5 de fev de 2014

Suspeitas de sabotagem no processo de paz colombiano. Exército supostamente teria espionado negociadores. EUA injetam U$ 14 bilhões e denúncias de corrupção são constantes.

Não falta quem diga que as negociações pela paz na Colômbia, entre o governo e as Farc, sejam o principal fato político da América Latina em décadas. E não falta quem queira sabotá-lo. São mais de U$ 14 bilhões que os EUA injetam no orçamento do Ejército Colombiano e supostas denúncias de corrupção são constantes. Não há "prestação de contas " de nada. Assim, não é difícil supor que não há interesse em "terminar" a "Guerra contra o Terror". Leia
O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, ordenou nesta terça-feira a investigação de supostas escutas ilegais que sua equipe de negociadores estaria sofrendo. Classificou as escutas como “inaceitáveis”, com o propósito de frustrar os diálogos de paz.
- A informação que surgiu de que estavam investigando funcionários do Estado, especificamente os negociadores de paz em Havana, é totalmente inaceitável – afirmou.
O ministério público colombiano já está investigando o caso.
Santos diz que há “forças obscuras que estão tentando sabotar o processo de paz”.
A revista Semana sustenta que setores do exército colombiano teriam instalado em 2012 um escritório para interceptar ilegalmente as comunicações de diversas personalidades, entre elas os negociadores nos diálogos de paz Humberto de la Calle, Sergio Jaramillo e Alejandro Eder.
Créditos Zero Hora