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31 de ago. de 2023

Na Academia Geral Militar de Saragoça/Espanha foi realizada a entrega dos cargos reais de tenente a uma nova classe de oficiais





Na Academia Geral Militar de Saragoça/Espanha, em 07 de julho próximo passado, foi realizada a entrega dos cargos reais de tenente a uma nova classe de oficiais, em Ceriônia Militar presidido por Suas Majestades o Rei e a Rainha da Espanha. 

Créditos Academia Militar de Saragoza/Exército da Espanha, leia mais: https://capitaofernandodefesaeseguranca.blogspot.com/search/label/Espanha 







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31 de mai. de 2016

Aditância de Defesa e do Exército no Reino da Espanha – Palestra Institucional

Madri (Espanha) – No dia 3 de maio, foi realizada uma apresentação sobre o Brasil, o Ministério da Defesa, a Política de Defesa Nacional e as Forças Armadas brasileiras.
A atividade faz parte do currículo do Curso de Altos Estudos Estratégicos para Oficiais Iberoamericanos (AEEOSI) e foi realizada pelos Coronéis Rogério Marques Nunes e Marcos André Gueiros Taulois, do Exército Brasileiro, alunos do curso que funciona no Centro Superior de Estudos de Defesa Nacional (CESEDEN).
Fonte: AdiEx Espanha

5 de out. de 2015

Tenente do Exército Espanhol sofre assédio, suposta perseguição e entra para a política.


Fora do exército por ter denunciado o assédio, Zaida entra na política
Escolhida por Pedro Sánchez para número 6 da lista do PSOE em Madrid, há quem já veja a tenente Zaida Cantera como ministra da Defesa. Foto reprodução

Há quatro meses a comandante Zaida Cantera assinou a sua saída definitiva do exército espanhol. Chegava assim ao fim uma etapa da sua vida que ficou marcada, nos últimos meses, pela denúncia apresentada depois de ter sofrido assédio sexual e laboral nos últimos anos. Agora, começa uma nova : a política, como número seis da lista do PSOE por Madrid às eleições de 20 de dezembro.
Esta madrilena de 38 anos, licenciada pela Academia Geral Militar com a patente de tenente do exército (com a especialidade de transmissões) decidiu apresentar uma denúncia contra o coronel Isidro José Lezcano-Mújica depois de sofrer ao longo de um ano (a partir de julho de 2008) olhares lascivos, insinuações e toques impróprios.

Após uma agressão física e sem contar com o apoio dos seus superiores, Zaida Cantera recorreu aos tribunais para pôr fim à situação. Foi um julgamento duro e a militar conseguiu uma das poucas sentenças de condenação por abuso de poder (o assédio sexual não está tipificado no código penal militar) imposta por um tribunal militar: dois anos e dez meses de prisão.
A vocação de Zaida desde criança foi a carreira militar e ao longo dos anos demonstrou não desistir facilmente, ser uma lutadora que supera as adversidades. Foi no exército e nas competições desportivas que aprendeu estes valores. Mas com a condenação do seu superior não acabou tudo, pelo contrário, foi o início de uma "perseguição" de alguns dos seus colegas, que deixaram claro que não se pode denunciar os superiores sem se sofrer as consequências.Em fevereiro de 2014, Zaida Cantera entrou de baixa e iniciou o processo para determinar se ainda tinha as condições físicas e psicológicas para continuar no exército. O tribunal médico militar considerou que Zaida sofre de "stress pós-traumático", o que motivou o seu afastamento definitivo. Quando foi buscar a baixa definitiva, concedida pelo Ministério da Defesa, Zaida confessou a sua "alegria" por conseguir "a liberdade com maiúscula" e ao mesmo tempo sentiu "raiva porque não queria sair assim das Forças Armadas". "Agora vou procurar trabalho", disse na altura.

28 de mai. de 2015

COMITIVA DO EXÉRCITO BRASILEIRO VISITA AS ESTRUTURAS DE DEFESA CIVIL DO GOVERNO DA ESPANHA

A 2ª SUBCHEFIA DO COTER VISITA AS ESTRUTURAS DE DEFESA CIVIL DO GOVERNO DA ESPANHA

Nesta quinta-feira, dia 21 de maio, a 2ª Subchefia concluiu a sua visita às estruturas de defesa civil do Governo da Espanha, com a visita à Escola Nacional de Proteção Civil, estabelecimento de ensino subordinado à Direção Geral de Proteção Civil e Emergências do Ministério do Interior do Governo Espanhol. O Gen Theophilo, 2º Subchefe, e comitiva foram recebidos pela Sra Monserrat Castejón Casado, Diretora da Escola, e sua equipe de Assessoras.

Naquele estabelecimento de ensino, realizou-se uma apresentação sobre o funcionamento da Escola, seu sistema de ensino, sua estrutura, seus cursos e estágios e possibilidades de intercâmbio. A comitiva brasileira realizou uma apresentação sobre a Atuação do Exército Brasileiro em apoio à Defesa Civil. Foi, ainda, realizada uma troca de publicações acerca da defesa civil dos dois países.
No prosseguimento, e finalizando a atividade, visitou-se as instalaçõesda Escola, na qual destaca-se o seu campo de treinamento em estruturas colapsadas queapresenta uma multiplicidade de cenários, incluindo áreas edificadas colapsadas por tremores de terrae locais para simulação de diversos tipos de acidentes, nos quais possam ser requeridos o emprego do apoio especializado à defesa e proteção civil, e assistiu-se uma demonstração de resgate de pessoas em um cenário de área atingida por terremoto, com apoio de cães farejadores. Créditos EB

13 de mai. de 2015

Diplomata suspeito de matar esposa pode perder imunidade - Imunidade será retirada caso seja provado que Jesús Figón assassinou sua esposa em um ato de "violência machista"

 Foto: El Mundo / Reprodução
Figón faz parte da delegação diplomática espanhola. Foto: El Mundo / Reprodução



O ministro de Relações Exteriores da Espanha, José Manuel García-Margallo, garantiu nesta quarta-feira (13) que a Espanha abrirá mão da imunidade diplomática caso fique provado que o conselheiro de Interior da embaixada espanhola no Brasil, Jesús Figón, assassinou sua esposa em um ato de "violência machista."

"Se essa investigação avançar e provar que houve um caso de violência machista, a Espanha renunciará à imunidade diplomática que não pode servir, em nenhum caso, como álibi em fatos tão desagregáveis quanto os que se estão sendo investigados", disse o ministro à imprensa em Valência.

Gracía-Margallo explicou que deu instruções para que fique claro que a imunidade diplomática, que faz com que a apuração deste crime seja diferente de outros homicídios, não pode ser usada em casos como o de violência machista.
O ministro afirmou que a embaixada comunicou ao Itamaraty que a Espanha "não só não põe inconveniente algum à investigação em andamento, que corresponde às autoridades brasileiras", como se coloca a "disposição para colaborar na investigar de um fato da gravidade que se discute".

6 de nov. de 2014

Brasil e Espanha debatem cooperação em inteligência militar


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Brasília, 04/11/2014 – Oficiais brasileiros e espanhóis participam, até quarta-feira (05), da II Reunião Bilateral de Inteligência Militar entre os dois países. O encontro tem o objetivo de realizar o intercâmbio de informações entre as Forças Armadas, visando ao fortalecimento da cooperação no âmbito da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (Unifil) – missão da qual o Brasil detém o comando da Força-Tarefa Marítima desde 2011. O evento acontece na sede do Ministério da Defesa (MD), em Brasília (DF).
Logo pela manhã, o chefe de Operações Conjuntas do MD, almirante Ademir Sobrinho, deu as boas-vindas aos militares espanhóis e afirmou que sua expectativa é de aprimorar conhecimentos com o evento. “Em especial das nossas tropas no Líbano”, disse. Atualmente, 263 brasileiros atuam no país mediterrâneo.
Em mensagem deixada aos integrantes da reunião, o subchefe de Inteligência Operacional da Defesa, almirante José Luiz Corrêa da Silva, explicou que houve, recentemente, reestruturação no ministério. O órgão que chefia, por exemplo, só recebeu esta nomenclatura este ano. Ele destacou, ainda, o período transitório e de “ajustes” que o Brasil vive, “após as eleições presidenciais”.
Espanha
O representante da comitiva espanhola, general Francisco José Gan Pampols, lembrou que no primeiro encontro do grupo, realizado na capital Madri, foram definidas as bases de trabalho e diretrizes para as próximas reuniões.
O general falou também que as Forças Armadas de seu país passam, assim como a brasileira, por fase de transformação. “Baixamos, há poucos dias, decreto para reestruturação”, explicou.
FONTE: Asscom
FOTOS: Jorge Cardoso

19 de jun. de 2014

Espanha tem novo Rei - Felipe VI jura fidelidade à Constituição do país

O novo rei da Espanha, Felipe VI, faz juramento na presença do presidente do Parlamento, Jesus Posada, e do primeiro-ministro espanhol, Mariano Rajoy (Foto: Paco Campos/Reuters)
O novo rei da Espanha, Felipe VI, faz juramento na presença do presidente do Parlamento, Jesus Posada, e do primeiro-ministro espanhol, Mariano Rajoy (Foto: Paco Campos/Reuters)


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2 de jun. de 2014

Rei Juan Carlos da Espanha abdica ao trono em favor do filho, Felipe de Borbón.

Rei Juan Carlos da Espanha abdica após 39 anos no trono CRISTINA QUICLER/AFP
Rei Juan Carlos abdica do trono em favor do filho, Felipe de Borbón. Foto Cristina Quicler/AFP


O rei Juan Carlos I da Espanha decidiu abdicar em favor do filho, o príncipe Felipe de Borbón, anunciou nesta segunda-feira o chefe de governo espanhol, Mariano Rajoy. O monarca, de 76 anos, mostrou "sua vontade de renunciar ao trono e abrir o processo sucessório", disse Rajoy em uma declaração institucional.
A razão pela qual o rei decidiu abdicar a favor do filho "é algo que Sua Majestade deseja comunicar pessoalmente a todos os espanhóis ao longo desta manhã".
— Vi o rei convencido de que este é o melhor momento para que possa acontecer, com toda normalidade, a mudança na chefia de Estado e a transmissão da coroa ao príncipe Felipe, que reinará como Felipe VI — completou Rajoy.

 
Em foto de 1962, príncipe Juan Carlos da Espanha e sua esposa, princesa Sophia da Grécia, em Atenas, durante seu casamento
Foto: AFP

Rajoy prestou homenagem ao rei ao afirmar que "renuncia ao trono uma figura histórica tão estreitamente vinculada à democracia espanhola que não é possível entender uma sem a outra".
— A todos nos deixa uma enorme dívida de gratidão — acrescentou o primeiro-ministro espanhol, antes de informar que na terça-feira um conselho de ministros extraordinário se reunirá para tratar do processo de sucessão.
Juan Carlos assumiu o trono em 22 de novembro de 1975, apenas dois dias depois da morte do ditador Francisco Franco, que o havia nomeado seu sucessor. Muito popular, especialmente após a oposição a uma tentativa de golpe de Estado em 23 de fevereiro de 1981, a aceitação do monarca entre os espanhóis caiu nos últimos anos após uma série de escândalos.
Créditos Zero Hora / AFP





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25 de mar. de 2014

Onda de separatismo ronda o mundo. Catalunha quer se separar da Espanha. Flandres, da Bélgica.

Nacionalistas flamengos prontos a se separar da Bélgica




Bruxelas, na sua qualidade de centro administrativo da União Europeia, é o símbolo da Europa unida. Mas a própria Bélgica, cuja capital é precisamente Bruxelas, tem sentido na pele o fenômeno do separatismo.

As regiões setentrionais do país, ou, por outras palavras, a Flandres, reclamam há muito a soberania. Se estas aspirações dos separatistas flamengos se concretizarem, a Bélgica pode desaparecer por completo do mapa do mundo.
A crise financeira que eclodiu no fim da primeira década dos anos 2000 se tornou no catalisador de tendências separatistas na Europa. As regiões ricas dos Estados bastante bem-sucedidos começaram a declarar cada vez mais altos que estão cansados de alimentar as regiões menos desenvolvidas destes mesmos países. Um exemplo disso é a Bélgica, dividida na Flandres rica, em que se fala o neerlandês, e a Valónia francófona. Note-se que as raízes do separatismo flamengo remontam ao próprio momento de formação da Bélgica.
Acontece que este Estado é uma entidade “bastante artificial”, diz o cientista político Fiodor Lukianov:
“Historicamente, a Flandres e a Valónia, como territórios vizinhos, sempre estiveram interligadas, mas pertencem a diversas tradições culturais e linguísticas. A criação da Bélgica é resultado dos cataclismos que abalaram a Europa nas primeiras décadas do século XIX. Por isso, o próprio fato de unificação de dois povos tão diferentes, como os flamengos e os valões, num Estado único, foi uma decisão arbitrária.”
Anteriormente, a Valónia, com a sua indústria e minas de carvão, era a parte mais rica da Bélgica. Mas, na época da economia pós-industrial, quem prospera mais é a Flandres. Este fator, mais a conscientização de diferenças culturais, intensificou a aspiração dos flamengos à soberania.
De fato, as questões econômicas são provavelmente o maior argumento contra a saída da Flandres da Bélgica, afirma o analista Alexei Kuznetsov:
“A maior barreira para os nacionalistas dos países da Europa Ocidental é a incerteza a respeito do status jurídico da parte autônoma que pode obter a independência dentro da União Europeia. Quando é que eles podem tornar-se membros da União Europeia na qualidade de Estados independentes? E chegarão mesmo a sê-lo? Agora o nacionalismo na Bélgica, Escócia e Catalunha tem, basicamente, uma natureza econômica. É preciso constatar honestamente que aí não se verifica a opressão das minorias étnicas. E se estas últimas não puderem entrar na União Europeia depois de obter a independência, isto vai afetá-las gravemente.”
Apesar de todas estas sutilezas jurídicas, já neste ano na Catalunha e na Escócia devem ser realizados referendos sobre a independência. A Flandres vai acompanhar com atenção os referendos e os seus resultados.
Todavia, Fiodor Lukianov está convencido de que é pouco provável que, ao defender o seu direito à independência, os flamengos aleguem os casos de proclamação da independência da Crimeia ou do Kosovo:
“Creio que é pouco provável que os nacionalistas flamengos aproveitem estes precedentes. Pois para um flamengo de verdade – herdeiro de Till Eulenspiegel – a comparação com os albaneses do Kosovo e, ainda mais, com os russos ou tártaros da Crimeia – gente tão pouco conhecida – afigura-se algo bastante duvidoso”.
Cumpre acrescentar que, no caso de saída da Flandres da Bélgica, o mais provável que este país simplesmente desapareça do mapa do mundo. A Valónia francófona, caso fique sozinha, procurará passar para a esfera de jurisdição de Paris. Os representantes do partido nacionalista Rassemblement Wallon insistem há muito em que esta região sempre foi uma parte da França “em tudo, menos no nome”. Um dos argumentos que eles apresentam a favor desta tese não é apenas a comunidade linguística mas também relações econômicas estreitas com o país vizinho.
A propósito, os nacionalistas franceses apoiam estas aspirações dos valões. A líder da Frente Nacional Marine Le Pen declarou abertamente a este respeito: “Se a Bélgica se desmoronar e a Flandres proclamar a independência – o que se afigura cada vez mais provável – a França poderia aceitar com prazer a Valónia”. Créditos Voz da Rússia.

30 de out. de 2013

Depois de Brasil - México - Alemanha, espionagem dos EUA recai sobre a Espanha. Gringos prometem esclarecer o caso, tal qual já o fizeram e não cumpriram para com o Brasil

EUA prometem à Espanha esclarecer caso de espionagem

James Costos, embaixador dos EUA no país europeu, reuniu-se com Íñigo de Vigo, secretário de Estado espanhol para a UE. Leia matéria completa.


OBS: até hoje "necas de catibiriba" para aos devidos esclarecimentos ao Brasil

15 de out. de 2013

Espanha promove o VII Internacional de Segurança Cibernética

Os principais expoentes da segurança cibernética vão se reunir no VII Encontro Internacional de Segurança da Informação, a ser realizada em 22 e 23 de outubro, em Leon, organizado pelo Instituto Nacional de Tecnologia Comunicação/Espanha. 
O encontro contará com oficinas que irão discutir temas de interesse, tais como economia e modelos de negócios em segurança cibernética, ambientes móveis, novas formas de conectar nuvens ou setores estratégicos de segurança cibernética industriais.
O prazo para inscrição é de 17 de outubro e os funcionários públicos e membros das Forças Armadas interessadas em participar para se registrar, através de eenise@inteco.es   ou por telefone (987 877 189 - 4043 Ext).

Leia também:

29 de set. de 2013

Prêmio Nobel de Economia afirma que eleição de Angela Merkel, na Alemanha, vai aprofundar recessão na europa

Notícia importante para quem está estudando para o concurso da ECEME, lembrando que tal assunto - Crise do capitalismo (na europa) - foi uma das questões do concurso.
Enfim, muito boa a entrevista do economista Joseph Stiglitz, ganhador do premio Nobel de Economia em 2010, à Folha de São Paulo, sobre a vitória da chanceler Angela Merkel nas eleições da Alemanha.
O entrevistado prevê que o resultado vai aprofundar a recessão na Europa e emperrar a recuperação da economia global. “O ponto é que a Alemanha é uma das beneficiárias da crise. Os capitais que deixam outros países, como a Espanha, acabam indo para lá”, diz Stiglitz. Leia aqui a reportagem completa com o economista



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