
Um grupo da rede de terrorismo do Hamas estava se preparando para realizar uma série de ataques de grande escala contra civis israelenses. Segundo informações eles planejavam para atingir o estádio de futebol Teddy em Jerusalém, o sistema de metrô ligeiro da capital, ataques com carros-bomba, seqüestros de israelenses na Cisjordânia e no exterior. Alvos adicionais incluíam infiltrações em comunidades israelenses(kibutzim e moshavim), tiros e bombardeios em estradas de Israel, assim como a alvos militares na Cisjordânia, além da criação de células terroristas na Jordânia, a fim de realizar ataques na fronteira com Israel.
O centro nevrálgico de todo o planejamento foi descoberto em setembro e estava situado na sede do Hamas na Turquia, de onde partiam as oredens. Mais de 30 membros do Hamas foram presos na Cisjordânia e com eles foram aprendidas armas de fogo, munições e equipamentos para fabricação de bombas. A rede terrorista já havia perpetrados ataques no final de agosto, no norte da Cisjordânia. Segundo o Shin Bet eles foram treinados e designados para as missões. Também fazia parte de suas atribuições recrutar novos integrantes, montar seus centros de operação e fazer o levantamento de informações dos alvos. Os comandantes da rede eram os terroristas Riad Nasser, sediado em Ramalah e Saleh Aruri desde a Turquia, ambos do Hamas. O último levantou a quantia de 1 Milhão de Shekels(mais de 250 mil dólares) para financiar as operações.
O Serviço de segurança israelense continua atento na busca de alguns membros que ainda podem estar foragidos, mas a rede foi desbaratada e seus planos , à curto prazo, fustrados.
Fonte: Jerusalém Post
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