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23 de out. de 2018

TSE dá prosseguimento a ação do PDT contra Bolsonaro



O ministro Jorge Mussi, corregedor do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), deu prosseguimento nesse domingo (21) a ação apresentada pelo PDT e pela Coligação Brasil Soberano (integrada por PDT e Avante) contra o candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro. Uma segunda ação, com teor parecido, apresentada apenas pela coligação, também foi instaurada.
O corregedor deu prazo de cinco dias para a defesa do candidato se manifestar e negou todos os pedidos de liminar – decisão provisória – que constavam das duas ações. Entre outros pontos rejeitados está o pedido para impedir Bolsonaro e o vice na sua chapa, Hamilton Mourão, de veicularem qualquer notícia por meio de rede social e, principalmente, WhatsApp.
O PDT e a coligação baseiam as ações em reportagem da “Folha de S.Paulo” segundo a qual empresários que apoiam Bolsonaro contrataram serviços para envio em massa de mensagens contra o PT por meio do WhatsApp.
Essa prática, em tese, pode ser ilegal, caso seja considerada pela Justiça doação de campanha feita por empresas. Desde 2015, empresas estão proibidas de fazer doação eleitoral.
Segundo a “Folha”, as empresas apoiadoras de Bolsonaro compram um serviço chamado “disparo em massa” usando a base de usuários do candidato do PSL ou bases vendidas por agências de estratégia digital.
O uso de bases de terceiros pode ser considerado ilegal, já que a lei permite apenas o uso de listas de apoiadores do próprio candidato (nos casos de números cedidos de forma voluntária).

21 de out. de 2013

Política gaúcha influenciando a política nacional. Deputado do PDT gaúcha tenta convencer seu partido a entregar seus cargos no governo Dilma. Recebeu um "não". Fratricídio de opositores em todo o Brasil vai ajudar a eleição de Dilma já no 1° turno em todo. Notícia analisada

Segundo informações que colhemos, no dia 08/10, houve um almoço entre o presidente do PDT, Carlos Lupi, e o deputado Vieira da Cunha. Supostamente o gaúcho tentou, porém não conseguiu convencê-lo a entregar imediatamente os cargos que o partido ocupa no governo da presidente Dilma Rousseff. O presidente nacional da sigla marcou uma reunião da executiva ampliada de seu partido - comando nacional, as bancadas de deputados e senadores  e os presidentes regionais - para as 10hs de 31/10/13, a fim de debater a questão.

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Memória:
Vieira da Cunha e o PDT gaúcho não apoiou Tarso Genro em 2010, eles seguiram o PMDB-RS, indicando o vice.

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Assim, o citado deputado se posiciona hoje como pré-candidato a governador do RS e flerta com a ideia de uma coligação com o PSB, o que significaria apoiar a candidatura de Eduardo Campos e não Dilma Roussef, sendo ele o palanque oficial da possível coligação no estado.
Tal posição de aliança com Campos (PSB), também é defendida pelo senadore Cristovam Buarque (DF) - apoiando o colega senador Rollemberg (PSB-DF) ao governo do DF - e pelo senador Pedro Taques (MT), parando os apoiamentos por aí.

O deputado do PDT impregnado dos ideais neoliberais também deve conversar com o deputado Paulo Odone, presidente do PPS-RS e diz já ter certo o apoio do DEM. Outros alvos são o PSD, o PRB e  o PV.

Isso mostra um claro fratricídio - tiro em tropa amiga - de forças políticas apoiadoras de Eduardo Campos e Aécio Neves, neste caso o PPS - DEM.

Sob minha análise esta disputas regionais dividirão a inexistente oposição brasileira e a presidenta Dilma vai vencer as eleições de 2014 no 1° turno, vai fazer hegemonia na Câmara dos Deputados e no Senado Federal (até porque o PSB voltará a sua base de apoio no pós eleição) e vai replicar essas grandes conquistas eleitorais nos diversos estados.
Cria-se assim um momento político para avançar com as Reformas de Base, as mesmas que estamos lutando desde a década de 60.  





22 de jul. de 2013

Deputado Federal, que é um filho de militar, é o maior exemplo da Câmara dos Deputados, em termos de redução de gastos. Ele é de esquerda, é do PDT-DF e foi o mais votado proporcionalmente e apóia Dilma Roussef.

O deputado federal José Antônio Reguffe (PDT-DF) foi eleito com a maior votação proporcional do País. Caiu no gosto do eleitorado graças às posturas éticas adotadas que desagradaram os próprios pares ao abrir mão dos salários extras, de metade do número de assessores e da verba indenizatória, economizando o erário em muitos milhões, além de não usar um único centavo da cota de passagens, dispensar o 14º e 15º salários, o auxílio-moradia e reduzir em 30% a verba de gabinete. "Quero provar que é possível exercer o mandato parlamentar desperdiçando menos dinheiro dos cofres públicos”, disse em entrevista à ISTOÉ.
 
Lembrando: ele é filho de militar; ele é de esquerda; ele é do PDT-DF; ele apóia a reeleição da presidenta Dilma Roussef.