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🔴 BREAKING – Escalada EUA x Irã: Capacidade de Retaliação de Teerã e o Fator Simbólico do Purim
Análise especial em dois ângulos editoriais: estiloAl JazeeraeThe Jerusalem Post.
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🔴 BREAKING – Escalada EUA x Irã: Capacidade de Retaliação de Teerã e o Fator Simbólico do Purim
Análise especial em dois ângulos editoriais: estiloAl JazeeraeThe Jerusalem Post.
📡 Atualização – Visão de Campo (Estilo Al Jazeera)
Teerã acordou sob estado de alerta máximo. Após os ataques coordenados entre Washington e Tel Aviv, a liderança iraniana afirma que a resposta será “calculada, proporcional e estratégica” — mas não simbólica.
A narrativa oficial do governo da Irã sustenta que o país já previa um cenário de confronto direto. Fontes militares próximas ao Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica indicam que a arquitetura de dissuasão foi estruturada justamente para absorver o primeiro impacto e responder em múltiplos níveis.
🎯 Capacidades de reação de Teerã
1️⃣ Arsenal de Mísseis Balísticos
O Irã possui o maior inventário de mísseis do Oriente Médio. Modelos como Shahab, Emad, Sejjil e Khorramshahr podem atingir:
Israel
Bases americanas no Golfo
Infraestruturas energéticas estratégicas
A doutrina iraniana privilegia saturação: múltiplos vetores lançados simultaneamente para sobrecarregar sistemas antimísseis.
2️⃣ Guerra Assimétrica Regional
Teerã construiu, ao longo de décadas, uma rede de influência indireta:
Hezbollah no Líbano
Milícias xiitas no Iraque
Houthis no Iêmen
Grupos na Síria
Essa rede permite retaliação sem confronto convencional direto com os EUA.
3️⃣ O Estreito de Hormuz
Cerca de 20% do petróleo mundial transita pelo Estreito de Hormuz. O Irã pode:
Minar rotas marítimas
Usar drones e mísseis costeiros
Criar pressão econômica global imediata
Esse é o “botão nuclear econômico” de Teerã.
4️⃣ Guerra Cibernética
O Irã investiu fortemente em cyberwarfare. Ataques contra infraestrutura elétrica, bancos ou sistemas militares de adversários são considerados prováveis no médio prazo.
🧠 Estratégia Iraniana Atual
A leitura predominante entre analistas regionais é que Teerã evitará uma guerra total imediata. A estratégia pode seguir três fases:
Resposta simbólica controlada
Escalada indireta via proxies
Pressão econômica global
O objetivo: impor custo político e econômico aos EUA sem justificar uma invasão direta.
🕎 Perspectiva Histórica – O Fator Purim (Estilo Jerusalem Post)
Estamos às vésperas de Purim, uma das festas mais simbólicas do calendário judaico.
Purim recorda a história narrada no Livro de Ester, quando Hamã, conselheiro do Império Persa, tentou exterminar os judeus — e o plano foi revertido, culminando na derrota dos inimigos de Israel.
Paralelos simbólicos
Alguns analistas israelenses destacam três paralelos narrativos:
1️⃣ Conflito com a antiga Pérsia – O Irã moderno ocupa o território do antigo Império Persa.
2️⃣ Sobrevivência existencial – Israel frequentemente interpreta ameaças nucleares iranianas como risco existencial.
Embora autoridades israelenses evitem oficialmente associar decisões militares a datas religiosas, o simbolismo cultural é inegável dentro do debate público.
🔮 Próximos Passos Prováveis
🇺🇸 Estados Unidos
Reforço naval adicional no Golfo
Defesa ativa de bases regionais
Pressão diplomática sobre aliados europeus
🇮🇷 Irã
Retaliação calibrada
Mobilização interna para consolidar apoio popular
Intensificação de ataques indiretos
🌍 Comunidade Internacional
Rússia e China pedem cessar-fogo
União Europeia tenta mediação emergencial
Mercados energéticos sob extrema volatilidade
⚖️ Cenários Possíveis
Cenário 1 – Conflito Controlado
Troca de ataques limitados e posterior negociação indireta.
Cenário 2 – Guerra Regional Ampliada
Hezbollah e milícias entram em combate direto com Israel.
Cenário 3 – Choque Energético Global
Fechamento parcial do Estreito de Hormuz dispara petróleo acima de níveis históricos.
📌 Conclusão
O Irã não é o Iraque de 2003. Sua estratégia é descentralizada, híbrida e profundamente assimétrica. A pergunta não é se haverá reação — mas em qual intensidade, tempo e formato.
E, enquanto o calendário se aproxima de Purim, o peso simbólico da história antiga paira sobre um dos momentos mais delicados do Oriente Médio nas últimas décadas.
E haverá guerras e rumores de guerras ... 🧠 Análise de Inteligência – Ataques dos EUA e Israel ao Irã (28 fev 2026)
🧠 Análise de Inteligência – Ataques dos EUA e Israel ao Irã (28 fev 2026)
🪖 O que aconteceu até agora
Operação conjunta: Os Estados Unidos e Israel lançaram um ataque militar coordenado contra a República Islâmica do Irã no dia 28 de fevereiro de 2026. A ofensiva envolveu bombardeios aéreos e mísseis contra diversos alvos iranianos em Teerã e outras cidades. Explosões foram relatadas e houve pânico entre a população civil, com longas filas em postos de gasolina e deslocamento de civis para áreas mais seguras.
Nome das operações: A ofensiva recebeu diversas designações – pelos EUA como “Operation Epic Fury” e por Israel como parte da chamada “Operation Lion’s Roar”.
Objetivos declarados: Segundo o presidente Trump, o objetivo central é neutralizar ameaças “iminentes” atribuídas ao regime iraniano, em particular:
Impedir o desenvolvimento de armas nucleares.
Destruir capacidades militares e de mísseis que ameaçam os EUA, suas bases e aliados.
Enfraquecer o regime de Teerã para possibilitar pressões por mudança interna.
Trump afirmou que o Irã “nunca terá uma arma nuclear”.
🎯 Motivações – Declaradas e Possíveis Raízes Estratégicas
🧨 Razões declaradas pelo governo dos EUA
Ameaça nuclear iraniana: A principal justificativa pública tem sido impedir que o Irã desenvolva armas nucleares ou capacidades que possam ameaçar aliados ou bases americanas no Oriente Médio.
Neutralizar redes de terror: A Casa Branca e o Pentágono repetidamente classificaram o regime iraniano como um patrocinador de terror e desestabilização regional, citando apoio a milícias e proxies armados.
Pressão pós-negociações falhadas: Negociações em Genebra mediadas por Omã não trouxeram um acordo abrangente sobre o programa nuclear, enriquecimento de urânio e limites aos mísseis, o que teria aumentado a frustração de Washington.
🧠 Motivações estratégicas subjacentes (contexto)
Além das declarações públicas:
Vulnerabilidade do regime: O Irã enfrentava protestos internos em 2025–2026 por razões econômicas e repressão violenta, que alguns analistas viam como minando a estabilidade interna do regime. Isso pode ter influenciado cálculos de que uma ação militar poderia acelerar uma transformação política sem luta prolongada.
Pressão de aliados regionais: Israel e alguns países do Golfo pressionaram os EUA por medidas mais duras contra Teerã devido à percepção de ameaça existencial, especialmente envolvendo programas de mísseis e apoio a proxies armados.
🔮 Planos Futuros dos EUA – Possíveis Direções
Embora não exista um plano público detalhado, com base nas declarações oficiais e na dinâmica estratégica:
Continuação das ofensivas: A administração Trump indicou que as operações podem se estender por dias, com foco na destruição de infraestrutura militar nomeada e capacidades nucleares percebidas.
Pressão psicológica e política: Trump fez apelos diretos à população iraniana e às forças de segurança, sugerindo que eles poderiam escolher depor o atual regime para evitar mais violência.
Proteção de ativos e aliados: Há um desdobramento significativo de forças americanas na região, incluindo grupos de porta-aviões, para reduzir riscos às bases e civis aliados.
🛡️ Reação e Provável Resposta do Irã
🧨 Resposta imediata
Retaliação com mísseis: Fontes iranianas confirmaram que o Irã lançou mísseis contra Israel e bases americanas na região em resposta aos ataques.
Condenação oficial: O Ministério das Relações Exteriores do Irã classificou os ataques como “agressão militar criminosa” e prometeu uma resposta “decisiva” e “crushing” contra Washington e Tel Aviv.
Estratégia militar mais dura: Comunicações recentes sugerem que altos comandantes iranianos podem estar reavaliando a doutrina de conter confrontos, indicando maior disposição em impor custos tangíveis aos EUA caso o conflito continue.
🌐 Possíveis próximas reações iranianas
Uso de proxies e milícias: Grupos alinhados ao Irã no Iraque, Síria, Líbano e Iêmen provavelmente intensificarão ataques a alvos dos EUA e de aliados na região.
Bloqueio do Estreito de Hormuz: Teerã pode tentar pressionar exportações globais de energia bloqueando vias marítimas estratégicas, elevando os riscos econômicos globais.
Retórica e propaganda interna: O regime pode usar o ataque como ferramenta para consolidar apoio interno e justificar medidas repressivas contra opositores.
🌍 Reação Internacional e Riscos Regionais
Críticas de aliados europeus: Lideranças da UE, como Ursula von der Leyen, expressaram preocupação profunda com a escalada militar.
Temor de destabilidade regional: Países vizinhos alertaram que o conflito poderia desestabilizar amplamente a região, afetar fluxos de refugiados e fechar rotas estratégicas como o Estreito de Hormuz.
Potencial de guerra prolongada: Apesar do vice-presidente dos EUA descartar um conflito duradouro, muitos analistas veem o risco de um ciclo de ataques e retaliações por anos se não houver um cessar-fogo negociado.
🧩 Conclusão
Estamos num ponto de inflexão histórico no Oriente Médio. Os ataques lançados pelos EUA e Israel representam uma escalada militar significativa, com justificativas focadas na neutralização de ameaças nucleares e de segurança. O Irã, por sua vez, prometeu uma resposta forte e já retaliou.
Os planos futuros de Washington incluem prolongar a pressão militar e diplomática, enquanto o regime iraniano pode consolidar sua defesa e estimular seus aliados regionais a expandir a luta.
No último sábado, os Estados Unidos bombardearam três instalações nucleares iranianas.
O presidente americano, Donald Trump, alertou que, se Irã e Israel não chegarem a um acordo de paz nos próximos dias, os ataques irão se intensificar.
Após o ataque, o Irã aprovou o fechamento do Estreito de Ormuz, por onde passa 20% do petróleo mundial — cujo preço já disparou. O aiatolá Khamenei afirmou, sem citar os Estados Unidos, que "o inimigo sionista cometeu um grande erro" e "deve ser punido".
Foi o primeiro pronunciamento do líder supremo do Irã desde o ataque. Acompanhe as últimas atualizações da guerra entre Israel e Irã nos principais meios de comunicação -
A "Lua de Sangue" pode ser interpretada como um sinal profético da Segunda Vinda de Jesus Cristo.
Muito embora ninguém saiba a data exata da volta do nosso Salvador, essa assertiva se baseia em escrituras do Velho e do Novo Testamento que mencionam eventos cósmicos antes da Segunda Vinda de Jesus Cristo.
Referências Escriturísticas
Joel 2:31 – "O sol se converterá em trevas, e a lua em sangue, antes que venha o grande e terrível dia do Senhor."
Mateus 24:29-30 – Jesus Cristo disse que após tribulações "o sol escurecerá, a lua não dará a sua luz, as estrelas cairão do céu e os poderes dos céus serão abalados".
Apocalipse 6:12 – Fala sobre a abertura do sexto selo e menciona um grande terremoto, o escurecimento do sol e a lua se tornando vermelha como sangue.
Sinais e Eventos Antes da Segunda Vinda
📖 Doutrina e Convênios 45:26-27 – Fala sobre guerras, pestes, terremotos e calamidades:
"E nos últimos dias ouvir-se-á de guerras e rumores de guerras, e toda a Terra estará em comoção, e o coração dos homens desfalecerá."
📖 Doutrina e Convênios 88:87-90 – Descreve sinais cósmicos, incluindo o sol se obscurecendo e a lua se tornando vermelha como sangue.
Essas passagens são frequentemente interpretadas pelos membros da Igreja como parte dos sinais que precedem a Segunda Vinda de Cristo.
A Perspectiva da Igreja
Os líderes e estudiosos da Igreja ensinam que a Lua de Sangue pode ser um lembrete dos eventos profetizados, mas a Segunda Vinda não tem uma data específica revelada. Em discursos da Conferência Geral e materiais da Igreja, há ênfase na preparação espiritual, em vez de tentar prever exatamente quando ocorrerá o retorno de Cristo com base em sinais astronômicos.
O Presidente Russell M. Nelson, atual Profeta da Igreja, e outros líderes enfatizam a necessidade de viver retamente, fazer convênios sagrados e fortalecer a fé em Cristo, pois os sinais dos tempos são apenas indicadores de que devemos estar espiritualmente preparados.
O Livro de Doutrina e Convênios contém várias revelações modernas sobre a Segunda Vinda de Jesus Cristo, incluindo detalhes sobre os sinais que a precedem, os eventos que ocorrerão durante Sua vinda e como os santos devem se preparar. Aqui estão algumas das principais seções que abordam esse tema:
1. A Vinda do Senhor em Glória
📖 Doutrina e Convênios 29:9-11 – Cristo virá com poder e glória para reinar na Terra:
"Porque, em verdade, em verdade vos digo que há de chegar o tempo em que a maldade será removida da Terra; e então virá o Senhor e habitará com o seu povo."
📖 Doutrina e Convênios 45:44-45 – Todos verão Sua chegada:
"Então o Senhor fará soar sua voz, e os confins da Terra ouvirão; e as nações da Terra lamentarão e os que riram verão sua insensatez."
2. Sinais e Eventos Antes da Segunda Vinda
📖 Doutrina e Convênios 45:26-27 – Fala sobre guerras, pestes, terremotos e calamidades:
"E nos últimos dias ouvir-se-á de guerras e rumores de guerras, e toda a Terra estará em comoção, e o coração dos homens desfalecerá."
📖 Doutrina e Convênios 88:87-90 – Descreve sinais cósmicos, incluindo o sol se obscurecendo e a lua se tornando vermelha como sangue.
3. O Milênio e o Reino de Cristo na Terra
📖 Doutrina e Convênios 133:25 – Cristo reinará e a Terra será renovada:
"E o Senhor, sim, o Salvador, permanecerá no meio de seu povo e reinará sobre toda carne."
📖 Doutrina e Convênios 76:63-65 – Os justos serão ressuscitados para reinar com Ele.
4. A Preparação para a Segunda Vinda
📖 Doutrina e Convênios 38:30 – O Senhor instrui Seus seguidores a estarem preparados:
"Se estais preparados, não temereis."
📖 Doutrina e Convênios 45:32 – A necessidade de vigiar e permanecer fiéis:
"E permanecer em lugares santos e não vos deixeis mover, até que venha o dia do Senhor."
O Livro de Doutrina e Convênios reforça que a Segunda Vinda será um evento de grande glória, mas também de purificação da Terra. Os sinais que a precedem já estão em curso, e a ênfase principal está na preparação espiritual dos santos, para que estejam prontos para receber o Senhor quando Ele vier.
Conclusão
A Lua de Sangue pode ser um dos muitos sinais dos tempos mencionados nas escrituras, mas sua ocorrência específica não é vista como um evento determinante para marcar a Segunda Vinda. A ênfase está na preparação espiritual contínua para o retorno de Cristo, independentemente da interpretação dos fenômenos astronômicos.
Diversas celebridades, tais como Paris Hilton e Billy Crystal, bem como milhares de outras pessoas, perderam suas casas em incêndios florestais que devastaram mais de mil construções em Los Angeles.
Trago-lhes mais alguns Sinais da Segunda Vinda de Jesus Cristo: Guerras e rumores de guerras; secas; enchentes; desastres e catástrofes naturais; Filhos indo contra os Pais; terremotos; vulcões; etc
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Água do oceano avança abaixo da “geleira do Juízo Final” Glaciar Thwaites, apelidado de “geleira do Juízo Final” porque o seu colapso pode causar um aumento catastrófico do nível do mar – créditos CNN
Com 24 mortes registradas, governo do RS decreta estado de calamidade pública: 'maior desastre do estado'
Chuvas já fizeram dezenas de vítimas e deixaram milhares de desabrigados; Lula e comitiva federal estão no estado
Redação
Brasil de Fato | Porto Alegre (RS) |
Nível do rio Taquari supera o das grandes e até então recordes enchentes de 1941 e 2023 - Foto de Maurício Tonetto
Desde o último final de semana, o estado o Rio Grande do Sul tem sido marcado por uma chuva incessante, que piorou nos dois últimos dias. Enchentes, rios transbordando, deslizamento de terra e cidades submersas são algumas das consequências dessa catástrofe, apontada pelo governador Eduardo Leite (PSDB) como o pior desastre climático do estado. A situação fez com que o governo decretasse estado de calamidade pública. Assinado nesta quarta-feira (1º), tem validade por 180 dias e visa agilizar o atendimento aos mais de cem municípios atingidos.
"Infelizmente, será o maior desastre que o nosso estado tenha enfrentado, maior que o do ano passado. Estamos vivendo um momento muito crítico no estado. Em setembro do ano passado, tivemos uma enxurrada muito severa, mas o tempo abriu em seguida, o que nos deu condições de entrar em campo mais rapidamente. Neste momento temos muitas dificuldades operacionais para fazer os resgates", disse o governador em coletiva realizada no final da tarde desta quarta-feira (1º).
No momento da coletiva, o estado somava 10 mortes por conta das chuvas. Na manhã desta quinta-feira (2), já são 24 vítímas, registradas por Corpo de Bombeiros, Polícia Civil e Brigada Militar (BM). A Defesa Civil estadual registrou 13 mortes em sua atualização mais recente, às 9h, além de outras 21 pessoas desaparecidas. O boletim informa ainda 134 municípios afetados, 3.079 pessoas em abrigos e 5.257 desalojados (pessoas que saíram de suas casas e estão em residências de familiares ou amigos).
Ao anunciar o estado de calamidade, o governador enfatizou que a crise está em curso, e que ainda vai chover muito nas regiões mais críticas. Leite informou que a gestão da crise foi descentralizada. O vice-governador Gabriel Souza (MDB) ficará em Santa Cruz do Sul e o chefe da Casa Civil, Arthur Lemos (PSDB), ficará em Bento Gonçalves.
O governador pediu às pessoas que não se exponham a riscos tentando acessar áreas afetadas pelas chuvas. Enfatizou a necessidade urgente de que os moradores que residem em áreas de risco nos municípios atingidos por situações semelhantes em 2023 deixem suas residências e busquem abrigo seguro. A Defesa Civil estadual reafirmou ser muito importante que as pessoas levem a sério as informações que são passadas, visto que a situação nos próximos dias deve se agravar ainda mais.
Foram apresentadas informações sobre a situação atual das chuvas e as previsões para os próximos dias. Após as intensas precipitações, particularmente na Região Central do estado, conforme relatado pela Sala de Situação, tem sido observado um aumento significativo no volume dos rios Jacuí, Pardo, Taquari e Caí. Nos próximos dias, as regiões Norte e Nordeste do Estado também devem começar a sofrer as consequências das chuvas.
Escolas estaduais fechadas
Diante da situação, o governo suspendeu as aulas na rede pública estadual na quinta (2) e sexta-feira (3). A medida vale para todas as escolas estaduais e segue orientações da Defesa Civil estadual. Orientações relativas a reposição dos dias letivos da rede estadual serão divulgadas ainda nesta sexta-feira (3) pela Secretaria Estadual de Educação (Seduc).
Diversas outras cidades também anunciaram a suspensão das aulas na rede municipal de ensino, como Porto Alegre, Santa Maria, Agudo, Gravataí, Novo Hamburgo, São Leopoldo, Cachoeirinha, Eldorado do Sul, Alvorada, Taquari, Triunfo, Charqueadas, Arroio dos Ratos, Gramado, Caxias do Sul, entre outras.
Lula no estado
O presidente Lula (PT) chegou ao estado na manhã desta quinta-feira (12), e dirigiu-se com o governador para Santa Maria, acompanhado por uma comitiva de ministros, para acompanhar a situação do estado.
Participam da comitiva o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa (PT), o ministro Waldez Góes (PDT), da Integração Nacional, o ministro Renan Filho (MDB), dos Transportes, e o presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Edegar Pretto (PT). Estarão presentes ainda o comandante do Exército, o comandante da Aeronáutica e o chefe da Defesa Civil. O ministro-chefe da Secom, Paulo Pimenta (PT), acompanhará o presidente, assim como outras autoridades e técnicos das áreas específicas que precisem estar presentes para dar o suporte e o apoio necessário nessas atividades e reuniões de trabalho.
Situação dos rios
A Defesa Civil emitiu alerta extremo para o rio Jacuí, com inundação severa, elevação a partir da cidade de Dona Francisca.
O Rio Caí está em inundação severa, com extremo risco à vida. O município de Montenegro, no Vale do Caí, registra a maior enchente dos últimos 80 anos. A confirmação é da Defesa Civil, que prevê a elevação do nível do Rio Caí até o final da tarde desta quarta-feira (1º) a um índice jamais visto.
Já para o rio Gravataí o alerta é de inundação, com níveis em elevação. A avenida de entrada de Cachoeirinha para quem vem da capital encontra-se parcialmente alagada pelo rio, com o trânsito em uma pista. O alerta vale também para o Rio dos Sinos, que segue em elevação, a partir de Taquara.
Nesta, quinta-feira, o nível do rio dos Sinos chegou a 7,38 metros às 7h, em Novo Hamburgo. Na medição das 8h30 o rio alcançou 7,48 metros. Em razão da elevação que vem ocorrendo rapidamente, as águas estão avançando sobre ruas e algumas casas, principalmente nas vilas Getúlio Vargas (Canudos) e Palmeiras (Santo Afonso).
Em São Leopoldo o rio dos Sinos registrou 4,88 metros e segue em elevação de 2 cm em média por hora. O Sinos já atinge a rua da Praia e a rua das Camélias. Força-tarefa da prefeitura está mobilizada e preparada para prestar auxílio às famílias atingidas.
A situação mais grave se encontra no rio Taquari. Conforme aponta a Metsul, a enchente catastrófica que atingiu a região do Vale do Taquari é a maior da história. De acordo com o instituto de metereologia, o nível do Taquari em Lajeado e Estrela superou a marca de 30 metros nesta noite pela primeira vez desde o começo das medições há um século e meio. O nível supera o das grandes e até então recordes enchentes de 1941 e 2023, quando o Taquari atingiu cotas na casa de 29 metros.
Diante da situação, a Defesa Civil do Rio Grande do Sul emitiu um comunicado urgente na noite desta quarta-feira (1º) recomendando a evacuação da população de áreas de risco em diversas cidades do Vale do Taquari.
Guaíba terá nova cheia histórica
A situação do Guaíba, que recebe águas dos rios Jacuí, Sinos, Caí e Gravataí, começou a se agravar. No começo da manhã desta quinta-feira (2), estava em 2,70 metros no Cais Mauá e subia muito rapidamente.
Entre hoje e amanhã, o Guaíba deverá ultrapassar a cota crítica de transbordamento no Cais do Centro de Porto Alegre, de 3 metros, o que não ocorre nesta época do ano desde a grande enchente de 1941. Nas redes sociais, o governador alertou que o nível pode chegar 4 metros na sexta. Em novembro de 2023 ele atingiu 3,46 metros.
Moradores de áreas de risco de inundação nas ilhas já começaram a ser evacuados pela Defesa Civil. O prefeito Sebastião Melo (MDB) determinou na noite de quarta-feira (1º), o fechamento das comportas do Cais Mauá, o que começou a ser feito nesta quinta-feira.
Situação das estradas
Nesta quinta-feira (2), são 137 trechos em 57 rodovias com bloqueios totais e parciais, entre estradas e pontes, conforme atualização das 11h. As informações são do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer), consolidadas com o Comando Rodoviário da Brigada Militar (CRBM), abrangendo também rodovias concedidas e as administradas pela Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR).
Municípios que devem ser mais afetados pelas enchentes
Agudo Alegrete Arroio do Meio Bom Princípio Bom Retiro do Sul Cachoeira do Sul Campo Bom Candelária Canudos do Vale Cerro Branco Colinas Cruzeiro do Sul Encantado Estrela Feliz Forquetinha General Câmara Harmonia Jaguari Lajeado Marques de Souza Montenegro Muçum Novo Cabrais Novo Hamburgo Paraíso do Sul Pareci Novo Parobé Pouso Novo Relvado Restinga Sêca Rio Pardo Roca Sales Santa Cruz do Sul Santa Tereza São Jerônimo São Leopoldo São Sebastião do Caí São Sepé Sinimbu Taquara Taquari Travesseiro Triunfo Vale do Sol Vale Real Venâncio Aires Vera Cruz
Barragens em situação de emergência
UHE Castro Alves (Nova Roma do Sul) UHE Monte Claro (Bento Gonçalves) UHE 14 de Julho (Santa Tereza) Pode atingir: Santa Tereza, Muçum, Roca Sales, Lajeado e Arroio do Meio UHE Dona Francisca (Dona Francisca) Pode atingir: Faxinal de Soturno, São João do Polêsine, Agudo, Paraíso do Sul, Restinga Seca, São Sepe, Formigueiro e Cachoeira do Sul Complexo Toropi Pode atingir: São Pedro do Sul, Mata e Toropi Barragem de Putinga