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26 de ago. de 2024

LFS Segurança - Países amazônicos criam Centro de Cooperação Policial Internacional para proteger a floresta

LFS Segurança -

Países amazônicos criam Centro de Cooperação Policial Internacional para proteger a floresta.

Encontro com os representantes dos países-membros da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA).

A Polícia Federal brasileira participou nesta sexta-feira (23) do encontro com os representantes dos países-membros da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), na sede da organização em Brasília.

Créditos Sputnik, leia matéria: https://noticiabrasil.net.br/20240824/paises-amazonicos-criam-centro-de-cooperacao-policial-internacional-para-proteger-a-floresta-36178932.html

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14 de out. de 2023

Desmatamento cai 59% na Amazônia do Brasil. Créditos Xinhua


 


Desmatamento cai 59% na Amazônia do Brasil. 


Créditos Xinhua, leia mais: https://capitaofernandomeioambiente.wordpress.com/category/amazonia/ 




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10 de ago. de 2023

AMAZÔNIA UNIDA! (Folha de SP, 02) A cúpula da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica começa na terça-feira (8) em Belém do Pará

 

AMAZÔNIA UNIDA!

(Folha de SP, 02) A cúpula da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica começa na terça-feira (8) em Belém do Pará. Boa oportunidade para o Itamaraty seguir com a reativação, no âmbito regional, da liderança na pauta ambiental dilapidada por Jair Bolsonaro (PL).

Em 2025, a capital paraense também sediará a COP30. A trigésima edição da Convenção da ONU sobre Mudança do Clima será decisiva para enfrentar o aquecimento da atmosfera, que já produz eventos extremos como a onda de calor em regiões do hemisfério Norte.

A maior contribuição brasileira para a crise climática vem do desmatamento da Amazônia e do cerrado —sem contar a devastação da mata atlântica no século anterior.
Cerca de 40% da floresta amazônica está presente em outros sete países: Bolívia, Colômbia, Equador,

Guiana, Peru, Suriname e Venezuela. O governo brasileiro se comprometeu a reduzir a zero o desmatamento até 2030, mas convém ampliar e repartir o impacto dessa estratégia engajando os participantes da cúpula no esforço.

Uma proposta é adotar metas comuns para diminuir o corte raso da mata, que libera carbono na atmosfera. Nem todas as nações amazônicas pactuaram com a diminuição de emissões florestais, mas deveriam seguir o exemplo do maior país da América do Sul.

Há outros ruídos, como o relacionado à exploração de petróleo, fonte de combustíveis fósseis (gasolina, diesel e gás natural) cuja queima emite gases do efeito estufa. O presidente colombiano, Gustavo Petro, cobra de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) definição quanto a sustar novos projetos de extração, ao menos na Amazônia.

O Planalto não se posicionou, e a Petrobras mantém planos de perfurar poços na foz do rio Amazonas. Em maio, o Ibama recusou licença para as obras; a estatal, porém, anunciou que vai insistir.

Não se trata de ideologia, ambientalista ou antiambientalista, mas de tomar decisões técnicas sopesando benefícios e malefícios da extração. Em face da ameaça representada ao clima da Terra, e em nome da coerência com o objetivo de desmatamento zero, cabe a Brasília o ônus da prova.

Dito de outro modo, Lula precisa convencer a opinião pública, dentro e fora do país, de que a produção de petróleo novo é tão imprescindível quanto conciliável com a redução das emissões brasileiras, na medida justa e suficiente para eliminar sua contribuição às mudanças devastadoras do clima.

O mundo precisa descarbonizar toda a economia até 2050, e nenhuma nação pode se omitir.


Créditos Ex-Blog do Cesar Maia

6 de mai. de 2023

Rei Charles III pede a Lula que Brasil cuide da Floresta Amazônica








Rei Charles III pede a Lula que Brasil cuide da Floresta Amazônica.

Declaração foi dada após cerimônia de coroação neste sábado (6). 



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1 de dez. de 2022

Gustavo Petro propõe força militar amazônica aos EUA - créditos MSIA

 

Gustavo Petro propõe força militar amazônica aos EUA


O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, está propondo aos EUA a criação de uma força militar binacional para a proteção da Floresta Amazônica contra incêndios.

A proposta foi feita durante uma reunião com a chefe do Comando Sul dos Estados Unidos, general Laura J. Richardson, realizada em Bogotá em 7 de setembro. Segundo a agência Infobae, a imprensa não teve acesso ao encontro, mas Petro revelou depois os assuntos tratados, que incluíram a colaboração na política antidrogas e a criação da força militar amazônica. De acordo com ele, a força teria o objetivo central de combater os incêndios cada vez mais frequentes no bioma, representando um problema de segurança que envolve toda a humanidade.

“Propus à general a construção de uma força, que, segundo me disse ela, teria um esboço no Brasil (sic), uma força militar com helicópteros etc, mas destinada a apagar os incêndios da floresta amazônica, que hoje é o principal problema de segurança da humanidade”, disse o mandatário.

“O nosso rival está nessas chamas que podem queimar a floresta. E a melhor mensagem que uma colaboração militar entre os EUA e a Colômbia poderia transmitir ao mundo é precisamente que não se queime, e que estabelecemos os mecanismos econômicos e sociais, por um lado, e os mecanismos militares e operativos, do outro, para impedir a queima da floresta amazônica”, completou.

A proposta de Petro deve acender um sinal de alerta vermelho em Brasília, pois denota a sua intenção de dar grande destaque a essa “diplomacia ambiental” em relação à Amazônia e à questão climática. Vale lembrar o famigerado projeto do Corredor AAA (Andes-Amazônia-Atlântico), proposta de um corredor transnacional de unidades de conservação e terras indígenas, para a qual seu antecessor e protetor Juan Manuel Santos (2010-2018) tentou sem sucesso atrair o Brasil, sendo vetada pela pronta intervenção do Ministério da Defesa e do Itamaraty. Uma iniciativa do gênero é tudo de que os EUA necessitam para fincar uma presença militar na Amazônia, além dos assessores que mantêm na Colômbia como parte da colaboração antidrogas.


Créditos MSIA

17 de out. de 2022

INTERNACIONALIZAÇÃO DA AMAZÔNIA! (Rubens Barbosa - O Estado de S. Paulo, 11) --- repercutimos o Ex-Blog do César Maia

 



INTERNACIONALIZAÇÃO DA AMAZÔNIA!


(Rubens Barbosa - O Estado de S. Paulo, 11) O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, em entrevista recente, deu informações sobre entendimentos mantidos com a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e com os EUA para, “em vista da importância da crise climática, ter ajuda na região da Floresta Amazônica”. Disse que “tinha conseguido alcançar importantes objetivos com os EUA e a Otan”. “Com os EUA, o que estou tentando é levar o diálogo para outras áreas, além do combate às drogas, que fracassou.” “Foi criada a primeira unidade militar, com 12 helicópteros Black Hawk, mais de polícia do que militar, para ajudar a combater as queimadas na Amazônia.” “Será uma mudança completa no que a ajuda militar dos EUA tem sido até aqui. É uma grande conquista. Já há três helicópteros em ação. Vou continuar nesta linha porque me parece que neste caminho podemos construir um diálogo muito mais positivo com os EUA.” Por outro lado, Petro mencionou que “o objetivo das conversas com a Otan, da qual somos parte, é trazer a Organização do Tratado do Atlântico Norte para cuidar da Floresta Amazônica, para emprestar colaboração tecnológica”.

A Colômbia mantém, desde 2015, um acordo de cooperação com a Otan no tocante a segurança eletrônica, marítima, crime organizado e terrorismo. A Colômbia é o único parceiro global latino-americano da Otan e o primeiro país sul-americano a concluir um acordo de cooperação com a organização.

A aproximação com a Otan naquela época, por influência dos EUA, pode ser atribuída à presença da Rússia e da China na Venezuela e às tensões ideológicas e políticas com o vizinho, cuja relação está hoje normalizada. Por outro lado, Joe Biden, no dia 21 de setembro passado, em comunicação à presidente da Câmara dos Deputados, Nancy Pelosi, formalizou a designação da Colômbia como um aliado estratégico fora da Otan. Em comunicado divulgado pela Casa Branca, Biden afirma que essa designação é “um reconhecimento da importância da relação entre os EUA e a Colômbia e das contribuições cruciais da Colômbia para a segurança regional e internacional”. “A Colômbia é a pedra angular de nossos esforços compartilhados para construir um hemisfério próspero, seguro e democrático.” O status de “aliado importante não pertencente à Otan” é concedido pelos EUA a 18 países, com benefícios em questões militares e comerciais, inclusive a Argentina, desde 1998, e o Brasil, desde 2019, incluído por Donald Trump, até agora os únicos latino-americanos.

A iniciativa colombiana de chamar a Otan e os EUA para ter presença na Amazônia deve ser vista com cautela, mas, do ponto de vista do Brasil, se confirmada, é de extrema gravidade por suas possíveis implicações estratégicas, ambientais, políticas e de defesa.

O novo conceito estratégico da Aliança Atlântica definido em 2010 ampliou o escopo e o raio de atuação da aliança – não mais restrito ao teatro europeu, como ocorre hoje no conflito na Ucrânia e no Indo-pacífico. Uma interpretação literal desse conceito indica que a Otan passaria a poder intervir em qualquer parte do mundo, inclusive no Atlântico Sul, para defender os interesses dos países-membros em áreas como agressões ao meio ambiente, antiterrorismo, ações humanitárias, tráfico de drogas, ameaças à democracia, entre outras. O governo brasileiro, naquele momento, por meio do então ministro da Defesa, Nelson Jobim, expressou reservas “às iniciativas que procurem, de alguma forma, associar o ‘norte do Atlântico’ ao ‘sul do Atlântico’, área geoestratégica de interesse vital para o Brasil”. “As questões de segurança relacionadas às duas metades desse oceano são distintas.”

Mais de dez anos depois, as considerações de Jobim, que refletiam o pensamento prevalecente entre os militares e o da diplomacia nacional, são ainda mais relevantes, no contexto da adesão colombiana à estrutura da Otan e da anunciada intenção dos EUA de retomar sua influência no Hemisfério Ocidental, em face da presença crescente da China e da Rússia na América do Sul, numa espécie de ressurreição da Doutrina Monroe.

Além dessas considerações estratégicas, há duas preocupações permanentes do governo brasileiro, em particular das Forças Armadas e do Itamaraty: a internacionalização da Amazônia e a criação de bases militares de países de fora da região em países vizinhos – ambas possibilidades presentes na evolução futura da posição da Colômbia. Sem falar na perspectiva de aumento das tensões em nossa fronteira, pela presença da China e da Rússia na Venezuela. O vácuo de soberania existente em partes da Amazônia e a ausência de uma política externa proativa na América do Sul, inclusive pela necessidade, neste caso, de invocação do Tratado de Cooperação Amazônica, abrem caminho para que iniciativas como a anunciada pelo presidente colombiano preencham o vazio deixado pela omissão voluntária da maior nação do subcontinente.

Como parte da inserção soberana no cenário global, é urgente restabelecer a prioridade para o entorno geográfico, com uma nova atitude em relação à Amazônia. Sem isso, crescem os riscos de o Brasil ter de lidar com desdobramentos estratégicos imprevisíveis no seu entorno, determinados por atores estrangeiros e potencialmente contrários aos interesses nacionais.




Créditos Ex-Blog do César Maia


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20 de mai. de 2022

CIÊNCIA & TECNOLOGIA: Entenda o que é o projeto que envolve satélites de Elon Musk operando no Brasil - créditos NuBank

CIÊNCIA & TECNOLOGIA:

Entenda o que é o projeto que envolve satélites de Elon Musk operando no Brasil.

Bilionário faz parceria com governo federal para conectar escolas em áreas rurais do Amazonas e monitorar desmatamento.

Créditos NuBank, leia matéria: https://investnews.com.br/geral/entenda-o-que-e-o-projeto-que-envolve-satelites-de-elon-musk-operando-no-brasil 



21 de dez. de 2021

MEIO AMBIENTE - População de pirarucu cresce 631% em áreas indígenas e comprova conservação

Foto reprodução
 



MEIO AMBIENTE - 

População de pirarucu cresce 631% em áreas indígenas e comprova conservação.

Créditos Hypeness, leia matéria: https://capitaofernandomeioambiente.wordpress.com/2021/12/21/meio-ambiente-populacao-de-pirarucu-cresce-631-em-areas-indigenas-e-comprova-conservacao-creditos-hypeness/   



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20 de ago. de 2021

MEIO AMBIENTE - Desmatamento cresce 57% em um ano na Amazônia, aponta Imazon





MEIO AMBIENTE - 

Desmatamento cresce 57% em um ano na Amazônia, aponta Imazon. 

Leia matéria: https://capitaofernandomeioambiente.wordpress.com/2021/08/20/meio-ambiente-desmatamento-cresce-57-em-um-ano-na-amazonia-aponta-imazon/     



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29 de mai. de 2021

MEIO AMBIENTE – Amazônia pode virar savana em até 30 anos com o ritmo atual de desmatamento, alerta especialista


 



MEIO AMBIENTE –
Amazônia pode virar savana em até 30 anos com o ritmo atual de desmatamento, alerta especialista.

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19 de abr. de 2021

Governo Bolsonaro se compromete a acabar com desmatamento ilegal na Amazônia até 2030

 Bolsonaro se compromete a acabar com desmatamento ilegal na Amazônia até 2030

O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, se comprometeu a acabar com o desmatamento ilegal na Amazônia até 2030, e para isso disse que o país necessitará de "recursos volumosos e políticas públicas amplas", informaram fontes oficiais. Créditos Xinhua