mais uma vez, citado como corrupto por delator à Polícia Federal
Aécio Neves entra na mira do STF após novo escândalo.

Após a queda do ministro do Planejamento, o agora senador Romero Jucá (PMDB-RR), a ação do Judiciário desperta apreensão entre os líderes tucanos para um rápido desfecho contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG). Leia mais.

23 de mai. de 2016

Parlamentares do PSDB e coxinhas silenciam sobre gravação de Romero Jucá.

Parlamentares do PSDB e coxinhas silenciam sobre gravação de Romero Jucá.
Além de compor a base do governo interino de Michel Temer, o partido teve quatro senadores citados na gravação de Jucá. Leia matéria.

Ministro Romero Jucá, ainda durante a trama do golpe, é flagrado em diálogos gravados falando sobre pacto para deter avanço da Lava-Jato. Coitado de quem saiu às ruas clamando pelo "Fim da corrupção!"

Em diálogos gravados, Jucá fala com ex-dirigente da Petrobras sobre pacto para deter avanço da Lava-Jato  Jefferson Rudy/Agência Senado
Jucá é investigado por recebimento de propina. Foto: Jefferson Rudy / Agência Senado

Ministro Romero Jucá, ainda durante a trama do golpe, é flagrado em diálogos gravados falando sobre pacto para deter avanço da Lava-Jato. Coitado de quem saiu às ruas clamando pelo "Fim da corrupção!"

Na conversa, o ministro sugere a Machado que uma "mudança" resultaria em um pacto para "estancar a sangria" representada pela operação.

Leia matéria: https://capitaofernando.wordpress.com/2016/05/23/ministro-romero-juca-ainda-durante-a-trama-do-golpe-e-flagrado-em-dialogos-gravados-falando-sobre-pacto-para-deter-avanco-da-lava-jato-coitado-de-quem-saiu-as-ruas-clamando-pelo-fim-da-corrupcao/

6 de jul. de 2015

Superfaturamento em gestão do PSDB mineiro - Contrato do ex-governador de MG Anastasia (PSDB-MG) foi superfaturadoem R$ 42 milhões

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Foto: 247/MG

Controladoria-Geral do Estado de Minas Gerais, do governo Fernando Pimentel (PT), apontou superfaturamento de R$ 42,5 milhões em contrato com empresas que constroem e administram penitenciárias em Ribeirão das Neves, região metropolitana; o contrato, vitrine das gestões do PSDB em Minas, foi assinado pelo ex-governador Aécio Neves e sofreu aditivos na gestão de Antônio Anastasia; PSDB negou superfaturamento.

Minas 247 - Auditoria feita pela Controladoria-Geral do Estado apontou um superfaturamento de R$ 42,5 milhões em contrato da gestão do ex-governador Antonio Anastasia (PSDB) com empresas que constroem e administram penitenciárias em Ribeirão das Neves, na Grande Belo Horizonte.
A parceria com o consórcio de empresas GPA é uma das vitrines das administrações do PSDB no Estado e foi assinada em 2009, no governo Aécio Neves (PSDB), ao custo de cerca de R$ 2 bilhões.
Segundo a auditoria da CGE, o contrato investigado é um aditivo de 2013 que prevê repasse de mais R$ 123 milhões à GPA. Nele, o governo concorda em pagar parcelas mensais de R$ 1,9 milhão, corrigidas pela inflação, até 2018. Em janeiro, o valor era de R$ 2,1 milhões.
Segundo o parecer, o aditivo inclui repasse de dinheiro público para obrigações que a empresa deveria cumprir com recursos próprios. Exemplo: o contrato inicial previa que a GPA recebesse R$ 7 milhões do governo para fornecer água potável aos detentos. No aditivo, o governo ficou responsável por custear essa obrigação, com a construção de um reservatório de água potável, por mais R$ 3 milhões.
No total, R$ 42,5 milhões estariam superfaturados. Nos R$ 80,5 milhões restantes também foram encontrados problemas, mas a auditoria não foi conclusiva até agora.
O aditivo que gerou o superfaturamento foi aprovado pelo conselho gestor da parceria público-privada, que incluía o então governador Anastasia, dois secretários e o advogado do Estado. Após o aval positivo, o contrato foi assinado por representantes da GPA e os secretários Rômulo Ferraz (Defesa Social) e Dorothea Werneck (Desenvolvimento Econômico).
Outro lado
Todos os envolvidos no aditivo do contrato entre o governo de Minas Gerais para a concessão de presídios negam irregularidades.
O consórcio GPA, responsável por construir e administrar as unidades penais, nega "com veemência" qualquer tipo de superfaturamento no contrato e diz que ainda vai apresentar suas explicações à CGE.
"O termo aditivo mencionado pela Controladoria foi analisado e aprovado integralmente pelas áreas técnicas e pela Advocacia-Geral do Estado", informou, em nota. Segundo a empresa, "as melhorias nos projetos e nos materiais utilizados agregaram ganhos na estrutura de segurança das unidades prisionais do Complexo".
Respondendo pelas gestões tucanas, pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico e pelo Departamento de Obras Públicas (Deop), o PSDB afirmou que "não houve qualquer sobrepreço ou duplicidade de custos" como aponta o parecer da CGE. "O que houve com o aditivo, natural em todo contrato, foi adição de outros serviços baseado em novas demandas que o Estado achou necessário constar na PPP", disse o PSDB.