Desde a revelação de que Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA , sigla em inglês) espionava a presidenta Dilma Rousseff e a Petrobras, o que levou ao cancelamento da visita de Estado que a presidente faria a Washington em outubro, uma série de iniciativas empacou.
O piloto do programa Global Entry, que permite a entrada facilitada de 1.500 empresários nos EUA, estava prestes a ser assinado e, por ordem do governo brasileiro, foi para a geladeira.
O acordo de Previdência está pronto, mas não foi assinado. Assim como o firmado com o Japão, permitiria que brasileiros morando nos EUA contassem seus anos de contribuição para uma aposentadoria brasileira, e o mesmo para americanos aqui. Segundo o Itamaraty, as dificuldades estão no lado americano.
“O ritmo passou de morno para morto”, disse à Folha um envolvido nas negociações. “Está tudo parado”. “Tanto EUA quanto Brasil estão irritados”, disse um diplomata americano. Leia matéria completa

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