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28 de fev. de 2026

E haverá guerras e rumores de guerras ... 🧠 Análise de Inteligência – Ataques dos EUA e Israel ao Irã (28 fev 2026)

E haverá guerras e rumores de guerras  ... 🧠 Análise de Inteligência – Ataques dos EUA e Israel ao Irã (28 fev 2026) 







🧠 Análise de Inteligência – Ataques dos EUA e Israel ao Irã (28 fev 2026)

🪖 O que aconteceu até agora

  • Operação conjunta: Os Estados Unidos e Israel lançaram um ataque militar coordenado contra a República Islâmica do Irã no dia 28 de fevereiro de 2026. A ofensiva envolveu bombardeios aéreos e mísseis contra diversos alvos iranianos em Teerã e outras cidades. Explosões foram relatadas e houve pânico entre a população civil, com longas filas em postos de gasolina e deslocamento de civis para áreas mais seguras.

  • Nome das operações: A ofensiva recebeu diversas designações – pelos EUA como “Operation Epic Fury” e por Israel como parte da chamada “Operation Lion’s Roar”.

  • Objetivos declarados: Segundo o presidente Trump, o objetivo central é neutralizar ameaças “iminentes” atribuídas ao regime iraniano, em particular:

    • Impedir o desenvolvimento de armas nucleares.

    • Destruir capacidades militares e de mísseis que ameaçam os EUA, suas bases e aliados.

    • Enfraquecer o regime de Teerã para possibilitar pressões por mudança interna.
      Trump afirmou que o Irã “nunca terá uma arma nuclear”.


🎯 Motivações – Declaradas e Possíveis Raízes Estratégicas

🧨 Razões declaradas pelo governo dos EUA

  1. Ameaça nuclear iraniana: A principal justificativa pública tem sido impedir que o Irã desenvolva armas nucleares ou capacidades que possam ameaçar aliados ou bases americanas no Oriente Médio.

  2. Neutralizar redes de terror: A Casa Branca e o Pentágono repetidamente classificaram o regime iraniano como um patrocinador de terror e desestabilização regional, citando apoio a milícias e proxies armados.

  3. Pressão pós-negociações falhadas: Negociações em Genebra mediadas por Omã não trouxeram um acordo abrangente sobre o programa nuclear, enriquecimento de urânio e limites aos mísseis, o que teria aumentado a frustração de Washington.

🧠 Motivações estratégicas subjacentes (contexto)

Além das declarações públicas:

  • Vulnerabilidade do regime: O Irã enfrentava protestos internos em 2025–2026 por razões econômicas e repressão violenta, que alguns analistas viam como minando a estabilidade interna do regime. Isso pode ter influenciado cálculos de que uma ação militar poderia acelerar uma transformação política sem luta prolongada.

  • Pressão de aliados regionais: Israel e alguns países do Golfo pressionaram os EUA por medidas mais duras contra Teerã devido à percepção de ameaça existencial, especialmente envolvendo programas de mísseis e apoio a proxies armados.


🔮 Planos Futuros dos EUA – Possíveis Direções

Embora não exista um plano público detalhado, com base nas declarações oficiais e na dinâmica estratégica:

  1. Continuação das ofensivas: A administração Trump indicou que as operações podem se estender por dias, com foco na destruição de infraestrutura militar nomeada e capacidades nucleares percebidas.

  2. Pressão psicológica e política: Trump fez apelos diretos à população iraniana e às forças de segurança, sugerindo que eles poderiam escolher depor o atual regime para evitar mais violência.

  3. Proteção de ativos e aliados: Há um desdobramento significativo de forças americanas na região, incluindo grupos de porta-aviões, para reduzir riscos às bases e civis aliados.


🛡️ Reação e Provável Resposta do Irã

🧨 Resposta imediata

  • Retaliação com mísseis: Fontes iranianas confirmaram que o Irã lançou mísseis contra Israel e bases americanas na região em resposta aos ataques.

  • Condenação oficial: O Ministério das Relações Exteriores do Irã classificou os ataques como “agressão militar criminosa” e prometeu uma resposta “decisiva” e “crushing” contra Washington e Tel Aviv.

  • Estratégia militar mais dura: Comunicações recentes sugerem que altos comandantes iranianos podem estar reavaliando a doutrina de conter confrontos, indicando maior disposição em impor custos tangíveis aos EUA caso o conflito continue.

🌐 Possíveis próximas reações iranianas

  • Uso de proxies e milícias: Grupos alinhados ao Irã no Iraque, Síria, Líbano e Iêmen provavelmente intensificarão ataques a alvos dos EUA e de aliados na região.

  • Bloqueio do Estreito de Hormuz: Teerã pode tentar pressionar exportações globais de energia bloqueando vias marítimas estratégicas, elevando os riscos econômicos globais.

  • Retórica e propaganda interna: O regime pode usar o ataque como ferramenta para consolidar apoio interno e justificar medidas repressivas contra opositores.


🌍 Reação Internacional e Riscos Regionais

  • Críticas de aliados europeus: Lideranças da UE, como Ursula von der Leyen, expressaram preocupação profunda com a escalada militar.

  • Temor de destabilidade regional: Países vizinhos alertaram que o conflito poderia desestabilizar amplamente a região, afetar fluxos de refugiados e fechar rotas estratégicas como o Estreito de Hormuz.

  • Potencial de guerra prolongada: Apesar do vice-presidente dos EUA descartar um conflito duradouro, muitos analistas veem o risco de um ciclo de ataques e retaliações por anos se não houver um cessar-fogo negociado.


🧩 Conclusão

Estamos num ponto de inflexão histórico no Oriente Médio. Os ataques lançados pelos EUA e Israel representam uma escalada militar significativa, com justificativas focadas na neutralização de ameaças nucleares e de segurança. O Irã, por sua vez, prometeu uma resposta forte e já retaliou.
Os planos futuros de Washington incluem prolongar a pressão militar e diplomática, enquanto o regime iraniano pode consolidar sua defesa e estimular seus aliados regionais a expandir a luta.


11 de out. de 2025

Tropas norte-americanas já chegaram a Israel para vigiar o cessar-fogo


 



Tropas norte-americanas já chegaram a Israel para vigiar o cessar-fogo


A porta-voz da Casa Branca tinha confirmado na sexta-feira que os Estados Unidos iam enviar uma equipa de 200 militares do comando central do exército (CENTCOM) para “supervisionar o acordo de Paz”.





As tropas norte-americanas já começaram a chegar a Israel durante esta noite, para vigiar o acordo de cessar-fogo entre Telavive e o Hamas.

 

A informação é avançada pela ABC News, que cita uma fonte próxima da situação.

O mesmo meio informa que os soldados enviados para Israel são especializados em transporte, planeamento, logística, segurança e engenharia e que deverão trabalhar em conjunto com os representantes de outras nações parceiras, do setor privado e de organizações não governamentais.

A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, tinha confirmado na sexta-feira, numa publicação no X, que os Estados Unidos iam enviar uma equipa de 200 militares do comando central do exército (CENTCOM) para “supervisionar o acordo de Paz” e “trabalhar em conjunto com outras forças internacionais naquele local”. 

Leavitt esclareceu ainda que esses militares vão ficar destacados em Israel e em países vizinhos da região, também para ajudar a integrar todas as outras forças de segurança que irão para Gaza e ajudar na ligação com as Forças de Defesa de Israel.

Oficiais militares egípcios, cataris, turcos e, provavelmente, dos Emirados Árabes Unidos deverão ser incorporados à equipa, que provavelmente terá base no Egito. Autoridades ligadas ao assunto afirmaram ainda que não há intenção de enviar tropas norte-americanas para Gaza.

O comandante do CENTCOM, o almirante Brad Cooper, chegou no dia anterior ao das tropas, ou seja, na sexta-feira, com a missão de “monitorizar, observar e garantir que não há violações nem incursões porque o mundo inteiro está preocupado”, avançou uma fonte da administração Trump.

O centro de coordenação é visto como uma espécie de primeiro passo para ajudar a implementar o processo de paz, que exigirá uma ampla coordenação de assistência humanitária, logística e de segurança.



Militares dos EUA vigiam cessar-fogo a partir de Israel

A Casa Branca anunciou hoje que até 200 elementos do comando central do exército norte-americano (CENTCOM) vão vigiar a evolução do cessar-fogo na Faixa de Gaza a partir de Israel e outros países do Médio Oriente.


O próprio presidente dos Estados Unidos vai também estar presente no Médio Oriente, e em Israel, com partida para a região prevista no domingo, dado que os reféns do Hamas deverão ser libertados na segunda-feira.

“Provavelmente estarei lá. Espero estar lá. Estamos a planear partir no domingo, e estou desejoso disso", disse Trump aos jornalistas na Casa Branca, ao receber o presidente finlandês Alexander Stubb.

O presidente norte-americano garantiu também que "ninguém será forçado a sair [de Gaza], muito pelo contrário" no âmbito do seu plano de paz, cuja primeira fase mereceu acordo de Hamas e Israel na quarta-feira. 

Trump impulsionou o atual plano de paz e foi quem anunciou o acordo nesse mesmo dia, após vários contactos indiretos entre as partes no Egito - e dois anos de conflito.



Trump confirma que partida para Médio Oriente está prevista para domingo

O Presidente norte-americano, Donald Trump, confirmou hoje que está prevista para domingo a sua partida para o Médio Oriente, no quadro do acordo de cessar-fogo e libertação de reféns na Faixa de Gaza.


O chefe de Estado norte-americano mostrou-se também, por isso, confiante de que o cessar-fogo, que entrou em vigor na sexta-feira, "se vai manter".

"Penso que sim. Todos estão cansados de lutar", frisou aos jornalistas na Sala Oval, reafirmando a sua intenção de viajar para Israel este fim de semana, onde deverá discursar no Knesset (Parlamento) e no Egito.

O presidente dos EUA voltou a manifestar confiança de que o cessar-fogo em Gaza levará a uma paz mais ampla no Médio Oriente.

"Temos alguns pequenos pontos críticos agora, mas são muito pequenos (...) Serão muito fáceis de extinguir. Estes incêndios serão controlados muito rapidamente", acrescentou.

A 7 de outubro de 2023, um ataque levado a cabo pelo Hamas, fez mais de 200 reféns e 1.200 mortos. 

O grupo palestiniano governa, de forma autocrática, a Faixa de Gaza desde 2006, quando foi eleito por uma população que vive há longas décadas um conflito com Israel. Aliás, desde a formação do Estado israelita, em 1948 (como resultado da II Guerra Mundial e da perseguição a judeus), têm existido diversos confrontos armados, levando à morte de milhares.

A guerra declarada por Israel a 7 de outubro de 2023 em Gaza, como retaliação, para "erradicar" o Hamas, fez, até agora, mais de 67 mil mortos (incluindo mais de 20 mil crianças) e quase 170 mil feridos, na maioria civis, segundo números atualizados das autoridades locais, que a ONU considera fidedignos.


Créditos O Minuto


23 de jun. de 2025

Guerra Israel-Irã: últimas notícias


 


Guerra Israel-Irã: últimas notícias 


*Receba as principais notícias sobre Defesa - segurança - Geopolítica através do nosso grupo no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/D8LhKaUqfc43ygU6Rnjwis 


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No último sábado, os Estados Unidos bombardearam três instalações nucleares iranianas. 

O presidente americano, Donald Trump, alertou que, se Irã e Israel não chegarem a um acordo de paz nos próximos dias, os ataques irão se intensificar. 

Após o ataque, o Irã aprovou o fechamento do Estreito de Ormuz, por onde passa 20% do petróleo mundial — cujo preço já disparou. O aiatolá Khamenei afirmou, sem citar os Estados Unidos, que "o inimigo sionista cometeu um grande erro" e "deve ser punido". 

Foi o primeiro pronunciamento do líder supremo do Irã desde o ataque. Acompanhe as últimas atualizações da guerra entre Israel e Irã nos principais meios de comunicação - 


Créditos Guilherme Odri, da redação do LinkedIn Notícias - https://www.linkedin.com/news/story/guerra-israel-irã-últimas-notícias-6452548/



20 de jun. de 2025

Ambos os lados - Israel e também o Irã - atacaram Hospitais ... Direito Internacional dos Conflitos Armados foi pro espaço!



 


É bomba pra tudo quanto é lado. 

Ambos lados - tanto Israel como o Irã - atacam hospitais ... 

É a Guerra meus amigos! E pelo visto, o Direito Internacional dos Conflitos Armados foi pro espaço! 


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Crescente Vermelho (Semelhante à Cruz Vermelha) do Irã diz que hospitais foram danificados por Israel.

Grupo afirmou que levou os incidentes a promotores internacionais .

Créditos Todd Symons/CNN, leia mais: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/crescente-vermelho-do-ira-diz-que-hospitais-foram-danificados-por-israel/


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16 de jun. de 2025

Israel reprime detentos que comemoraram ataques do Irã ao país - créditos CNN

Israel reprime detentos que comemoraram ataques do Irã ao país

Imagens mostraram tropas armadas invadindo celas e apontando armas para os prisioneiros palestinos; o serviço prisional afirmou que os homens foram levados a um tribunal e “posteriormente disciplinados”

Eugenia Yosef e Christian Edwards, da CNN
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Israel afirmou ter invadido celas de uma prisão no centro do país, após autoridades ouvirem detentos “expressando alegria” durante uma rodada de ataques aéreos iranianos contra o território israelense.

“Durante a recente rodada de combates, sons de comemoração foram ouvidos de detentos criminosos residentes nos territórios palestinos” em uma prisão no centro de Israel, informou o serviço prisional do país no domingo (15).

A unidade de elite “Metzada” do serviço prisional foi chamada para invadir as celas e retirar os envolvidos.

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Em um vídeo compartilhado pelos serviços prisionais, tropas armadas foram vistas invadindo uma prisão, apontando armas para detentos que se abrigavam no chão de suas celas.

Um dos homens foi visto deitado de bruços enquanto um policial amarrava suas mãos com uma braçadeira de plástico, outro foi vendado.

Vários detentos foram então retirados de suas celas, curvados, com os braços amarrados atrás das costas.

O serviço prisional afirmou que os homens foram levados a um tribunal disciplinar e “posteriormente disciplinados”, sem especificar como.

A operação foi realizada como parte da política de “tolerância zero” do Ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben Gvir, para quem expressar apoio aos adversários de Israel.

Política de Tolerância Zero

Durante visita a Petah Tikva, cidade central israelense onde quatro pessoas foram mortas em ataques iranianos durante a noite, Ben Gvir reiterou nesta segunda-feira (16) que as autoridades reprimirão qualquer pessoa que faça “demonstrações de alegria” com os ataques do Irã contra Israel.

“Há tolerância zero neste assunto. A polícia prendeu algumas pessoas, e eu as apoio — esta é precisamente a minha política”,
declarou o ministro nesta segunda-feira.

O político de extrema-direita fez referência às “imagens” de guardas prisionais entrando nas celas com espingardas para “restaurar a ordem” nas prisões.

“Esta é a política que eu quero”, disse ele. “Tolerância zero para demonstrações de alegria. Tolerância zero para aqueles que apoiam o Irã. Apoiar o Irã é apoiar o terrorismo, e qualquer um que apoie o terrorismo deve ser detido.” 



Créditos CNN