| A 47ª Operação Golfinho da Brigada Militar divulgou balanço de um mês de atividades durante o veraneio. Desde o seu início em 17 de dezembro de 2016, a polícia prendeu 1.513 pessoas e apreendeu 56 armas de fogo. Também foram capturados 15,5 quilos de maconha, 1,2 quilo de cocaína e 2,3 quilos de crack. Tradicional nos balneários de água doce e salgada, a operação aumenta o policiamento ostensivo e o combate à criminalidade nos meses de verão. Leia mais › |
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20 de jan. de 2017
RS/SEGURANÇA PÚBLICA - Operação Golfinho prende 1,5 mil pessoas e apreende 19 kg de drogas em um mês
24 de abr. de 2015
Estado do RS retarda parcela da dívida com a União, com a "desculpa" de que vai pagar salário do funcionalismo em dia. Rombo nas contas do RS para mês de maio é preocupante, 7x maior do que o de abril
| Governo do RS recebe entidades representativas do funcionanalismo. Foto Karine Viana |
Sob a "desculpa esfarrapada" de que vai pagar a folha dos servidores em dia, um dever básico de qualquer empregador, o governador José Ivo Sartori (PMDB-RS) anunciou que o Estado vai retardar a parcela da dívida com a União no valor de R$ 280 milhões. "É uma medida extrema para preservar a folha", afirmou Sartori em coletiva no Palácio Piratini, nesta sexta-feira (24). Crise financeira para o próximo mês de maio é 7x maior do que a de abril.
Tal medida pode colocar o estado numa espécie de SPC, como explica o deputado estadual Adão Villaverde (PT-RS), tal medida pode "nos levar ao desastre: não receber repasses federais e nem recursos de financiamentos internacionais". Leia matéria em nossa página RIO GRANDE DO SUL.
22 de fev. de 2014
Justiça, razão e força - Artigo do Comandante Geral da Brigada Militar - RS. Publicado no jornal Zero Hora
Se a BM é responsável por promover o cumprimento da lei, ela não pode impedir piquetes
FÁBIO DUARTE FERNANDES*
Após
15 dias de greve, os rodoviários de Porto Alegre e a categoria patronal
viram seu dissídio ser julgado. A Justiça estabeleceu as bases para a
solução do conflito trabalhista. É o momento próprio para apresentar
algumas reflexões sobre a postura da nossa Brigada Militar durante o
processo.
Ao contrário do que alguns pretendiam, nossa instituição teve uma posição ponderada, a partir da compreensão de que o conflito coletivo do trabalho não estava violando as bases legais da democracia. Uma intervenção irresponsável poderia, isso sim, ferir o Direito e a Constituição.
Em diversos momentos, fomos incitados a interferir contra o movimento em curso. No entanto, apresentamos à sociedade uma outra hipótese em relação à segurança pública, com o reconhecimento de que as greves, no Brasil, estão reguladas em lei. Várias vezes, o Tribunal Regional do Trabalho foi provocado a autorizar o emprego da BM para obrigar os rodoviários a trabalhar, e o referido Tribunal desautorizou a intervenção. E o fez de acordo com a lei.
Nossa postura foi a de manter a ordem e garantir a segurança de todos os envolvidos. E isso foi feito com muito cuidado, pela Brigada Militar, para não acirrar ânimos, evitando danos maiores para ambas as partes.
A doutrina anterior era a de “impedir” os piquetes dos trabalhadores e, até mesmo, constrangê-los ao trabalho pela força, ignorando que a lei assegura a realização de piquetes, desde que sem violência. Se a BM é responsável por promover o cumprimento da lei, ela não pode impedir a realização de piquetes, exceto se o Poder Judiciário disser que eles extrapolaram as normas legais.
Quem “diz” o Direito não é a força pública, quem estabelece acordos trabalhistas não são os PMs ou a polícia, pois na sociedade democrática, em conflitos dessa natureza, a Brigada Militar não tem “lado”.
Acreditamos que nossa postura contribuiu para a sedimentação da democracia, embora haja incompreensão disso por alguns. Assim, após o acordo estabelecido pelo poder competente, ficaram fortalecidas as instituições: Judiciário, Ministério Público do Trabalho, sindicatos, a Brigada Militar e, sobretudo, a democracia.
A razão e o diálogo superaram a força e a coerção. E, felizmente, o transporte público em Porto Alegre foi retomado sem violência.
Ao contrário do que alguns pretendiam, nossa instituição teve uma posição ponderada, a partir da compreensão de que o conflito coletivo do trabalho não estava violando as bases legais da democracia. Uma intervenção irresponsável poderia, isso sim, ferir o Direito e a Constituição.
Em diversos momentos, fomos incitados a interferir contra o movimento em curso. No entanto, apresentamos à sociedade uma outra hipótese em relação à segurança pública, com o reconhecimento de que as greves, no Brasil, estão reguladas em lei. Várias vezes, o Tribunal Regional do Trabalho foi provocado a autorizar o emprego da BM para obrigar os rodoviários a trabalhar, e o referido Tribunal desautorizou a intervenção. E o fez de acordo com a lei.
Nossa postura foi a de manter a ordem e garantir a segurança de todos os envolvidos. E isso foi feito com muito cuidado, pela Brigada Militar, para não acirrar ânimos, evitando danos maiores para ambas as partes.
A doutrina anterior era a de “impedir” os piquetes dos trabalhadores e, até mesmo, constrangê-los ao trabalho pela força, ignorando que a lei assegura a realização de piquetes, desde que sem violência. Se a BM é responsável por promover o cumprimento da lei, ela não pode impedir a realização de piquetes, exceto se o Poder Judiciário disser que eles extrapolaram as normas legais.
Quem “diz” o Direito não é a força pública, quem estabelece acordos trabalhistas não são os PMs ou a polícia, pois na sociedade democrática, em conflitos dessa natureza, a Brigada Militar não tem “lado”.
Acreditamos que nossa postura contribuiu para a sedimentação da democracia, embora haja incompreensão disso por alguns. Assim, após o acordo estabelecido pelo poder competente, ficaram fortalecidas as instituições: Judiciário, Ministério Público do Trabalho, sindicatos, a Brigada Militar e, sobretudo, a democracia.
A razão e o diálogo superaram a força e a coerção. E, felizmente, o transporte público em Porto Alegre foi retomado sem violência.
*Coronel, comandante-geral da Brigada Militar
5 de fev. de 2014
7 de nov. de 2013
Militares permanecerão com benefício da promoção a 1 posto acima. Calma, essa notícia é para a Brigada Militar de Tarso genro!
O Governador do RS, Tarso Genro (PT-RS), mantém a previsão da promoção de um posto acima para os militares da Brigada Militar.
Assim, os soldados se tornam sargentos, e os sargentos viram tenentes. É uma medida que representa um acréscimo médio entre R$ 600 e R$ 1 mil no contracheque. Leia matéria de Zero Hora
30 de out. de 2013
Brigada Militar anuncia compra de 05 novas aeronaves. Corporação passa a contar com 20.
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| Comandante Geral da Brigada Militar Cel BM Fábio Fernandes |
O Governo do Estado do RS, através da Brigada Militar, anunciou a aquisição de mais 05 aeronaves, a serem empregados na a segurança pública.
"Queremos aprimorar o trabalho da segurança aeropolicial, na medida do erário público, para possibilitar ações regulares no BAV e não apenas na excepcionalidade", disse o secretário estadual da Segurança Pública, Airton Michels.
A corporação militar gaúcha contará com 20 aeronaves. Leia matéria
29 de out. de 2013
Atleta de Camarões é enganada por taxista e perde prova no Mundial Master, realizado em Porto Alegre.
Resumo da notícia:
Atleta de Camarões, que disputava o Mundial Master em Porto Alegre queria sair de seu hotel e ir para o Clube Sogipa, local de sua prova. Ela tinha chance de medalha. Pegou um taxi, foi enrolada pelo taxista, rodou a cidade inteira e perdeu a prova, por chegar atrasada. Agora, quer antecipar seu retorno - indignada, diga-se de passagem. Leia matéria completa
Leia também:
1 de out. de 2013
Coronel Fábio completa hoje 8 meses comandando a briosa Brigada Militar do RS. Parabéns companheiro!
Hoje, 1 out, fazem 08 meses que o Cel Fábio Duarte Fernandes foi alçado ao posto máximo da Briga Militar.
Com toda certeza do mundo, ele está vencendo o desafio e apresentando boas reflexões para a sociedade sobre o complexo tema da segurança.
Deixo aqui registrado os meus parabéns a esse militar, companheiro e amigo!
Durante as manifestações de junho e julho, a Brigada Militar foi elogiada nacionalmente pela OAB, por evitar confrontos com os manifestantes.
Durante as manifestações de junho e julho, a Brigada Militar foi elogiada nacionalmente pela OAB, por evitar confrontos com os manifestantes.
Parabéns Cel Fábio. Parabéns Brigada Militar do RS!
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27 de set. de 2013
Militar do Exército é preso em flagrante com munição e material para limpeza de armamento, numa operação de repressão do tráfico de drogas etentativa de homicídio na região da fronteira.
Na manhã de ontem (26), em Dom Pedrito-RS, foi preso em flagrante o soldado do Exército Uilson Rodrigues Fontoura.
Com o militar, a Brigada Militar encontrou munição calibre 7.62, de uso restrito das FFAA, material para limpeza de pistolas do Exército Brasileiro e outros itens. Seus comparsas também foram presos com armamento e munição, supostamente usada em tentativa de homicídio. Leia matéria completa
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24 de ago. de 2013
Brigada Militar do RS poderá ter carreira unica, do soldado ao coronel, assim como já ocorre na PMDF e na PMRO. Tendência para os demais estados e para as FFAA
Segurança Pública - Polícia/Bombeiros Militares - instituição de carreira única, de soldado a coronel.
A Comissão de Segurança e Serviços Públicos da Assembléia Legislativa do RS aprovou, nesta quinta-feira (22), por unanimidade, o relatório final para tratar do Plano de Carreira dos Militares Estaduais. Há a previsão de carreira única, de soldado a coronel.
Rondônia e Distrito Federal já têm essa carreira unificada, em suas corporações militares estaduais. Lembrando que tais conquistas foram difíceis, inclusive com uma greve com muitos confrontos, tanto no DF, como em RO. Leia aqui as conquistas do movimento grevista de RO, sob o prisma do Presidente da ASSFAPOM (Associação dos Praças e Familiares da Polícia e Bombeiro Militar do Estado de Rondônia), Jesuíno Silva.
Leia também:
Polícia Militar do Distrito Federal poderá ter carreira unificada, de soldado a coronel
Rondônia unifica carreira de PM e Bombeiros, de soldado a coronel
OBS:
1. Essas políticas foram sugeridas, no documento final da Conferência Nacional de Segurança Pública, realizada em 2010, que prevê essa carreira unificada, bem como a desmilitarização das PM.
2. Eu acredito que isso chegará as FFAA, em pouco tempo.
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9 de ago. de 2013
AVIÕES PARA O EXÉRCITO - Grupo de Trabalho estuda implantação de aeronaves de asa fixa no Exército Brasileiro
O Exército Brasileiro, segundo divulga o Boletim do Exército de hoje, BE n° 32, de 09 de agosto de 2013 - página 43 - estuda implantar aeronaves de asa fixa - aviões. O uso de helicópteros já é consagrado e agora o glorioso EB parte para alcançar voos mais altos!
A Portaria nº 155-EME, de 06 de agosto de 2013 constitui um Grupo de Trabalho (GT) com essa finalidade. Cabe ressaltar que a Brigada Militar do RS já se utiliza de aeronaves de asa fixa em suas operações policias militares, bem como assim também ocorre em outros exércitos do mundo, como o dos EUA.
O GT deverá realizar, até 31 de outubro de 2013, o estudo de viabilidade, conforme preconiza as Normas Gerais para a Elaboração de Projetos do Exército Brasileiro, do projeto para a implantação de aeronaves de Asa Fixa no EB, definindo as reais necessidades para a Força Terrestre e outros aspectos julgados pertinentes ao processo decisório do Chefe do EME.
13 de nov. de 2012
Governo gaúcho se reune com bancada aliada e encaminha projetos prioritários para 2012 ao Legislativo
O governo do RS recebeu os deputados líderes dos partidos aliados para uma exposição dos projetos de lei que serão encaminhados à Assembleia Legislativa para votação até o final de 2012.
Foram destacadas a relevância dos que concedem reajustes salariais, a partir de negociação com a categoria, a exemplo do DETRAN-RS, bem como a contratação temporária de brigadianos para atuarem como salva-vidas durante o verão. Leia matéria completa.
8 de set. de 2012
Movimentos querem a desvinculação da PM-SP com o Exército e o fim da ‘lógica de guerra contra um inimigo interno’ que orienta as ações da PM
Para movimentos e organizações de direitos humanos de São Paulo, desmilitarizar a Polícia Militar (PM), desvinculando-a do Exército e da ideia de combate contra um inimigo interno, é um dos passos mais importantes na luta contra a violência policial e estatal. Essa é uma das principais reivindicações da Rede Dois de Outubro, que prepara uma série de atos para a semana de 2 de outubro, que marca os 20 anos do massacre do Carandiru, ocorrido em 1992. Naquele dia, 111 presos foram assassinados pela Tropa de Choque da PM. Até hoje ninguém foi responsabilizado pelas mortes.
De acordo com o parágrafo 6º do artigo 144 da Constituição Federal, as polícias militares são forças auxiliares e reserva do Exército. Para os movimentos, essa definição retrata um cenário que precisa ser discutido, modificado e superado. A história republicana brasileira, que teve os militares como um de seus principais agentes políticos, mais a recente ditadura (1964-1985), que trouxe a Doutrina de Segurança Nacional, aparentemente nunca abandonada, estão entre os apontamentos das organizações como componente histórico do comportamento violento das polícias brasileiras.
Para Danilo Dara, membro do movimento Mães de Maio, organização de familiares de vítimas da violência policial e estatal, a proposta de desmilitarização busca um modelo de polícia não repressiva, que seja cidadã e comunitária, procurando progressivamente desmilitarizar e desarmar a sociedade como um todo.
– Nós defendemos um modelo de polícia que, em primeiro lugar, não seja baseado nessa concepção repressiva. Que seja formada e controlada a partir das comunidades onde atuam, servindo aos interesses de prevenção e auto-defesa única e exclusivamente dessas comunidades – diz.
Dara afirma que não existe justificativa para a convivência da sociedade com uma polícia pensada como um aparato repressivo para combater, prender e matar inimigos internos. Em 29 de julho deste ano, as Mães de Maio começaram a recolher assinaturas para uma petição pública exigindo a desmilitarização das polícias militares de todo o Brasil.
O coronel reformado da Polícia Militar de São Paulo André Vianna, ao discordar da proposta de desmilitarização, aponta um imaginário ligado à memória da ditadura militar como motivo de questionamento dos movimentos sociais.
– O ideal é que se suprima de vez a expressão ‘militar’ das instituições. Porque, senão, virão argumentos como estes, que são equivocados. O policial que age hoje não tem inimigo. O que ocorre é que muitas pessoas de organizações dessa natureza pensam que ainda estão trabalhando com uma polícia dos anos 1960, 1970, que agiam instrumentalizadas naquele momento, mas que hoje são outra instituição – diz.
No entanto, os documentos de duas entidades internacionais, publicados no primeiro semestre deste ano, corroboram a preocupação das organizações de direitos humanos. O relatório do Grupo de Trabalho sobre o Exame Periódico Universal (EPU) do Brasil, do Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), usou a definição “esquadrões da morte” para se referir à polícia brasileira e sugeriu sua extinção. Já o relatório de direitos humanos da Anistia Internacional referente a 2011 destacou que os agentes da lei continuam a praticar torturas e execuções extrajudiciais no Brasil.
Para o advogado da Pastoral Carcerária, Rodolfo Valente, a importância da desmilitarização está sobretudo na questão de acabar com a situação de guerra existente entre o Estado e as populações pobres.
– É preciso desmantelar essa lógica de guerra que orienta as ações da polícia, principalmente quando se trata das populações de periferia – diz.
Para Valente, essa concepção, aliada à falta de controle externo por parte da sociedade, contribui para os abusos no cumprimento das funções policiais e, consequentemente, para a impunidade.
– Os crimes cometidos por esses agentes do Estado são investigados e julgados por Tribunais Militares, que é uma justiça corporativa, sem o acompanhamento da sociedade – conclui, acerca da PM.
Correio do Brasil / Blog do Cap Fernando
12 de jul. de 2012
Presos que já cumpriram sua pena, ainda aguardam alvará de soltura. Projeto de Lei pretende dar essa liberdade de forma mais rápida.
Por incrível que pareça, mesmo com nosso Sistema Prisional completamente lotado e falido, ainda há presos que já cumpriram suas penas e ainda se encontram atrás das grades.
Segundo o desembargador Hebert Carneiro, do TJ-MG, as causas são burocráticas: "Somente a partir do momento em que tivermos um sistema informatizado e integrado, que permita a comunicação entre os sistemas judicial, de polícia e penitenciário, poderemos dizer em tempo real: este preso está com a pena cumprida, não há mais mandado de prisão em seu desfavor; portanto dou a ele a liberdade.". Leia matéria completa.
1 de jul. de 2012
Militar da reserva é morto a tiros na zona leste de Porto Alegre
Um oficial da reserva da Brigada Militar foi assassinado, atingido por 06 tiros, na madrugada hoje (01), em Porto Alegre. Não há pistas. Leia matéria completa da ZH
14 de jun. de 2012
COMANDANTE DA BRIGADA MILITAR APRESENTA PROPOSTA À ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA GAÚCHA DE PROJETO DE REAJUSTE DE 80 % DO SALÁRIO DOS BRIGADIANOS
COMANDANTE DA BRIGADA MILITAR DÁ EXEMPLO DE AÇÃO DE COMANDO A OUTROS COMANDANTES MILITARES, DENTRO DO ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO, DE FORMA A SER POSSÍVEL COPIAR, SEM QUEBRA DA DISCIPLINA. PROJETO APRESENTADO PODE CHEGAR A 80% DE AUMENTO SALARIAL PARA OS BRIGADIANOS.
Meus cumprimentos ao Comandante da Brigada, Sr Cel Sérgio Abreu.
BELO EXEMPLO QUE PODE SER SEGUIDOS POR TODOS OS CHEFES MILITARES
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