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1 de fev. de 2022

INTERNACIONAL - Governo da China envia Ajuda Humanitária na casa de 850 toneladas ao Afeganistão


Caminhões são vistos prontos para entregar mantimentos humanitários auxiliados pela China para quatro províncias, em Cabul, capital do Afeganistão, no dia 29 de janeiro de 2022. O governo interino do Afeganistão começou a entregar mantimentos humanitários auxiliados pela China para quatro províncias, segundo uma autoridade. (Foto por Saifurahman Safi/Xinhua)


INTERNACIONAL - 

Governo da China envia Ajuda Humanitária na casa de 850 toneladas ao Afeganistão - http://capitaofernandointernacional.blogspot.com/2022/02/governo-da-china-envia-ajuda.html 



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18 de out. de 2021

INTERNACIONAL - O Afeganistão no tabuleiro geopolítico global - Ten Cel Anselmo de Oliveira Rodrigues /EB

 

O Afeganistão no tabuleiro geopolítico global

Após a Al-Qaeda ter assumido a autoria dos atentados terroristas ocorridos em 11 de setembro de 2001, os EUA iniciaram uma verdadeira caçada à Osama Bin Laden e se lançaram no combate ao terrorismo. Dessa forma, em outubro de 2001, os norte-americanos investiram seu poderio militar contra o Afeganistão, dando início a uma típica guerra do século XXI: Estados versus atores não estatais.

Desde então, muita coisa mudou. Depois de eliminarem Osama Bin Laden, os norte-americanos continuaram em solo afegão e, sob a justificativa de reconstruir um Estado literalmente falido, estenderam por diversas vezes seu tempo de intervenção no Afeganistão. Sem lograr êxito em tal empreitada, o atual presidente dos EUA ignorou os relatórios oriundos da inteligência estadunidense e, em um pronunciamento realizado em 30 de agosto de 2021, decretou oficialmente a saída das tropas norte-americanas no Afeganistão, deixando o país à própria sorte.

A cena que retrata centenas de afegãos se pendurando na aeronave norte-americana, no aeroporto em Cabul, em uma vã tentativa de fugirem do país, exemplifica o estado atual do Afeganistão. Mesmo sendo um Estado falido, muito se engana quem o considera irrelevante no cenário global. Por mais paradoxal que possa ser, a falência de um Estado nem sempre afeta seu status geopolítico. Este artigo apresenta quatro motivos que levam a crer que o Afeganistão ocupa posição central no tabuleiro geopolítico global nos dias atuais.

1º Motivo - Refugiados
Em que pese o competente trabalho realizado pelos norte-americanos na retirada de quase 100 mil afegãos num curto espaço de tempo (YAYBOKE, 2021), há outros 20 milhões que ficaram no Afeganistão: alguns por vontade própria e outros por não terem tido uma opção de escolha.

Sob o ponto de vista local e regional, possivelmente, muitos afegãos deverão fugir do país. Como o Estado possui cerca de 20 milhões de habitantes, espera-se que, dentro em breve, o Afeganistão seja responsável por uma grande onda de refugiados, fato que causará reflexos diretos nos países vizinhos, principalmente no Irã e na China.

Sob o ponto de vista global, tão importante quanto a retirada de quase 100 mil pessoas, é o estabelecimento dos locais onde elas serão realocadas, responsabilidade que não está circunscrita aos EUA. Pelo contrário, é necessário um esforço multinacional. Como exemplo, a Operação Acolhida já nos mostra que a interiorização dos refugiados venezuelanos no Brasil é uma tarefa difícil. Agora, imagine realocar dezenas de milhares de pessoas com culturas muito distintas das ocidentais?

2º Motivo - Grupos extremistas
Incrédula, a comunidade internacional viu o Talibã ocupar o poder no Afeganistão. Tal fato chamou a atenção de todos quanto à grande fragilidade do país e, principalmente, quanto à conduta do Talibã que, mesmo depois de 20 anos de ocupação norte-americana, mostrou-se robusto e estruturado o suficiente para realizar a operação de forma rápida e exitosa.

No contexto local, os afegãos fatalmente serão os principais afetados com o Talibã no poder. Em que pese a promessa do grupo extremista de se adequar aos preceitos democráticos (liberdade de imprensa, igualdade de sexos, liberdade de expressão etc.), é improvável que o Talibã mude seu DNA extremista e se adeque aos valores ocidentais.

No contexto regional e global, a ousadia do Talibã provavelmente servirá de estímulo para que outros grupos realizem ações semelhantes mundo afora. Embora haja rivalidades e antagonismos entre alguns grupos extremistas, acredita-se que, diante de um inimigo em comum, eles unirão esforços.

3º Motivo - Espólios de guerra (materiais de emprego militar - MEM)
A saída dos EUA do país possibilitou a liberdade de ação necessária para que o Talibã pudesse avançar rapidamente e, literalmente, tomar de assalto o Afeganistão. Sem contar com o apoio dos norte-americanos, restou às colapsadas tropas afegãs somente o pífio papel de se renderem, sem sequer esboçarem um mínimo de resistência.

Nesse duelo, o pêndulo declinou favoravelmente ao Talibã que, em curto espaço de tempo, viu seu poderio militar aumentar exponencialmente por meio dos espólios obtidos das tropas afegãs. De acordo com Cancian (2021), o arsenal de guerra que os EUA haviam destinado para mobiliar as tropas afegãs era composto, dentre outros MEM, por cerca de 600 viaturas, 170 veículos blindados para transporte de pessoal, 64.000 metralhadoras, 16.000 óculos de visão noturna, 170 peças de artilharia, 358.000 rifles de assalto, dezenas de helicópteros e dezenas de aeronaves de transporte.

Numa perspectiva local, não restam dúvidas de que, nas mãos do Talibã, esses MEM resultarão no aumento da violência no país. Numa perspectiva regional e global, é interessante grifar que o Talibã necessita de recursos financeiros para administrar o Afeganistão e não possui recursos humanos capacitados para operar/manusear boa parte desses MEM recém-adquiridos.

Assim, é provável que, por meio da dark web ou de outra rede clandestina, o grupo venda parte desses espólios para outros grupos extremistas ou até para determinados Estados, fato que aumentará consideravelmente a violência ao redor do planeta.

4º Motivo - Espólios de guerra (materiais sensíveis)
Além dos MEM, cumpre salientar que o Talibã herdou, como espólios de guerra, os materiais sensíveis que equivocadamente os norte-americanos deixaram em seu processo de retirada do Afeganistão: documentos estratégicos, relatórios de inteligência, computadores, planos operacionais e documentos diplomáticos são apenas alguns dos inúmeros materiais sensíveis existentes em solo afegão (CANCIAN, 2021). Apesar dos vultosos recursos que podem ser auferidos pela venda dos MEM, não restam dúvidas de que os materiais sensíveis representam os bens mais preciosos encontrados pelo Talibã.

Detentores de cifras incalculáveis, esses materiais guardam informações de tudo aquilo que é considerado importante no Afeganistão e em todos os países da região, pois possuem a incrível capacidade de concatenar o passado, o presente e o futuro do país e da Ásia Central sob duas importantes perspectivas: intra corporis (percepção dos afegãos) e extra muros (percepção dos norte-americanos).

A posse desses espólios indubitavelmente ocasionará a mudança de patamar do grupo extremista no cenário mundial. Não restam dúvidas de que o Talibã tentará se estabelecer como Estado e atuará nas mais diversas plataformas políticas para legitimar seu intento. Não por acaso, em 21 de setembro de 2021, o Talibã solicitou à ONU estar presente na conferência da instituição, enviando o seu representante e discursando em nome do Afeganistão (NICHOLS, 2021).

Além das Nações Unidas, outras plataformas que certamente serão utilizadas, será o estabelecimento de um diálogo com Estados considerados relevantes na estratégia do grupo extremista. Por exemplo, com os EUA, o Talibã poderá utilizar o artifício da chantagem para obter apoio político ou auferir recursos financeiros (vide o caso Wikileaks). Com a Rússia, a China e o Irã, o Talibã poderá empregar os materiais sensíveis como moeda de troca para receber apoio político, financeiro e até militar, haja vista que esses Estados estão ávidos para saber quais são os reais interesses dos norte-americanos em suas respectivas áreas de responsabilidade: Ásia Central.

Por fim, mesmo sendo um Estado colapsado e estando longe de ser um player global, o Afeganistão ocupa uma posição estratégica no tabuleiro geopolítico. Com o Talibã no poder estatal, há reais possibilidades de que sejam desencadeados vários fenômenos importantes em escalas local, regional e global, fato que o coloca no epicentro da geopolítica global.

 

REFERÊNCIAS
YAYBOKE, Erol. The Next Big Refugee Crisis Just Started. Defense One. Washington DC, 2021.

CANCIAM, Mark. Afghanistan is not done with US; four long-term dangers await. Center for Strategic and International Studies. Washington DC, 2021.

NICHOLS, Michelle. Reuters. Nova York, 2021.


Créditos Exército Brasileiro

17 de ago. de 2021

Talibã exige retirada de tropas dos EUA até 11 de setembro como anunciado e promete não as atacar

 Forças Especiais Afegãs durante missão perto de posto de controle cercado pelo Talibã, na província de Kandahar, Afeganistão, 13 de julho de 2021

ÁSIA E OCEANIA
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Perguntado quanto tempo o Talibã dá aos Estados Unidos para retirarem todos os seus militares, um representante talibã afirmou que isso deve acontecer no prazo marcado, até 11 de setembro. O Talibã responsabiliza os EUA pela situação no aeroporto de Cabul.

O representante do movimento Talibã (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países), Suhail Shaheen, afirmou que os EUA devem retirar suas tropas do Afeganistão até 11 de setembro. Os talibãs não pretendem atacar ninguém, segundo o representante.

"Eles anunciaram que retirariam as tropas até 11 de setembro. Então devem retirar todas as suas forças, e nós nos comprometemos de não os atacar. E não os atacamos", disse Shaheen ao canal de televisão Sky News.

Shaheen afirmou que os outros países "são obrigados" a ajudar a recuperar o Afeganistão, dado que são responsáveis pela destruição do país ao longo de 20 anos. É sua "obrigação moral" recuperar o país e ajudar as pessoas a começar uma vida nova.

Perguntado sobre a situação no aeroporto de Cabul, o representante do Talibã acusou os EUA da queda de pessoas de um avião na segunda-feira (16).

"Estes norte-americanos deviam manter a segurança, evitar que essas pessoas entrassem no aeroporto, não havia nossas forças lá. Não somos responsáveis. Eles são responsáveis, foi seu avião, não nosso", afirmou Shaheen na entrevista.

Segundo o islamista, assim que as forças do Talibã começaram a "controlar a segurança no aeroporto, não houve mais tais acidentes".

Afegãos sobem ao topo de um avião no aeroporto de Cabul, Afeganistão, 16 de agosto de 2021
© AFP 2021 / WAKIL KOHSAR
Afegãos sobem ao topo de um avião no aeroporto de Cabul, Afeganistão, 16 de agosto de 2021

Além disso, Shaheen negou que o Talibã receba apoio financeiro do Paquistão, China ou Rússia, dizendo que tem "boas relações" com estes países.

O islamista adicionou que o movimento não "tem aliados como tal", mas procura cooperação com todos os países para a construção do Afeganistão.

No domingo (15), após a fuga do ex-presidente afegão Ashraf Ghani, o Talibã anunciou seu controle total sobre as entidades estatais de Cabul, sobre a guarda do palácio presidencial e sobre a organização de patrulhas noturnas na cidade.

Na noite de segunda-feira (16), o porta-voz do gabinete político do movimento Talibã, Mohammed Naim, afirmou que a guerra no Afeganistão acabou e que a forma de governo do Estado será determinada no futuro próximo.

Créditos Sputnik

Últimas notícias sobre Afeganistão - Fonte BBC

 Últimas notícias sobre Afeganistão - https://capitaofernandointernacional.blogspot.com/search/label/Afeganist%C3%A3o

16 de ago. de 2021

Opinião: Chega de hipocrisia em relação ao Afeganistão

Opinião: Chega de hipocrisia em relação ao Afeganistão

Há anos o Afeganistão é classificado como supostamente seguro. Agora, depois que o Talibã assumiu o controle sobre o país, alguns no Ocidente se mostram surpresos. A hipocrisia precisa acabar, opina Waslat Hasrat-Nazimi.

Mal as tropas americanas tinham se retirado, e as coisas se desenrolaram muito rapidamente. Em poucos dias, o Talibã invadiu uma província após a outra. Como dominós, as capitais provinciais caíram. Milhares de afegãs e afegãos fugiram na esperança de encontrar abrigo seguro na capital, Cabul, - em vão. Agora também Cabul está nas mãos do Talibã. Fortemente armados, militantes do Talibã avançaram sobre o país em poucos dias.

No Ocidente, as pessoas observam, em parte espantadas e em parte estupefatas, como, dentro de poucos dias, a República Islâmica do Afeganistão é transformada num emirado islâmico. Recebo repetidamente mensagens e telefonemas de conhecidos e colegas expressando sua solidariedade. Um colega da redação árabe da DW diz não saber exatamente por que, mas o que está acontecendo o afeta incrivelmente. 

A grande mentira da missão no Afeganistão 
A razão pela qual muitos estão chocados é que estão começando a perceber que seus governos não invadiram o Afeganistão 20 anos atrás para defender os direitos humanos, mas somente por interesses políticos. Como os interesses políticos mudaram, uma vez que o cálculo do custo-benefício não funciona mais, eles querem sair do país - e o mais rápido possível. Era tudo uma grande mentira. Direitos humanos? Direitos da mulher? Democracia? 

Deixe os afegãos resolverem isso por si mesmos, disse recentemente o presidente americano, Joe Biden. Ele disse que não passaria a missão, que foi liderada por quatro presidentes sucessivos dos Estados Unidos, a um quinto. O que ele deixa de mencionar é que os EUA invadiram o Afeganistão em outubro de 2001 não apenas para combater o Talibã e a Al Qaeda. Eles prometeram ao povo afegão que iriam democratizar o país. Um dos principais argumentos para a ocupação era a proteção dos direitos das mulheres afegãs. Agora, quase 20 anos depois, fica claro que nunca se tratou das mulheres ou de democracia. Era tudo uma retórica vazia. As mesmas mulheres que foram aplacadas quando alegadamente se levantaram com demasiada veemência por seus direitos e a quem foi prometido que a democracia e o Estado de direito sempre venceriam no final são agora jogadas de volta à escuridão de 20 anos atrás. Elas foram traídas e vendidas. Muitas ativistas dos direitos das mulheres temem por suas vidas. 

A mesma hipocrisia pode ser vista na política de refúgio da União Europeia (UE) e da Alemanha. Afegãs e afegãos estão fugindo de seu país de origem há muitos anos. Não é fácil para ninguém deixar sua terra natal. Eles fogem porque a situação de segurança no Afeganistão foi se deteriorando cada vez mais. Refugiados precisam ser acolhidos.

Tudo isso foi ignorado. O Afeganistão foi classificado como "seguro". Muitos refugiados foram deportados, outros apenas tolerados. Milhares de afegãos vivem sob condições desumanas na Grécia, Turquia ou nos Bálcãs. Os políticos da UE se recusaram a reconhecer que a situação de segurança no Afeganistão era desoladora, que a intervenção havia falhado. Agora, quando é tarde demais, eles se mostram chocados - os políticos, a mídia e os acadêmicos. No entanto, países como a Alemanha têm uma responsabilidade. Em vez de apoiar senhores da guerra e políticos corruptos durante anos, eles deveriam ter se dedicado seriamente ao povo afegão e à sua cultura. Deveriam ter escutado as mulheres em vez de apaziguá-las. Em vez de construir um exército, deveriam ter trabalhado com o povo para criar uma perspectiva para o país. E agora? 

Os Estados ocidentais da comunidade internacional devem acolher os refugiados afegãos o mais rápido e sem burocracia possível. E eles deveriam finalmente reconhecer aqueles que esperam por uma decisão nos países da UE, às vezes sob condições deploráveis. O mesmo vale para os que virão nos próximos meses e anos do país destruído que o Ocidente deixou para trás. Isso é o mínimo que a Europa pode fazer pelo povo do Afeganistão. 

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A jornalista Waslat Hasrat-Nazimi fugiu do Afeganistão para a Alemanha com a família quando criança e hoje é chefe da redação afegã da DW. O texto reflete a opinião pessoal da autora, e não necessariamente da DW.

Créditos Terra

O que é o Talibã?

 O que é o Talibã?

Grupo extremista surgido há quase 30 anos governou o país até a invasão norte-americana. Entenda como os insurgentes ganharam força novamente e saiba o que defendem e como agem. Créditos G1, leia matéria: https://capitaofernandodefesaeseguranca.blogspot.com/2021/08/o-que-e-o-taliba.html 


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15 de ago. de 2021

DEFESA & SEGURANÇA - Talibã cerca Cabul e negocia "tomada pacífica" da capital afegã


 


 DEFESA & SEGURANÇA -

Talibã cerca Cabul e negocia "tomada pacífica" da capital afegã

Com isso, Afeganistão passará a ser controlado por uma milícia terrorista, após o fracasso da intervenção estadunidense.

Créditos Brasil247. Leia matéria: https://capitaofernandodefesaeseguranca.blogspot.com/2021/08/defesa-seguranca-taliba-cerca-cabul-e.html 


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7 de mai. de 2015

Príncipe Harry se despede da Austrália após um mês no exército

Príncipe Harry
Em sua despedida da Austrália, o Capitão Wales, como o Príncipe Harry é chamado no Exército Britânico, ele vai se encontrar com um oficial britânico que precisou amputar as duas pernas devido a um ferimento no Afeganistão, onde Harry também esteve em combate. Leia matéria

3 de out. de 2013

Afeganistão: Abdul Rasul Sayyaf, considerado mentor de um dos responsáveis pelos atentados do 11 de Setembronos EUA, apresentou-se como candidato às eleições presidenciais de abril de 2014 no Afeganistão

Um antigo senhor da guerra, Abdul Rasul Sayyaf, considerado mentor de um dos responsáveis pelos atentados do 11 de Setembro de 2011 nos Estados Unidos, apresentou-se hoje (3) como candidato às eleições presidenciais de abril de 2014 no Afeganistão.

Sayyaf é um dos mais célebres senhores de guerra afegãos, como lá são chamados os chefes militares. Destacou-se durante a guerra contra a ocupação soviética (de 1979 a 1989), antes de se juntar à Aliança do Norte, durante a guerra civil afegã (de 1992 a 1996). O mesmo é citado em um relatório de uma comissão dos EUA sobre o 11 de Setembro como o mentor do autoproclamado cérebro dos atentados, Khaled Sheikh Mohammed, a quem teria fornecido treinamento militar. Foto Kanram Jebreili/Washington Post. Leia matéria completa

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