Depois de algumas etapas, mantém-se na concorrência a Boeing (F/A-18E/F Super Hornet) - EUA, a Dassault (Rafale) -França e a Saab (Gripen NG) - Suécia.
O ministro da defesa já informou que a decisão caberá à presidenta Dilma Roussef, que, em tempos de crise mundial, necessidade de controle da inflação e incertezas advindas de todos os lados, ainda não acenou sobre a decisão a ser tomada.
Nesse cenário sombrio, não podemos nos esquecer que a Rússia tem interesses gradiosos na região e corre por fora nessa concorrência.
Pelo visto, o ex- ministro Mangabeira Unger tem a mesma dúvida que a presidenta Dilma Roussef.
A pergunta que não quer calar: neste momento que o Brasil vive, onde investir 8 bilhões, em saneamento e infraestrutura de São Paulo ou em aviões para a FAB?
