Brasil pode ter violado normas internacionais, no caso da fuga do senador Boliviano, afirma autoridades daquele país

A Bolívia havia condenado, por corrupção, um senador oposicionista a Evo Morales. Esse parlamentar alegava inocência e clamava por um asilo político ao Brasil.
O Palácio do Planalto emitiu o asilo político, porém a Bolívia não emitiu o salvo conduto, de forma a permitir o ex-senador boliviano de sair em segurança do país, algo próximo ao que hoje ocorre com Julian Assange, do Wikileaks, refugiado dentro da embaixada do Equador, em Londres, sem permissão da Inglaterra de sair do país.
Fato é que, do nada, o tal asilado político, consegue sair da Bolívia, junto com um senador brasileiro e escoltado por Fuzileiros Navais Brasileiros.
Diante do ocorrido, a Bolívia expressou sua profunda preocupação pelo ocorrido, conforme informou à imprensa o chanceler boliviano David Choquehuanca:
— Expressamos nossa profunda preocupação pela transgressão do princípio de reciprocidade e cortesia internacional — afirmou Choquehuanca numa nota diplomática enviada a Brasília. Com esse ato, o Brasil "violou os mecanismos de cooperação que existem entre os Estados estabelecidos na Convenção Interamericana da Organização de Estados Americanos e na Convenção das Nações Unidas", acresentou. Leia a matéria

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