Al-Assad apareceu pela primeira vez desde julho e se mostrou mais decidido do que nunca em acabar com o que definiu como "complô estrangeiro" contra seu país.
— O povo sírio não permitirá que essa conspiração atinja seus objetivos. O que está acontecendo agora não é dirigido apenas à Síria, mas à toda região. A Síria prosseguirá com sua estratégia de resistência (...).
Desde o início da revolta, o regime de Assad acusa aos rebeldes que combatem o exército sírio de ser "bandos terroristas armados" e a Arábia Saudita, Catar e Turquia de financiá-los e armá-los para semear o caos no país.
Zero Hora / Blog do Cap Fernando
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